Notícias
[caption id="attachment_31866" align="aligncenter" width="620"]
Edward Madureira: brevemente, o ex-reitor da UFG deve ser um dos
destaques do governo federal | Foto: Dermeval Saviani / UFG[/caption]
“Muito barulho por nada.” Este poderia ser o lema do PMDB, que criticou o deputado federal Daniel Vilela por ter indicado o professor-doutor Edward Madureira, ex-reitor da Universidade Federal de Goiás, para o cargo de secretário de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social.
Entende-se parte da “grita” do peemedebismo nacional, pois seus integrantes, por desconhecimento, não sabem que não se trata apenas de um “político do PT”, como disseram, ocupando um “espaço” dos aliados do vice-presidente Michel Temer. Edward é político — primeiro suplente de deputado federal —, mas é, sobretudo, um técnico altamente qualificado e pragmático. Ele sabe “arrancar” ideias do papel e transformá-las em ações. Sua escolha foi, portanto, um ato de inteligência, independência mental e descortino do parlamentar goiano. O ministro de Ciência e Tecnologia, Celso Pansera, está satisfeito com a eficiência e a capacidade de trabalho de seu subordinado.
[caption id="attachment_52006" align="aligncenter" width="620"]
Foto: Yocihar Maeda[/caption]
O presidente do PT em Goiânia, deputado estadual Luis Cesar Bueno, diz que o partido vai financiar pesquisas eleitorais para contribuir no afunilamento e definição do candidato a prefeito da capital. “Nós vamos trabalhar intensamente para o candidato que for escolhido”, sublinha o petista. “Para enfrentar um candidato como Iris Rezende, apontado como favorito, precisamos de pesquisas qualitativas.”
Luis Cesar não exclui Edward Madureira, mas a maioria dos petistas avalia que, ao aceitar um cargo federal e na cota do PMDB, dificilmente o ex-reitor da UFG terá condições de ser candidato em Goiânia, onde o principal adversário do partido é o peemedebista-chefe Iris Rezende. “Edward é um dos grandes valores do partido”, contemporiza o deputado estadual.
O petista sublinha que é visível que o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, está numa “boa” fase. “Paulo e o PT vão ser protagonistas nas eleições de 2016, apesar de todo o desgaste nacional do partido. Paulo avalia que, do ponto de vista eleitoral, as coisas só começam a ficar claras a partir de abril. Por enquanto, o que há, no geral, é jogo de cena, mas não definições. O que parece muito sólido hoje amanhã poderá estar enfraquecido e o que parece fragilizado pode se tornar forte.”
Paulo Garcia, frisa Luis Cesar, “vai reorganizar o centro de Goiânia e está fazendo um belo trabalho na periferia”. O deputado avalia que “tentar isolar e ‘emparedar’ Paulo, como parte do PMDB está tentando fazer, é um equívoco. A gestão do prefeito está cada vez melhor e isto é visível para todos. Inicialmente, são os formadores de opinião que percebem o fato e vão comentando, mas, aos poucos, toda a sociedade vai percebendo que se está trabalhando, e muito, para melhorar a cidade, para requalificá-la”.
A presidente Dilma Rousseff, na opinião de Luis Cesar, “não vai sofrer impeachment. Ao ter Eduardo Cunha como propositor, matou-se, por assim dizer, a ideia de impedimento. O petismo sabe se mobilizar para a ‘guerra’ e, por isso, vai mostrar que a presidente tem apoio público para continuar administrando o país e melhorando a vida da maioria das pessoas”.
Acredita-se que, para derrotar Ernesto Roller (PMDB), na disputa pela Prefeitura de Formosa, só um milagre ou um quase-santo. Há quem queira lançar padre Mário Vieira para prefeito, com a missão de enfrentar o peemedebista. O religioso não sugere que pretende disputar. Se concorrer e atrair o presidente da Câmara Municipal, Jurandir Alves, para a vice, tem chance de ser eleito.
