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BB e Caixa são obrigados a atender advogados durante greve em SP

Atendendo pedido da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP), a 21ª Vara do Trabalho da 2ª Região decidiu que as agências e postos do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal da cidade de São Paulo deverão abrir, das 14 às 16 horas, para garantir o acesso de advogados e jurisdicionados, permitindo assim o cumprimento dos alvarás, guias de pagamento ou liberação de crédito de qualquer natureza, oriundos da Justiça do Trabalho, da Justiça Federal e da Justiça estadual. O horário corresponde a 30% do expediente bancário normal e deve ser cumprido a partir da segunda-feira, 26. Na ação civil pública, a OAB-SP recomendou à Justiça do Trabalho estabelecer permanência mínima de 30% dos funcionários das agências como meio de proporcionar o atendimento condizente aos advogados e as partes. A seccional também pediu o estabelecimento de multa diária no valor de R$ 50 mil para o Sindicato dos Empregados em Estabele­cimentos Bancários de São Paulo, em caso de descumprimento da decisão, o que foi acatado pelo juízo. O pedido da OAB-SP era extensivo a todo o Estado de São Paulo, mas, como não foi contemplado na decisão do juiz Antonio José de Lima Fatia, a seccional prepara ação que estende a determinação a todas as cidades paulistas.

Trindade inaugura mais uma grande reforma escolar

Cidade está na galeria dos municípios goianos com maior investimentos na área, estratégica para o governo estadual

Projeto de lei que dá poder de investigação à PM divide opiniões

PEC 431, do chamado “ciclo completo”, que teve avanço em sua tramitação no Congresso, visa agregar à Polícia Militar a incumbência de investigar a ocorrência de infrações penais e a responsabilidade de presidir inquéritos policiais. Tais atribuições atualmente são exclusivas das polícias Civil e Federal

“Carta de Goiânia: por um futuro melhor”

TADEU ALENCAR ARRAIS É conhecida a premissa de que, em se tratando de planejamento urbano, as decisões do presente comprometem o futuro das cidades. A qualidade de vida nas cidades pode ser mensurada pela eficácia das políticas de mobilidade, pelas políticas habitacionais para as camadas de menor poder aquisitivo, pela preservação dos espaços públicos e, especialmente, pelo cuidado com os recursos hídricos. Essas políticas, considerando os marcos da democracia representativa, têm na lei de uso e regulação do solo urbano sua principal matriz jurídica. O grande avanço normativo da política urbana brasileira, reforçado no Estatuto das Cidades, foi a separação entre o Direito de Propriedade e o Direito de Construir. É essa separação que garante, em tese, a função social da propriedade, de maneira particular, e a função social da cidade, de maneira geral. Se aprovado, o novo Código de Parcelamento do Município de Goiânia (projeto de Lei Complementar 020, de 27 de agosto de 2015, que está em trâmite da Câmara Municipal de Goiânia) será um divisor de águas entre um projeto de cidade verdadeiramente sustentável — a que todos defendemos — e um projeto de cidade cujo cuidado com o meio ambiente não passará de um sonho nostálgico. As macrozonas rurais do município de Goiânia estão assentadas, estrategicamente, em áreas com função ambiental imprescindível para o futuro da cidade. A liberação dessas áreas para instalação de Núcleos Residenciais de Recreio e Núcleos Industriais coloca em risco os recursos hídricos e a cobertura vegetal remanescente. A preservação da Macro­zona Rural do Capivara e da Macrozona Rural do João Leite é fundamental para preservar o abastecimento de água do município de Goiânia. As áreas rurais, em função da cobertura vegetal e o do uso do solo de baixa densidade, são essenciais para qualidade de vida urbana. É preciso que todos compreendam, com urgência, que as intervenções urbanas promovidas pelo governo municipal, aparentemente pontuais, prejudicarão as diferentes regiões do município de Goiânia. É por esses motivos, entre outros, que nos manifestamos contra o novo Código de Parcelamento do Município de Goiânia. O compromisso com uma cidade sustentável deve, prioritariamente, sair do campo da retórica. O governo municipal e a Câmara Municipal de Goiânia deveriam traduzir a retórica sobre a cidade sustentável em ações que, efetivamente, possam colaborar com a construção uma cidade mais sustentável e mais democrática. Tadeu Alencar Arrais é doutor em Geografia pela UFF (RJ) e professor associado do Instituto de Estudos Socioambientais (Iesa) da UFG. Também assinam o manifesto: Maria Ester (arquiteta e vice-presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo/CAU- GO); Daniel Emídio de Souza (médico psicanalista); Arnaldo Mascarenhas (arquiteto e presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo/CAU-GO); Celene Barreira (diretora do Iesa/UFG e coordenadora do Plano Diretor da Região Metropolitana de Goiânia); Aristides Moysés (doutor em Ciências Sociais pela PUC-SP, professor do Mestrado em Desenvolvimento e Planejamento Territorial e ex-diretor do Departamento de Ordenação Socioeconômico da Secretaria Municipal de Planejamento da Prefeitura de Goiânia); Luis Felipe Cherem (doutor em Geociências do Meio Ambiente pela Universidade de Aix-Marselha, França e professor adjunto do Iesa/UFG); Lana Jubé (arquiteta e conselheira federal do CAU); Sandra de Fátima Oliveira (doutora em Ciências pela USP e professora titular do Iesa/UFG); João Batista de Deus (doutor em Geografia pela USP e professor associado do Iesa/UFG); Pedro Célio Alves Borges (doutor em Sociologia pela Universidade de Brasília/UnB) e professor da UFG); Gisélia Lima Carvalho (professora doutora do IF Goiano); Romualdo Pessoa (professor adjunto do Iesa/UFG e presidente da Associação de Geógrafos Brasileiros/AGB-GO); Lorena Cavalcante (arquiteta e conselheira do CAU-GO); Denis Castilho (doutor em Geografia e professor adjunto do Iesa/UFG); Adriano Rodrigues (doutor em Geografia pela Unesp e professor adjunto do Iesa/UFG); Genilda Bernardes (doutora em Sociologia e professora da UniEvangélica/ Anápolis); Matheus Hoffmann Pfrimer (doutor e pós-doutor em Geografia pela USP e professor adjunto da Faculdade de Ciências Sociais (FCS/UFG); Francisco Mata Machado (coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da UFG); e Leandro Oliveira Lima (doutor em Geografia e professor da UEG).

