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A Imprensa deve considerar que o indivíduo, mesmo sob acusação grave, pode ser inocente e tem o direito de expor, de modo o mais amplo possível, o contraditório
A queda do Airbus A321 da Rússia expõe a falta de comunicação entre os serviços de inteligência mundiais e as falhas que tornam o combate ao Estado Islâmico uma missão aparentemente impossível
De diversas partes do mundo, os longas têm debatido gênero e sexualidade – tema tabu diante do conservadorismo e preconceitos enraizados na cultura
O deputado federal Marcos Abrão, que está sendo bem-sucedido em Brasília, deve apoiar o pré-candidato do PSB a prefeito de Goiânia, Vanderlan Cardoso. Presidente do PPS, Marcos Abrão talvez tenha mais o perfil do candidato que o goianiense quer. É jovem, arrojado, moderno, tem vontade de “crescer” na política. Se candidato, sairia bem atrás, mas, se expuser um discurso avançado para a capital — na área de habitação popular, por exemplo —, talvez crescesse rapidamente. Vanderlan Cardoso, embora tenha sido candidato a governador duas vezes, patina em terceiro lugar, atrás de Iris Rezende e do deputado Waldir Soares, e sem perspectiva de crescimento. Porque não está nem estagnado — está caindo. O motivo: está sendo solapado por Waldir Soares, que, aos poucos, está sendo visto como “a” a alternativa eleitoral possível a Iris Rezende.
As prévias do PSDB para definir o candidato a prefeito de Goiânia serão realizadas em março ou abril, afirma o presidente do partido, Afrêni Gonçalves. “Elas terão algumas variáveis. Os pré-candidatos precisam ter um projeto para a sociedade e pesquisas serão consultadas. Outras variáveis ainda vão ser definidas.”
O comentário na base do governador de Goiás, Marconi Perillo, em Anápolis é um só: o deputado federal Alexandre Baldy, do PSDB, precisa assumir que é, de fato, pré-candidato a prefeito. Políticos locais, inclusive tucanos, dizem que não são procurados por Alexandre Baldy. Pelo contrário, são olimpicamente ignorados.
Livro
Livro reúne oito artigos, escritos por pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG). Trata-se da segunda obra de crítica literária sobre a escritora Marina Colasanti em Goiás; e uma de qualidade. A primeira é de Vera Tietzmann, professora da UFG, que também participa desta última publicação.
Autores: Kelio Junior (Org.), Marcos Nunes Carreiro, Fabiana Valadão Macena, Meire Lisboa, Isabel de Souza, Ludmila Andrade e Gisely Marques.
Preço: R$ 20,00
Editora: Kelps
Música
Mais pop, o décimo álbum de estúdio da banda inglesa, “Music Complete”, conta com participações de Elly Jackson (La Roux), Iggy Pop e Brandon Flowers.
Music Complete
Intérprete: New Order
Preço: R$ 35,90
Golfetti
Filme
Com Michael Douglas e Diane Keaton, a comédia-romântica conta a história de um corretor de imóveis egocêntrico que pede ajuda à sua vizinha para cuidar da neta.
Um Amor de Vizinha
Direção: Rob Reiner
Preço: R$ 29,90
Playarte
O pré-candidato a prefeito de Goiânia pelo PSB, Vanderlan Cardoso, tem comentado que precisa de uma vice que robusteça sua campanha ou pelo menos tenha tempo de televisão.
O nome de Simeyzon Silveira tem a simpatia, mas o tempo de televisão de seu partido é quase nada. O PPS tem mais tempo de tevê, mas não tem um nome de destaque na capital, excerto o deputado federal Marcos Abrão, que não quer ser vice.
O que fará Vanderlan? Por certo, vai aguardar a definição da chapa tucana. Digamos que o vice de Jayme Rincón, ou de outro candidato do PSDB, não seja Virmondes Cruvinel, do PSD. Excluído da disputa da chapa governista, resta ao PSD dois caminhos. Lançar candidato próprio — Cruvinel, Thiago Peixoto ou Francisco Jr. — ou compor com outro candidato.