Não se trata de metáfora a respeito de uma possível queda eleitoral. Na verdade, o prefeito de Águas Lindas, Hildo do Candango, sofreu um grave acidente doméstico na semana passada. O piso de sua residência estava molhado e Hildo do Candango escorreu e caiu de costas. O prefeito fraturou três vértebras e está imobilizado por um colete. Mesmo assim, Hildo do Candango continua fazendo política. Seu principal rival na disputa pela prefeitura tende a ser o ex-prefeito Geraldo Messias. Vai ser uma guerra de gigantes.
O Dia da Justiça é celebrado em 8 de dezembro, como o objetivo de homenagear o Poder Judiciário e todos os profissionais responsáveis em fazer com que a justiça seja cumprida. A data foi estabelecida por meio do artigo 5º do Decreto de Lei nº 1.408, de 9 de agosto de 1951 e é considerada feriado em todo o território nacional — ou seja, no Dia da Justiça todos os fóruns e ofícios de justiça não funcionarão. Mesmo sendo oficializado apenas 11 anos depois, o Dia da Justiça é celebrado desde 1940, em referência a imagem da Imaculada Conceição. No dia em que se comemora o Dia da Justiça, os magistrados escolherão a nova diretoria da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (Asmego). Duas chapas concorrerão ao sufrágio. Uma delas é a Magistratura Unida, de situação, liderada pelo juiz Wilton Miller Salomão e tendo o desembargador Carlos Alberto França como vice. Já a oposição tem a chapa Democracia Efetiva: Valorização, Transparência e Ética, que se apresenta tendo como candidato o juiz Paulo César Alves das Neves e como 1º vice-presidente a juíza Fláviah Lançoni Costa Pinheiro.
Embora a chapa do candidato Lúcio Flávio tenha se sagrado a grande vitoriosa nas eleições da OAB-GO, a mesma deverá tomar posse sob o manto de uma liminar que põe em cheque as possíveis irregularidades dos candidatos Arcênio Pires, Marisvaldo Cortez, Thales Jayme, Alline Rizzie e Estênio Primo. O julgamento de medida cautelar deveria ter ocorrido na terça-feira, 1º, mas foi adiado sine die.
Os ministros Gilmar Mendes e Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitaram na noite da quinta-feira, 3, duas ações, propostas separadamente por parlamentares do PT e do PCdoB, que tentavam barrar o processo de impeachment na Câmara dos Deputados. A decisão que autorizou o processo foi lida pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ainda há no Supremo um pedido de mesmo teor protocolado pelo PCdoB e sob a relatoria do ministro Luiz Edson Fachin, que pediu manifestações da Presidência da República, da Câmara e do Senado sobre a decisão de Cunha (PMDB-RJ) de acolher um pedido de impeachment. Também foram solicitadas informações à Procuradoria-Geral da República (PGR) e à Advocacia-Geral da União (AGU).
Ajuste fiscal e descalabros administrativos colocam o país frente a frente com uma depressão e escurecem ainda mais os horizontes de 2016
[caption id="attachment_45490" align="aligncenter" width="620"]
Prefeito de Luziânia | Crédito:Y. Maeda[/caption]
Pintou desespero no grupo do prefeito de Luziânia, Cristóvão Tormin. Seus aliados, percebendo que Marcelo Melo consolida sua liderança com folga — consta que os eleitores, antes de serem pesquisados, já gritam, de longe: “Marcelo Melo”, espécie de Coca-Cola da política do município —, começaram a dizer que o tucano vai acabar desistindo da disputa.
O que eles não explicam é como alguém pode desistir de uma disputa se lidera todas as pesquisas de intenção de voto?
Não se deve transformar o funcionalismo em vilão de um processo em que é vítima e sujeito. Mas a sociedade precisa decidir se está certo deslocar a maior parte dos recursos de todos para pagamento de salários de alguns
O PSDB é forte no Entorno do Distrito Federal, pelo fato de que tem o governador do Estado. Mas a situação do partido não é nada fácil. É muito provável que o partido eleja apenas um prefeito na região — o de Luziânia. Marcelo Melo é hors concours.
[caption id="attachment_53697" align="alignright" width="620"]
Dilma Rousseff: por que não investigar com rigor os fundos de pensão? Porque será mais um escândalo na cota do petistmo[/caption]
É revoltante o argumento usado por muitos (Fernando Henrique Cardoso inclusive) para defender Dilma Rousseff e seu malfadado mandato (que parece ter terminado sem mesmo ter começado).
