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Júnior Friboi e os irmãos Joesley e Wesley Batista[/caption]
A coluna Painel, da Folha de S. Paulo, publica, neste sábado (9/1), que diretores da empreiteira OAS -- acusada de formar cartel para fraudar licitações da Petrobras --, tinham apelidos para executivos de outras empresas.
Mensagens no celular do ex-presidente Léo Pinheiro mostram, por exemplo, que os irmãos goianos da JBS Friboi, Júnior, Joesley e Wesley Batista, era chamados de "os do boi grande". Já os da Odebrecht, de "alemães".
O ex-presidente Léo Pinheiro foi condenado a 16 anos de prisão por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Ele foi preso em novembro do ano passado, mas já responde em liberdade.
O juiz Sérgio Moro condenou a empreiteira por ter pago propina nos contratos das obras das refinarias Abreu e Lima, em Pernambuco, e Getúlio Vargas, no Paraná.
Vale ressaltar que a JBS Friboi não é citada na Lava Jato.
Petista ainda não foi definida como candidata do partido, mas é inegável sua alta capilaridade
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Antônio Gomide, Maguito e Daniel Vilela: união de Anápolis, Aparecidade de Goiânia e capital contra a base aliada[/caption]
O raciocínio é simples. Minar a base aliada do governador Marconi Perillo (PSDB) no processo de sucessão ao governo estadual em 2018, nas três principais cidades goianas: Goiânia, a capital, Aparecida de Goiânia e Anápolis. Isso significa que, a partir das eleições municipais deste ano, pode ser iniciado um processo de efetivação de uma aliança política envolvendo o prefeito de Aparecida, Maguito Vilela (PMDB), o deputado federal Daniel Vilela (PMDB) e o ex-prefeito de Anápolis Antônio Gomide (PT).
Mas afinal, como se daria esta aliança política abrangendo duas siglas que, internamente, são divididas por grupos e tendências com longo histórico de falta de unidade partidária? Tudo dependerá da sobreposição do grupamento liderado por Maguito em relação ao do cacique Iris Rezende. Se os Vilelas conseguirem sobrepor o decano peemedebista da liderança da legenda, o caminho estaria aberto para a consolidação da aliança com o PT da tendência de Gomide e de seu irmão, o deputado federal Rubens Otoni (PT).
A partir daí, a engenharia política para definição de cabeça de chapa, vice e Senado seria uma discussão sobre a qual não é possível fazer projeções neste momento. O estágio inicial se concentrará na formatação de uma ampla frente política que uniria três players políticos, respectivamente de Goiânia, Aparecida e Anápolis. Ou seja, três “grandes” dos maiores colégios eleitorais de Goiás. É de ressaltar que nestas cidades, com exceção de Anápolis, o PSDB de Marconi e partidos aliados nunca apresentou grande rendimento eleitoral.
Antônio Gomide teria a missão de tomar os votos dos tucanos em Anápolis. Eleito prefeito duas vezes (2008 e 2012), sua administração na “Manchester Goiana” foi uma das mais bem avaliadas da história da cidade. Os índices de 80% de popularidade à frente do Executivo municipal anapolino o credenciaram a disputar o governo em 2014. Apesar do revés nas urnas, o petista conseguiu ganhar de todos os candidatos no primeiro turno em Anápolis. Fato que demonstra grande capital político que será de fundamental importância para a reeleição do prefeito João Gomes (PT) em 2016 — e para os planos eleitorais de 2018.
Em ascenção
Já Daniel Vilela é uma força em ascensão. Vereador por Goiânia, deputado estadual por uma legislatura e, atualmente, deputado federal, o peemedebista sempre obteve votação expressiva na região metropolitana e em Jataí — município da região Sudoeste do Estado. Jovem, de boa estampa, trato fácil com aliados e adversários, o filho de Maguito tem afiado seu discurso e preparado novos planos que o levam para caminhos mais notórios na política. É inegável que o Palácio das Esmeraldas esteja em seu radar.
Apesar de ter sofrido duas derrotas seguidas (2002 e 2006) na tentativa de retornar a chefia do governo estadual, Maguito Vilela recomeçou do zero sua carreira política ao assumir a desafiante tarefa de governar Aparecida de Goiânia. Sua gestão tem agradado os aparecidenses, fato que explica ter sido eleito duas vezes (2008 e 2012) ao Executivo do segundo mais populoso município de Goiás.
Como se nota, este provável eixo pode fechar, eleitoralmente, os três principais municípios ao PSDB e as siglas que compõem a base aliada. Sobrou a região do Entorno do Distrito Federal, que deverá ser uma “Stalingrado” na batalha por votos. Deve-se ressaltar que este cenário é distante, mas seus ruídos já podem ser ouvidos neste ano de eleições municipais. A base para que a aliança política entre o clã dos Vilela e dos Gomide se viabilize, inevitavelmente, passará por 2016. Portanto, para quem observa atentamente a política goiana, é bom ficar de olho.
