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Mais um passo foi dado pela viabilização dos novos distritos industriais de Anápolis, inicialmente denominados Daia’s 2 e 3. Em um encontro que reuniu no gabinete municipal, o prefeito João Gomes, os superintendentes Fernando Cunha (Produzir), Victor Hugo Queiroz (Indústria e Comércio), Luiz Medeiros (Comércio Exterior), o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Air Ganzarolli, entre outras autoridades, foi definida a proposta de acertar os detalhes técnicos do protocolo a ser firmado com o governo estadual pela implementação dos distritos. Queiroz destacou a presença, no encontro, da assessoria da Superintendência de Indústria e Comércio para tratar de detalhes técnicos a respeito das formas legais de viabilizarão e implementação dos novos distritos. João Gomes afirmou que esta etapa tem representado que há uma vontade mútua entre prefeitura e Estado para ampliação do parque industrial de Anápolis que é o maior do Centro-Oeste. “Temos como interesse fazer com que Anápolis volte a crescer, significativamente, por isso vamos fazer com que ele seja aplicado o quanto antes.”
Até o dia 22 de outubro, cidadãos que possuem dívidas com o município podem negociar e conseguir, no caso de quitação à vista, descontos de até 100% nos juros e nas multas de pendências contraídas até 31 de dezembro de 2014. O Programa de Benefício Fiscal ou Refis, realizado pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal da Fazenda e da Procuradoria Geral, é uma oportunidade também para aqueles com débitos antigos em atraso e em tramitação na justiça. O atendimento aos contribuintes em débito é realizado, exclusivamente, nas unidades do Rápido, localizadas no Bairro Jundiaí, na Vila Jaiara e no Anashopping, das 8h às 19h. São necessários documentos pessoais — pessoa física — e toda a documentação e informações da empresa, no caso de pessoa jurídica. Vale lembrar que todos os débitos municipais poderão ser renegociados, como IPTU, TSU, ISS, taxas, inclusive multas registradas por órgãos municipais, dentre outros.
Nenhum governante brasileiro foi mais odiado pela população que Dilma Rousseff e Collor de Mello. Cada um da sua forma, ambos caíram em desgraça por causa da situação econômica. Ele foi cassado. Esse será o destino dela?
O Brasil é mesmo um país diferente. Fico imaginando a reação de um cidadão europeu de discernimento, de educação esmerada, que trabalha em uma profissão técnica qualquer de alto nível, que conhece história, é bastante bem informado pelos bons jornais, revistas e livros que permanentemente lê, e provavelmente perdeu algum parente na guerra, se eu disser a ele que temos aqui um partido stalinista, o PCdoB. Provavelmente, pensará que estou brincando e até pode se irritar um pouco, pois os europeus, em geral, não apreciam, como nós, as brincadeiras, principalmente com quem não têm intimidade. Se eu afirmar mais, que um integrante desse partido, um deputado chamado Aldo Rebelo foi — e é — ministro do governo brasileiro, possivelmente vai achar que eu não regulo bem ou sou um rematado mentiroso. Só não vai achar estranho se eu disser que esse cidadão, que foi ministro da Ciência e Tecnologia, defendeu uma lei que freia o desenvolvimento tecnológico — pois pode tirar empregos — pois será claro e evidente para ele que alguém, se admira o stalinismo, além de mentecapto, tem seu meio cérebro parado na década de 1950. E se eu disser que tal cidadão é hoje ministro da Defesa, estou certo que ele então vai achar que doida é a presidente, que cometeu o desatino de nomeá-lo. Eu não me atreveria a dizer a um europeu com esse perfil que a presidente também admira Stálin, e tentou seguir seu estilo de governar, pois aí quem ia se julgar louco seria ele mesmo, por não poder admitir, na época atual, alguém atuar como seguidor de Hitler ou de Stálin. Mas o fato é que esses dinossauros políticos sobrevivem por aqui, embora tenham uma enorme capacidade de mimetismo que os antigos dinossauros não tinham, até porque dele não precisavam. A deputada Jandira Feghali, outra integrante do PCdoB, que adora uma viagem internacional, mas nunca de classe econômica, tinha até há pouco um restaurante de luxo na zona sul do Rio, cuja especialidade era a comida árabe (prestigiando suas raízes étnicas), mas que fechou, passado um prazo de euforia, pois não dava lucro bastante. Outra característica nossa, e só nossa: comunista aqui não gosta de capitalismo, mas gosta de capital. Viver como comunista, só Mujica, no Uruguai. Nem me atrevo a comentar com os amigos que tenho no velho continente sobre políticos como Marta Suplicy: comunista chique, rica, elegante, vestida pelas mais elitistas grifes, que gosta das altas rodas sociais, mas que viveu 33 anos no ambiente político marxista do PT, onde tudo aceitou: roubos, mentiras, assassinatos como o do “companheiro” Celso Daniel, invasões, destruições, movimentos sociais espúrios, desarmamento da população, tentativas de amordaçamento da imprensa, mensalões e petrolões, e agora, ultrapassada numa pretensão eleitoreira, acha-se no direito de deixar o partido e criticar, num chilique de dondoca, tudo de errado de que usufruiu em mais de três décadas de desvario. Lembrando que deixou o PT, mas não a base governista, que ninguém é de ferro. É ruim ter esse pessoal por aqui, mas pior mesmo é tê-lo no governo. A comunada está atrasando a vida de quem tem juízo e trabalha. Destruiu a Petrobrás e está destruindo o Brasil.
O livro “O Brasil Através das Três Américas” revela que três brasileiros percorreram 28 mil quilômetros. Um deles depois fundou Ceres, em Goiás, e outro ajudou a construir Brasília
Entre os concorrentes no concurso nacional estavam a Prefeitura de Belo Horizonte e a Companhia de Desenvolvimento Habitacional Urbano de São Paulo
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O Jornal Opção ouviu 13 profissionais renomados e consolidados na advocacia de Goiás para saber quem eles escolhem como presidente da Ordem. A voz da experiência foi unânime: Flávio Buonaduce é o mais preparado para conduzir uma das instituições mais respeitadas pela sociedade
Justificativa é de que Rodrigo Janot disse que Pizzolato, quando extraditado, ficará em cela com condições dignas. Profissionais contrapõem que todos os presos devem ter direitos iguais
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Os professores e técnicos administrativos da Universidade Federal do Tocantins (UFT) decidiram em assembleia na quinta-feira, 8, pôr fim à greve que já durava mais de quatro meses. Foram 40 votos favoráveis ao término da paralisação, dois contrários, e três abstenções. A greve dos professores e também dos técnicos administrativos da UFT teve início no dia 28 de maio. Nas últimas assembleias realizadas nos campi da instituição, a decisão pela manutenção da greve havia se mantido. De acordo com o Sindicato dos Docentes da UFT (Sesduft), a previsão para o retorno das aulas será entre 13 e 16 de outubro. Já os servidores técnico-administrativos voltaram ao trabalho imediatamente, já na quinta-feira.
Acerca do pacote de medidas propostas pelo Governador Marcelo Miranda – já aprovadas pela Assembleia Legislativa – consideradas por muitos como impopulares, uma vez que incluem até mesmo aumento de impostos, o governador ponderou: “A população atende o chamamento e tem demonstrado que quer um Estado pujante, quer mudanças e tenho certeza de que irá entender alguns projetos que encaminharemos ao poder Legislativo”. O mandatário asseverou que o contingenciamento de gastos é necessário e concluiu: “Penso que se pudermos fazer a economia e os ajustes que o Estado tem que fazer, podemos evitar demissão, mas não vou dizer que não vou demitir”.