O mantra de que Dilma Rousseff é honesta, e não se apropriou do dinheiro público, ao contrário de outros petistas (como José Dirceu), é uma cínica afirmação ideológica das esquerdas para evitar um impeachment. Levar bilhões de dólares de dinheiro público para Cuba, por exemplo, sabendo tratar-se do mais suado dinheiro do trabalhador brasileiro, ciente de que esse dinheiro faz falta na mesa de muitos lutadores pobres e honestos, que é muitas vezes subtraído da educação de seus filhos ou da saúde de seus pais, torna a presidente tão culpada quanto Paulo Roberto Costa ou Renato Duque, dois notórios envolvidos no escândalo da Petrobrás. Desvio de dinheiro público de suas reais finalidades — o retorno em benefícios para o povo que o confiou ao governo — será sempre criminoso, qualquer que seja a finalidade do desvio. O bolso em que foi parar, de um ladrão ou de um ditador, pouco importa.
Se a candidatura de Lula da Silva era democraticamente aceitável, dado sua conhecida trajetória no movimento sindical e na política, a de Dilma Rousseff desde o início inspirava cautela. Novata, com carreira política inexistente, pouco se sabia dela, e esse pouco não era lá muito recomendável. Pertencera a um movimento terrorista e quando alardeava que lutara por uma democracia contra uma ditadura estava mentindo desbragadamente, pois estava a serviço do regime cubano, que desejava, com todas as suas forças, estender sobre o Brasil. Lutava a favor de uma ditadura contra um regime militar forte, mas que só mesmo com uma distorção ideológica cínica poderíamos classificar de ditatorial.
Dilma Rousseff estava mentindo quando alardeava portar um diploma de doutorado que nunca existiu. Exibia uma arrogância e um destempero que, hoje se sabe, tinha uma serventia: esconder a insegurança que acompanha a incompetência de quem foi além do que era capaz. O resultado está à vista e há muito tempo: a presidente não pode fazer um pronunciamento que não seja escrito (por alguém mais) pois não sabe terminar um raciocínio apenas começado. Não consegue encadear um pensamento e traduzi-lo em palavras. Tornou-se a rainha dos anacolutos.
Se abandonada com seus malformados e incompletos raciocínios, Dilma Rousseff é capaz de saldar a caxirola (aquela castanhola inventada pelo músico Carlinhos Brown para a copa do mundo, e que não vingou), ver o cachorro oculto atrás da criança, descobrir a mulher sapiens, dobrar a meta inexistente, saudar a mandioca e combiná-la com o milho, além de armazenar o vento. Mas isso não é o pior. O pior é se julgar entendida em energia e querer baixar por decreto a conta da luz e com isso levar o caos ao setor elétrico; é se julgar sábia em economia e provocar uma recessão no país e uma inflação na moeda; é ver, por omissão ou incompetência se institucionalizar a corrupção em seu governo; é contemplar, por uma política equivocada de segurança e direitos humanos, uma mortandade igual à de Paris dos atentados do mês passado, acontecer, a cada dia no Brasil.
O PT é um partido único. Conseguiu a proeza de ter dois tesoureiros (Delúbio Soares e Vaccari), um ex-presidente (José Genoino), um ocupante do mais importante posto do Executivo — a chefia da Casa Civil (José Dirceu) —, um ex-presidente da Câmara dos Deputados (João Paulo Cunha) e um líder do seu governo no Senado (Delcídio do Amaral) como companheiros de cadeia por corrupção, além de outras figuras graúdas também presas ou processadas. Acredito ser um recorde mundial, difícil de ser batido no futuro. E esse pessoal continua entrincheirado no governo, a despeito de toda sua corrupção, incompetência e desvio ideológico. A cada dia, mais afundam o país. E os chefes supremos nunca sabem de nada.