De 11 a 21 de janeiro, o Espaço Culturama dá início à sua programação de férias, com atividades que estimulam a criatividade e sociabilidade de crianças maiores de sete anos. São manhãs e tardes de fotografia, blogs e vlogs, serigrafia (passar o rodo), aquarela, desenho, circo, teatro, música e street dance. O investimento em cada atividade é R$ 60. Você encontra a programação detalhada no site ou pela página oficial no Facebook.
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Issy Quinan, Evandro Magal, Chico Balla, João Gomes, Jânio Darrot, Misael Oliveira, Judson Lourenço e Jardel Sebba: alguns são favoritíssimos, como os dois primeiros, mas há outros que estão dando a volta por cima[/caption]
Mesmo quando eficientes, os prefeitos goianos têm dificuldades para administrar os municípios. Faltam recursos para investimentos e mesmo para pagar funcionários e fornecedores. O resultado é que há uma quebradeira generalizada. Oito prefeitos têm condições de serem reeleitos. Embora não sejam líderes nas pesquisas de intenção de voto, alguns deles estão em fase de recuperação. Issy Quinan, do PP, é favorito disparado em Vianópolis. Faz uma administração considerada qualitativa até por seus adversários, tanto que não tem rivais consistentes para a disputa de 2 de outubro deste ano. Evandro Magal, do PP, é favoritíssimo em Caldas Novas. É consistente tanto política quanto eleitoralmente. Tende a ser reeleito com facilidade e conta com o apoio da deputada federal Magda Mofatto (PR) e do deputado estadual Marquinho do Privê (PSDB).
Judson Lourenço (PMDB), de Santa Helena, não pretende disputar a reeleição, porém, dada sua consistência política e administrativa, é um nome forte. Pode ser empurrado para a disputa.
Jardel Sebba (PSDB), de Catalão, enfrentou uma fase difícil, mas está se recuperando. Pode surpreender Adib Elias (PMDB). Com fama de violento — numa gravação, fala em matar o empresário César da PC —, Adib Elias pode ser superado pelo afável e civilizado Jardel Sebba.
Jânio Darrot (PSDB) pôs a casa em ordem em Trindade e deve ser reeleito. Quando assumiu, em 2013, descobriu que o prefeito anterior, Ricardo Fortunato (PMDB), havia deixando a prefeitura quebrada. Aos poucos, de maneira organizada, ajeitou as contas da prefeitura e, agora, sua gestão está deslanchando. Se for reeleito, terá condições de fazer uma gestão até revolucionária. É um político decente e um gestor sério e comprometido com a sociedade. A deputada Flávia Morais, do PDT, pode apoiá-lo? É possível. Se o fizer, será imbatível.
Misael Oliveira, de Senador Canedo, não lidera as pesquisas, mas pode ser reeleito. Há um dado curioso: o prefeito do PDT é mais bem avaliado como administrador do que como político. Resta-lhe estabelecer um marketing eficiente que acoplem as imagens do gestor e do político. Zélio Cândido (PSB) é teleguiado por Vanderlan Cardoso; não tem identidade. A história de Divino Lemes (PSD), embora relativamente esquecida, não é positiva no município.
Em Itumbiara, Chico Balla (PTB), se tiver o apoio do líder José Gomes da Rocha, pode comprar o terno para a segunda posse. Não se trata de um gestor criativo e de um político popular como Zé Gomes. Porém, com o apoio do ex-prefeito, é favoritíssimo. E, até agora, a oposição não apresentou um nome sólido.
O problema de João Gomes é mais o PT do que sua gestão. O prefeito de Anápolis faz uma administração bem avaliada e articula politicamente com habilidade — tanto que mantém relação positiva com o governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB —, mas o fato de pertencer ao PT o prejudica. O que o favorece é sua imagem de empresário e de que não é um petista dos mais petistas.
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Iris discursa durante o evento na sede do PMDB, ao lado dos deputados José Nelto, Bruno Peixoto e o vereador e secretário Paulo Magalhães. Ao fundo, o deputado federal Daniel Vilela; embaixo (à esquerda), o vereador Wellington Peixoto, recém-filiado ao partido | Foto: Alexandre Parrode[/caption]
Na segunda-feira, 11, os principais líderes do PMDB reúnem-se com Iris Rezende, em seu escritório, para discutir a questão da presidência do partido. A proposta coletiva é que Iris assuma o comando, com o deputado federal Daniel Vilela na vice.
