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Senador tucano Ataídes de Oliveira: “Até que enfim”[/caption]
O senador Ataídes de Oliveira (PSDB), logo após o anúncio do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB)-RJ), de que estava aceitando o pedido de abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), disse efusivo: “Até que enfim!”. Em contrapartida, Kátia Abreu abordou o assunto em sua conta no Twitter: “Continuo acreditando na honestidade da Presidente Dilma. Não se curvou à chantagem e à corrupção! Valeu Dilma”, disse a também senadora tocantinense, ministra da Agricultura.
Para Ataídes, o povo brasileiro “já pode começar a respirar mais aliviado”, uma vez que “a perspectiva de impeachment renova as esperanças de um Brasil melhor e acende uma luz no fim desse túnel escuro em que o país foi mergulhado pelo PT”.
O senador havia pronunciado um duro discurso em plenário pouco antes de Eduardo Cunha anunciar que tinha acatado o pedido de impeachment. Ao se manifestar sobre a votação da mudança da meta fiscal de 2015 – de um superávit de R$ 55 bilhões para um déficit de R$ 119 bilhões – Ataídes não economizou críticas ao governo. “Não deveríamos estar aqui votando essa barbaridade, mas, sim, julgando o impeachment desse governo ladrão, incompetente e irresponsável”, atacou o senador.
O prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela (PMDB), teria convencido Leandro Vilela, seu sobrinho, a disputar a Prefeitura de Jataí. O ex-deputado federal está trabalhando com Júnior Friboi e estava pensando em continuar na iniciativa privada. Porém, atendendo a um pedido do tio.
A Assembleia Legislativa aprovou por unanimidade, na quarta-feira, 2, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que estabelece metas e prioridades da administração estadual. Dentre outras normas, a LDO prevê a estrutura e a organização dos orçamentos do Estado para 2016. Para o próximo ano, a receita prevista é de R$ 10,136 bilhões, valor superior em 4,23% com relação ao montante de 2015. A matéria foi aprovada com emendas parlamentares e foi relatada pelo deputado Amélio Cayres (SD). David Torres, secretário do Planejamento e Orçamento, enfatizou que após a aprovação da LDO, a expectativa do governo gira em torno da votação dos projetos da Lei Orçamentária Anual (LOA) e do Plano Plurianual (PPA/2016-2019), que já tramitam na Casa.
Com a intenção de descentralizar as atividades de seu gabinete, a deputada federal Josi Nunes (PMDB) realizou atividades do seu projeto Roda de Conversa nos municípios localizados no Norte do Estado. A parlamentar ouviu os moradores e suas reivindicações de melhorias para as cidades e prestou contas da sua atuação parlamentar no Congresso Nacional. “Esse contato direto com os eleitores é muito importante para que nós possamos realizar nossa atividade parlamentar pautada pelas necessidades da população”, avaliou.
De um irista juramentado: “O prefeito de Aparecida de Goiânia. Maguito Vilela, é o político mais dissimulado do PMDB”. Onde e quando o irista ouviu tal pérola? “Várias vezes”, admite, “no escritório de Iris Rezende”. O peemedebista diz que “Maguito é o tipo de político que enfia a ‘faca’ nas costas do ‘aliado’ e ainda fica rindo”. Iris Rezende, segundo o irista, não perdoa a relação “extremamente civilizada” de Maguito Vilela com o governador de Goiás, Marconi Perillo.
Mulheres e homens de negócios, líderes e presidentes de entidades de classe ligados ao setor produtivo atestam que semanário exerce papel fundamental na discussão dos principais temas da economia goiana e do País
O vice-presidente da República, Michel Temer, confidenciou para um político goiano que o PMDB nacional vai apostar todas suas fichas em Goiás no deputado federal Daniel Vilela. Tese (única que de fato vigora em Brasília) de Michel Temer: Daniel Vilela, por representar o novo e, sobretudo, por ter sido muito bem votado para deputado federal, é o nome certo para se fazer investimento político. Bancado agora, pode render novos frutos — mais deputados e senadores — em 2018. É a aposta do veteraníssimo político de São Paulo. “Daniel tem vontade e energia”, afirma um temerista. Insista-se: Temer cobra mais deputados e senadores do PMDB goiano em Brasília. O que, provavelmente, Iris Rezende não tem mais condições de oferecer.
Um aliado de Michel Temer sublinha que Iris Rezende, em termos de política regional e nacional, é carta fora do trabalho. Esgotou-se. No máximo, o peemedebista se tornou um político municipal, quer dizer, de Goiânia.
Comentário atribuído a Iris Rezende: “A represa do Mariano estourou de vez”. É uma referência dupla: aos acontecimentos trágicos de Mariana, em Minas Gerais, e, fundamentalmente, ao vice-prefeito de Goiânia, Agenor Mariano (PMDB) — que se tornou inimigo figadal do prefeito Paulo Garcia (PT).
De um irista empedernido: “Iris Rezende e Iris Araújo jogaram fora todas as fotografias que tinham em casa com o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia”. O rompimento, como se vê, não é fachada, não. É tão verdadeiro quanto uma nota de 100 reais. A palavra mais usada para definir Paulo Garcia, no escritório de Iris Rezende, é “marconista”. E, claro, como xingamento.
Perguntado sobre Iris Rezende, Michel Temer sugeriu que o respeita, mas que o PMDB precisa apostar num político que tem futuro e condições de disputar o governo do Estado e, também, enviar deputados federais e senadores para Brasília.
O deputado Virmondes Cruvinel, convicto de que se terá em 2016 a campanha mais longa da história — embora oficialmente seja curta —, não vai esperar março para colocar seu bloco na rua. Virmondes Cruvinel disse ao Jornal Opção que respeita todos os pré-candidatos do PSD, mas que é preciso começar a discutir Goiânia, com ideias para administrá-la e situá-la de fato no século 21, tornando-a contemporânea de todos os goianienses, desde já. Na opinião de Virmondes Cruvinel, outros partidos estão se posicionando e, inclusive, conectando a eleição de 2016 à de 2018. O partido que sair forte da disputa de Goiânia, apresentando seu ideário de modo consistente, será mais atraente para os eleitores na sucessão do governador Marconi Perillo. É uma de suas principais apostas.
De um deputado: “Recomenda-se que o ‘especulador imobiliário’ Samuel Belchior pare de falar em nome do PMDB de Goiás. Ele precisa desencarnar e admitir que não é mais presidente do partido”. “Quando era presidente, Samuel Belchior vivia ‘escondido’, cuidando de seus múltiplos negócios na área de loteamentos, e agora, que não é mais nada no partido, fica posando de galo”, critica o parlamentar.
Pesquisas indicam que um novo Waldir Delegado Soares pode estar surgindo em Goiás, no município de Caldas Novas. Trata-se de um integrante da Polícia Militar. Ele deve ser candidato a prefeito. Se candidato, será um páreo duríssimo para o prefeito Evandro Magal, porque representa o novo e com um discurso tão radical quanto o do deputado-delegado. Se o militar fizer uma dobradinha com Waldir Soares, uma virada de mesa em Caldas Novas não será impossível.
O deputado federal Fábio Sousa (PSDB) encontrou-se com o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, na quinta-feira, 3.
Durante a conversa, em Curitiba, Fábio Sousa e Gustavo Fruet trocaram experiências políticas e discutiram desenvolvimento urbano, políticas públicas para o setor de saúde e participação dos municípios no combate à violência.