A compra da refinaria de Pasadena, pela Petrobrás, com seu prejuízo bilionário aos brasileiros, deve ainda ter muitos — e grandes — desdobramentos. Internamente, na quase certa delação premiada de Nestor Cerveró e na muito possível de Delcídio do Amaral, que se sente, com razão, abandonado pelos “companheiros”. Externamente, nos processos que correm nas cortes americanas, onde dificilmente Dilma se sairá isenta, como presidente que era do Conselho da Petrobrás que aprovou e assinou a toque de caixa a desventurada compra, sabendo ou não das falcatruas ali escondidas.
É impressionante, como algumas figuras conseguem passar pelas malhas das investigações dos últimos escândalos. Lula e seus familiares, apesar do que se publicou, pouco ou nada foram incomodados. E não faltam motivos para incômodo: Sítio reformado pela OAS em Atibaia, apartamento tríplex decorado pela Andrade Gutierrez em São Bernardo do Campo, palestras pagas a preços de Prêmio Nobel pela Odebrecht mundo afora. Empresas enroladas, todas, na Lava Jato. E os rebentos Lulinha e Luiz Cláudio com as fortunas crescendo como os rios na enchente em períodos de muita chuva. O que me faz lembrar um meu vizinho de fazenda, de poucas letras, mas muita vivência e suas comparações com a natureza, que me dizia, falando de um prefeito que enriquecera rapidamente, de maneira suspeita, ainda no exercício do mandato: “Doutor, o sr. já viu enchente com água limpa?”.
Duas instituições que pedem uma devassa: BNDES e Transpetro. Até agora, em que pese os muitos indícios de desvios, um e outra permanecem mais ou menos preservados. O BNDES é o grande responsável por pelo menos dois fatos que pedem esclarecimentos e talvez punições: a entrega de grandes somas a grupos internos escolhidos pela cúpula política, os chamados “campeões nacionais” e que deram com os burros n’água, como Eike Batista e Sete Brasil; e os vultosos financiamentos a governos estrangeiros com pouca ou nenhuma capacidade de pagamento, quase sempre periclitantes ditaduras ou semiditaduras. Nesse último caso com o agravante de serem os recursos destinados a obras entregues sem licitação a empresas amigas da mesma cúpula política. E foram essas empresas que financiaram campanhas eleitorais ou fizeram grossos favores às autoridades do governo federal.
Fundos de pensão
Já a Transpetro, embora muitas notícias e mesmo denúncias tenham vindo a público, não mereceu até agora uma ação da Procuradoria-Geral da República. Sabe-se que foi presidida por um preposto do notório presidente do Senado, Renan Calheiros, durante anos, e que foi afastado a contragosto por exigência dos auditores independentes PricewaterhouseCoopers. Pertencente ao conglomerado Petrobrás, sendo uma de suas principais subsidiárias, estaria imune à onda de corrupção que varreu nossa maior empresa e quase a levou à falência? Não é o que dizem os jornais, e o procurador-geral Rodrigo Janot nada diz.
Se BNDES e Transpetro pedem investigação, o que dizer dos fundos de pensão? Se tomarmos apenas quatro fundos ligados a instituições governamentais (Previ, do Banco do Brasil; Petros, da Petrobrás; Funcef, da Caixa Econômica Federal, e Postalis, dos Correios) veremos que movimentam mais de 300 bilhões. Deveriam beneficiar mais de 1 milhão de funcionários que para eles contribuem com parcela razoável de seus salários. Administrados na sua maioria por petistas ligados aos governos Lula e Dilma, têm sido apontados como ninhos de corrupção e incompetência, e suspeitos de prejudicar seus associados — os funcionários cuja aposentadoria deveriam complementar.
Um exemplo é o Postalis, que no ano passado apresentou um déficit de 5,5 bilhões de reais, em boa parte explicados pela aplicação de seus recursos em títulos venezuelanos e argentinos, além de papéis das empresas de Eike Batista, num momento em que essas economias correm pela sarjeta. O Petros foi tomador de participação na Sete Brasil, hoje beirando a falência.
O Funcef também amarga um rombo de 5,5 bilhões de reais, do mesmo tamanho do buraco do Postalis, embora não se saiba publicamente o que o originou; e recentemente, o senador Aloysio Nunes, líder do PSDB, acusou o Previ de abrigar um rombo de nada menos que 7 bilhões de reais.