“O convite é intransferível”, afirma o deputado estadual José Nelto. Quer dizer, o convite é exclusivo para Iris Rezende assumir a presidência do partido, mas não é estendido a Iris Araújo e a Nailton Oliveira. Um ex-deputado frisa que “tanto Iris Araújo quanto Nailton, se assumirem o comando, vão manter o PMDB dividido. Iris Rezende, por sua história, pode agregá-lo”.
Iris Rezende aceitaria Daniel Vilela como presidente do PMDB? “Possivelmente não”, admite um irista. Se o peemedebista-chefe rejeitar o comando, sugerindo que vai disputar a Prefeitura de Goiânia, o caminho mais factível é manter Pedro Chaves na presidência. “Iris Rezende poderia indicar o vice e o tesoureiro, por exemplo”, sugere um parlamentar. “Torço para que Iris assuma e contribua para a pacificação do PMDB”, afirma José Nelto.
Daniel Vilela, por sua vez, está de mãos estendidas para Iris Rezende. Ele quer manter e ampliar o diálogo.
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Judson Lourenço: “Depois de 14 anos como vereador e duas vezes na prefeitura, avalio que dei minha contribuição para a sociedade”[/caption]
O prefeito de Santa Helena, Judson Lourenço, é apontado como um gestor eficiente. Mas o próprio peemedebista admite que fechou as contas, no final de 2015, com “extrema dificuldade”. Ante a dificuldade de gerir o município, dada a escassez de recursos, sublinha que “cresceu a possibilidade de não disputar a reeleição”.
Judson Lourenço frisa que o partido tem integrantes de ampla vitalidade política que podem disputar a prefeitura em outubro deste ano. “Cito dois nomes, o meu vice, Antônio Ribeiro, e o presidente da Câmara Municipal, Rones Ferreira, mas poderia citar outros de igual porte político e capacidade de gestão.” Ressalte-se que a maioria dos peemedebistas, devido à sua capacidade administrativa, prefere que Judson Lourenço seja o candidato.
O peemedebista arrola alguns motivos que podem levá-lo a não disputar a reeleição: primeiro, “é preciso abrir espaço para novos líderes, o que contribuirá para reoxigenar o partido”; segundo, “fui vereador por 14 anos e prefeito duas vezes. Portanto, já dei minha contribuição política e administrativa”; terceiro, “é uma tortura ser prefeito de um município quando se tem princípios e um pouquinho de vergonha na cara. Vive-se no limite”.
O governo federal, frisa Judson Lourenço, “concentra recursos e, por isso, os municípios vivem à míngua. Os prefeitos precisam fazer milagres para terminar o mês e o ano”. Os governos federal e estadual, afiança o prefeito, “atrasam os recursos para as cidades”. O resultado é que “a capacidade de investimento de uma prefeitura é próxima de zero”.
Comenta-se em Goiânia que o ex-governador Alcides Rodrigues pode se filiar ao PMDB. “Na verdade, nunca ouvi essa conversa. Pelo menos nunca falaram nada comigo a respeito. Portanto, não sei se procede que Alcides Rodrigues vai se filiar ou não ao partido.”
Políticos experimentados dizem que é impossível definir agora a chapa majoritária da base governista para 2018. Porém, como a candidatura do vice-governador José Eliton (PSDB) está praticamente acertada — é o nome natural, quase todos admitem —, assim como a postulação do governador Marconi Perillo ao Senado, especulam-se sobre outros nomes.
Há quem avalie que, para senador, serão candidatos o tucano-chefe, hors concours, e a senadora Lúcia Vânia, dado o fato de controlar dois partidos sólidos, o PSB, como presidente, e o PPS, que tem na presidência seu sobrinho Marcos Abrão. Sobram as vagas de vice e duas suplências. O vice tende a ser Thiago Peixoto (PSD). O senador Wilder Morais (PP) e o ex-deputado federal Vilmar Rocha (PSD) são cotados para as suplências de Marconi e Lúcia.
As prévias do PSDB estão convocadas para o dia 29 de janeiro. “Pegou fogo. Há quem queira mais prazo e que as prévias não sejam realizadas numa sexta-feira, e sim num sábado. Até agora, estamos cientes de que vão disputar as prévias Giuseppe Vecci, Fábio Sousa, Anselmo Pereira e Waldir Soares”, afirma o presidente do PSDB metropolitano, Rafael Lousa. O delegado Waldir? “Sim.”
A outros tucanos, o deletado disse, explicitamente, que não vai disputar as prévias e que será candidato a prefeito de Goiânia por outro partido. Na segunda-feira, 11, a cúpula vai reunir todos os pré-candidatos. “Vou acatar o que eles decidirem”, frisa Lousa. “A definição do nome do PSDB tende a afunilar a base.”