É provável que, conforme o quadro político do início de 2016, Vanderlan Cardoso ofereça sua vice ao PSD do ex-deputado federal Vilmar Rocha. Uma chapa com Vanderlan e Cruvinel não é nada fraca.
Se Vanderlan é visto como um outsider em Goiânia, Cruvinel é apontado como insider.
Vale acrescentar que o PSD vai jogar para si e por si, não para reforçar a musculatura do PSDB, nas disputas de 2016 e 2018.
Do deputado Sandes Júnior: “Eu não sei se o deputado Waldir Soares vai deixar o PSDB, mas estou convicto de que vai disputar a Prefeitura de Goiânia”. Qual o motivo de tanta convicção. “Ser candidato em Goiânia, onde obteve mais de 170 mil votos, é a verdadeira obsessão do delegado. Ele não esconde isto de ninguém.” Líderes dos principais partidos da base do governador Marconi Perillo desconfiam que há uma tentativa, nada sutil, por parte da cúpula de fortalecer exclusivamente o PSDB para a disputa eleitoral de 2016. Os líderes não apresentam publicamente suas desconfianças sobre a “hegemonia excessiva” do tucanato. Porém, internamente, as discussões começam a pipocar.
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Candidatos em Aparecida[/caption]
O presidente do PSDB em Goiás, o ex-deputado Afrêni Gonçalves, afirma que a parceria administrativa entre o governador Marconi Perillo, do PSDB, e o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, do PMDB, é sólida. “Mas trata-se de uma parceria administrativa, porque gestor não faz oposição a gestor. Nós vamos lançar candidato a prefeito e não vamos compor com o PMDB de maneira alguma.”
Afrêni sublinha que o PSDB de Aparecida tem quadros políticos e técnicos qualificados. “Um partido que conta com Ozair José [vice-prefeito], Silvio Benedito [comandante-geral da Polícia Militar], Alcides Ribeiro [empresário], Cybelle Tristão [vereadora] e Manoel Nascimento [vereador] não pode pensar em lançar vice do PMDB. Um deles vai disputar a prefeitura. Agora, se o PMDB quiser nos apoiar, aceitaremos de bom grado.”
O tucano frisa que o presidente da comissão provisória do PSDB em Aparecida é indicado pelo deputado Waldir Soares.
“Waldir Soares certamente pedirá votos para nosso candidato em Aparecida. Ressalte-se que é forte eleitoralmente no município”, frisa Afrêni Gonçalves. “O deputado federal João Campos e o deputado estadual Mané de Oliveira também subirão no palanque tucano no município. Como Maguito Vilela não será candidato, a tendência é o PSDB eleger o próximo prefeito da cidade. Nós temos os melhores nomes. Basta, portanto, fazermos uma campanha azeitada.”
[gallery size="large" type="slideshow" ids="51043,51045"] Realizado pela rádio Interativa e pela Fósforo Cultural, o “Palco Interativa” leva Ara Macao e Stefanini, duas revelações do pop goiano, aos palcos do Bolshoi Pub, na noite do domingo, 15. A entrada é no esquema “Quanto Vale o Show?”, com o mínimo de R$ 10. Parte do IV Simpósio Internacional de Ciências Sociais e da III Jornada de Museologia "Democracia e Ciências Sociais Hoje", a exposição "Chá, amor e fofoca em Teerã", de Janaynne do Amaral, fica em cartaz de 11 a 14 de novembro na Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Federal de Goiás, Campus II.
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Divulgação[/caption]
A fim de valorizar a arte popular e problematizar a universidade como espaço público, cuja característica fundamental é a de pertencer à coletividade e, assim, ser um espaço de expressão e experimentação, o Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Goiás (DCE/UFG), juntamente com o Grêmio Estudantil do Instituto Federal de Goiás (IFG) e o Motim Cultural UFG, realiza a I Semana de Arte Popular em Goiás, o SAPo. Aberto e gratuito, o evento traz uma programação diversa com oficinas, rodas de bate-papo e apresentações culturais. Você fica por dentro na página oficial do evento no Facebook.