Prefeitura aposta em agregar valor da sustentabilidade ao entregar pacote de obras

Semana do 82º aniversário de Goiânia teve várias ações e eventos, principalmente em torno da revitalização urbana, com a inauguração da nova Praça Cívica e de intervenções do complexo Macambira-Anicuns

O Popular descuidou-se da qualidade de seu texto. E a culpa não é dos estagiários

“O Popular” já cuidou melhor de suas reportagens. Na semana passada, o jornal cometeu vários erros. Confundiu “perda” com “perca”. Usou “esse” quando o certo era “este”. Pôs crase no lugar errado. No fim de uma reportagem, um repórter escreveu: “Com informações de Vandré”. A única coisa que se sabe é que não se trata de Geraldo..., o compositor e cantor. Ao contrário do que alguns jornalistas pensam, os erros mais graves não estão apenas em textos de estagiários. Os editores precisam cobrar textos de mais qualidade e, também, devem exigir mais de si mesmos. Pois, como não há revisores no jornal, os editores são os responsáveis pelo chamado “texto final” da redação.

Mais de sete milhões de estudantes fazem Enem neste fim de semana

Porta de entrada para as universidades públicas do país, o exame é realizado em dois dias. Alunos devem ficar atentos aos enunciados e ao tempo para responder questões

Praça Cívica: a última madrugada dos operários

Imagens mostram bastidores do trabalho noturno de homens de diferentes estados do País -- e até do Haiti -- para deixar cartão de visitas da capital pronto para inauguração

Geógrafos e arquitetos reagem a mudança na lei de parcelamento do solo em Goiânia

Em trâmite na Câmara de Goiânia, projeto de lei complementar pode levar sustentabilidade a se tornar um "sonho nostálgico", dizem signatários de carta

Lulinha processa jornalista de O Globo e diz que não recebeu dinheiro de Fernando Baiano

Advogado de Lulinha sustenta que o colunista Lauro Jardim publicou notícias falsas

Não é o UFC que está salvando a carreira de Jon Jones. É o atleta que pode salvar o UFC

Ex-campeão dos meio-pesados pode reduzir a modorra das lutas de MMA do UFC e pôr mais dinheiro no caixa dos irmãos Fertitta

10 provas de que Goiânia é uma das cidades mais peculiares do mundo

Em comemoração ao aniversário de 82 anos da cidade, Jornal Opção preparou lista que mostra por que a capital goiana é tão particular

Silas Malafaia demite 40% dos funcionários da editora Central Gospel e culpa a crise econômica

O mais aguerrido crítico religioso do governo do PT e da presidente diz que demitiu para manter a empresa viva

Levy sobre Orçamento de 2015: “Não há pedalada”

Em mesa redonda no Rio de Janeiro, ministro da Fazenda disse que não existem atrassos em repasses do Tesouro para os bancos públicos neste ano

Marconi é condecorado na Bélgica e acerta ida de mais uma empresa para Anápolis

Governador disse que a comenda coroa o esforço que sempre fez para mostrar as potencialidades de Goiás no exterior