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Ridoval Chiareloto[/caption]
Ridoval Chiareloto afirma que o PSDB deve bancar o vereador Fernando Cunha Neto para prefeito de Anápolis. “Vou apoiá-lo. É da cidade, mantém diálogo com todos os segmentos, não tem arestas, é equilibrado, inteligente e tem tradição política. Alexandre Baldy não mora na cidade e não conhece seus políticos. Com uma união ampla da base governista, nós temos condições de eleger o prefeito.”
“Não devemos tratar o deputado Carlos Antônio como ‘galinha morta’. Eleitoralmente, mesmo sem estrutura, ele é ‘perigoso’, porque é popular”, afirma Ridoval Chiareloto. “O prefeito João Gomes não é um candidato ruim, mas o PT desgasta sua imagem.”
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Foto: Ivaldo Cavalcante[/caption]
Pré-candidato a prefeito de Luziânia, Marcelo Melo, do PSDB, é apontado como “quase-prefeito” pelos eleitores. As pesquisas de intenção de voto o apresentam como líder absoluto e revelam que a rejeição do prefeito Cristóvão Tormin (PSD) é uma das mais altas da história do município. “Mas estou me dedicando em tempo integral às articulações políticas com os líderes dos partidos e à formatação da chapa dos candidatos a vereador. A história ensina que sem trabalho não se ganha eleição. Sei que sou favorito, por meus méritos e pelo desgaste do prefeito, mas quero ampliar minha base eleitoral”, afirma.
O tucano terá o apoio do PSDB, do PSB, do PP, do PMB (com 21 deputados federais, terá um tempo de televisão vantajoso, além de estrutura) e de outros partidos. “Teremos o apoio pelo menos de oito partidos, cujos líderes têm coragem de enfrentar as possíveis pressões do prefeito.” O presidente do PSD, Vilmar Rocha, contrapõe: “Cristóvão tem uma imensa capacidade de trabalho e pode surpreender”.
O secretário de Gestão e Planejamento, Thiago Peixoto, é um dos responsáveis por alguns dos resultados positivos do governo de Marconi Perillo em 2015. “A gestão para além da crise” manteve o pagamento dos servidores públicos em dia, inaugurou 900 km de estradas reconstruídas e construídas, diminuiu o número de homicídios em Goiânia e entorno, bancou o Goiás Mais Competitivo e o Inova Goiás e obteve R$ 2,9 bilhões em investimentos, o que vai garantir cerca de 22 mil empregos.
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Vanderlan Cardoso | Foto: Renan Accioly[/caption]
A situação do pré-candidato do PSB a prefeito de Goiânia, Vanderlan Cardoso, é complicada e paradoxal. No primeiro turno, dada a quantidade de candidatos — e pelo menos dois deles, Iris Rezende, do PMDB, e Waldir Delegado Soares, do PSDB, extremamente populares —, suas chances não são altas.
Porém, se ultrapassar todas as barreiras e chegar ao segundo turno, sobretudo contra Iris Rezende, suas chances aumentam. Porque será articulada uma frente ampla, com todos os partidos da base marconista, inclusive com a participação do governador Marconi Perillo, para apoiá-lo. Antes Vanderlan, com o qual o tucano não tem contencioso pessoal, do que Iris.
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Foto: Fernando Leite/ Jornal Opção[/caption]
Enquanto cidades como Goiânia e Aparecida de Goiânia estão às voltas com graves problemas para a realização de matrículas na rede pública municipal, em Catalão a situação é totalmente oposta.
De acordo com o prefeito Jardel Sebba (PSDB), nenhuma criança ficará sem escola no município. Em com um detalhe a mais: as matrículas foram realizadas pela internet, sem que ninguém ficasse na fila para ser atendido.
Ou seja, além de alcançar uma das posições de liderança no quesito qualidade de ensino no Ideb em Goiás e no Brasil, Catalão dá exemplo agora de organização e inovação tecnológica no setor educacional.
A Educação, que sempre foi crítica no tempo em que o PMDB de Adib Elias governava a cidade, agora é modelo para o país, destaca o secretário municipal Souza Filho.
Nota 10, portanto, para o prefeito tucano Jardel Sebba, que demonstra ser um gestor de visão ao investir em Educação e fazer uma opção segura para o futuro de Catalão.
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Evandro Magal e Issy Quinan[/caption]
Os prefeitos de Caldas Novas, Evandro Magal, e de Vianópolis, Issy Quinan, são filiados ao PP e são os mais bem avaliados pelas populações de suas cidades. Os índices dos gestores superam 90%. É uma pena que o presidente do partido, Wilder Morais, não dê nenhuma atenção ao fato. O senador é nefelibata.