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Foto: Divulgação[/caption]
Continua acontecendo o Fake Fake Ilustraciones 6. A visitação para a exposição “Sertão Urbano”, na Galeria Potrich, é aberta de terça a sábado, sendo que, na quinta-feira, 12, acontece visitação guiada, com início às 19h. E se você chegar às 16h dá para descolar uma estampa em camiseta (R$ 15, fora o valor da camiseta; pode levá-la ou adquirir uma por R$ 25) ou um cartaz (R$ 30) dos artistas Beatriz Perini, Michelle Santos, Ramon Madeira e Luana Santa Brígida, pelo projeto Passa o Rodo (termina às 21h). Um dia antes, será realizada a Pequena Mostra de Animação no Sesc Centro (às 15h, infantil, e às 19h, adulto). Na sexta, tem o encontro “Mulheres que fazem arte, ilustração, quadrinhos e feminismo”, também no Sesc, das 14 às 18h. Sábado, Bia Bittencourt ministra a oficina de fanzine #DIY (sigla para “Faça você mesmo”), também no Sesc. Domingo rola a feira no Evoé Café. É só achegar. Para as oficinas, você pode se inscrever no site do festival.
O Jornal Opção perguntou para seis líderes partidários: qual vai ser o principal problema das eleições de 2016? Inicialmente, pensou-se que os políticos diriam que seria a campanha mais curta, pouco mais de 40 dias. Mas todos disseram que isto não será problema, porque se terá tempo, na pré-campanha, para expor nomes e projetos. O principal problema será, concordam os entrevistados, dinheiro. A campanha de 2016 tende a ser mais espartana. Por 2 motivos. Primeiro, há a crise econômico-financeira — que não será debelada em 2016. Há a possibilidade de se agravar. O empresário tende a colocar menos recursos na campanha. Segundo, e mais decisivo, na opinião dos políticos, é a questão de possíveis investigações tanto do Ministério Público quanto da Polícia Federal. Eles dizem que as prisões de empresários bilionários, como o presidente da Odebrecht, assustam empresários de grande, médio e pequeno porte. Os empresários temem que, mesmo colaborando como pessoa física, sejam convocados para apresentar explicações. É certo que não vão deixar de colaborar, pois muitos mantêm negócios e contatos com políticos, mas colocarão um pé atrás e vão se cercar de determinados cuidados. Noutras palavras, tentarão trabalhar mais na legalidade — se isto é inteiramente possível em campanhas eleitorais. O certo é que, desde já, vários empresários, afiançam os políticos, estão mais cuidadosos e, sobretudo, temerosos com o financiamento das campanhas. “No final, independentemente da mudança das leis, são os empresários que bancam as campanhas. Só quem tem excedente financeiro pode distribui-lo em campanhas eleitorais”, afirma um deputado federal.
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Divulgação[/caption]
Considerado um dos maiores festivais de música brasileiro, principalmente no quesito rock independente, o Goiânia Noise chega à sua 21ª edição. Realizado nas noites do dia 13 ao dia 15 de novembro, nos palcos do Martim Cererê, o festival traz inúmeras atrações. Bora conferir? No line up da sexta-feira, 13, as bandas goianas O Quarto Pecado, Moltkes, Sanguínea, Melodizzy, Quebrada, Chimpanzés de Gaveta, Dry, Coerência, Two Wolves e Girlie Hell se juntam à brasiliense Worsa, à paulista Monofuzz, às cariocas Indiscipline e Chapamamba e à banda Dead Fish, do Espírito Santo, para animar a galera. No sábado: Rural Killers, Peixefante, Sheena Ye, Almost Down, The Revengers, Half Bridge, Ineffable Act, Neuroticos (JAP/BRA), Nervochaos (SP), Vish Maria, Dehuman (BEL), Krow (MG), Overfuzz, Volúpia de Baco, Beto Cupertino, The Galo Power, Oitão (SP) e John Wayne (SP). No domingo, se apresentam A Mentira Oculta, Components, Suttura, Henzga, Yetis, La Morsa, Ímpeto, Pedrada, Señores, Valdez (DF), Bruto (DF), Zefirina Bomba (PB), Mechanics, The Overalls (AUT), Ressonância Mórfica, Woolloonggabbas e Ratos de Porão (SP). Os ingressos custam R$ 20, 1º lote, e R$ 45, o passaporte.