Esses déficits obrigam os funcionários a pesados descontos complementares em seus salários, anos a fio, para recompor as reservas desses fundos. As tentativas recentes para criação de uma CPI dos fundos de pensão têm esbarrado numa feroz tentativa do governo de impedir que sejam criadas, e quando criadas, de impedir que investiguem. Faz sentido: quem deve, teme.
Algumas empreiteiras goianas estão demitindo funcionários. Alegam que não têm caixa para bancá-los. Construtoras de edifícios também estão demitindo trabalhadores. Algumas imobiliários alegam que estão com dificuldades. Há imóveis sobrando para aluguel.
O empresário Vanderlan Cardoso, pré-candidato a prefeito de Goiânia pelo PSB, vendeu seu avião King e comprou um Sêneca. Especula-se que, como o King era usado para viajar para outros Estados, para fiscalizar as empresas, Vanderlan Cardoso, apesar das negativas, estaria mesmo vendendo seus negócios para fundos americanos. O King é o avião que gerou conflitos com Iris Araújo. Quando deputada, assim que Vanderlan Cardoso filiou-se ao PMDB, a mulher de Iris Rezende estaria usando o avião do empresário para se locomover no Estado, o que o desagradou. A informação, repassada ao Jornal Opção por um ex-secretário de Vanderlan Cardoso, é contestada pelo ex-prefeito de Senador Canedo. Ele diz que Iris Araújo não usava seu avião, pois tem sua própria aeronave. E acrescentou que, se ela precisasse, ele emprestaria o avião sem nenhum problema.
[caption id="attachment_53692" align="alignright" width="620"]
Estágio da Revisão do Plano Diretor Participativo é apresentado a vereadores e integrantes do ComCidade[/caption]
O Plano Diretor Participativo, legislação que rege sobre as questões urbanísticas do município de Anápolis, está em processo avançado de revisão. Por conta do estágio adiantado, várias discussões com a população foram realizadas na semana passada por meio de audiências públicas com o intuito de adequar o Plano à realidade da cidade.
Após meses de trabalho, a revisão está prestes de ser finalizada e o adiantamento da legislação foi apresentado a vereadores e aos integrantes do Conselho Municipal da Cidade (Comcidade), principais protagonistas da atualização do Plano Diretor Participativo. Aos dois grupos, tanto de vereadores quanto de integrantes do Comcidade, o prefeito João Gomes (PT) apresentou o que muda com a revisão do Plano, que tem necessidade de atualização a cada dez anos.
Segundo ele, a equipe está empenhada em cumprir este processo preponderante para o desenvolvimento de vários aspectos do município. “O empenho é total e precisamos continuar neste ritmo avançado”, disse João Gomes.
Chamou a atenção nas reuniões a delimitação de áreas do município de acordo com a relevância e utilidade, a exemplo das áreas de Interesse Social e Econômico. As duas zonas serão beneficiadas com a expansão do perímetro urbano do município, que será proposta na revisão do documento. Segundo João Gomes haverá dois processos importantes, ou seja, a consolidação dos distritos industriais, além de outras áreas para o fomento da economia, bem como a definição de áreas passíveis de habitação. “São dois aspectos importantes que vamos aprofundar nas discussões.”
Outro benefício a ser colhido com a expansão do perímetro urbano de Anápolis está ligado à preservação de áreas de interesse ambiental, a exemplo da região que fica próxima ao Ribeirão João Leite. O presidente da Câmara Municipal, Lisieux Borges (PT), afirma que os vereadores estão presentes em todas as atividades ligadas à revisão do Plano Diretor, com objetivo de dar providência ao processo da melhor maneira possível. “A Câmara se faz presente nesta questão de suma importância para o município”, disse.
A próxima etapa da revisão do Plano Diretor Participativo de Anápolis será realizada segunda-feira, 7, com mais uma audiência pública que vai apresentar outro tema ligado à parte de zoneamento e parcelamento do solo. O evento será a partir das 19 horas no auditório do Parque Ipiranga. Ao término de todas as etapas, o projeto final será encaminhado à Câmara Municipal para as providências.

