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O vexame que a imprensa não descobriu

Um assessor de alto escalão relatou sobre o dia em que a imprensa salvou seu assessorado de um vexame. Na verdade, “passando recibo”, para ele, de outro vexame. Era o lançamento de uma cartilha importante para o órgão, do governo federal, conta ele. Ocorre que seu chefe não tinha lido absolutamente nada da cartilha que seria divulgada e o informou isso em cima da hora. Despreparo, negligência, chame-se como se quiser a postura do superior. A sorte foi que o despreparo não era só dele: nenhum dos jornalistas presentes à coletiva tinha lido o material. Ficaram “elas por elas”, com todos falando sobre o release e algumas generalidades. “Deus” está nos detalhes, dizia o arquiteto alemão Ludwig Mies van der Rohe. Uma leitura mais atenta, além do fornecido pela assessoria, é a base de uma boa reportagem. Jornalismo investigativo nas coisas micro, o que poderia ter desmascarado um agente público negligente. Mas a imprensa acabou cumprindo o papel que o governo gostaria: apenas declarou as formalidades.

DM imita Rubinho Barrichello e dá “furo pelo avesso”

[caption id="attachment_70715" align="alignnone" width="620"]Montagem de Rubinho com camisa: coluna do DM também se “atrasou”  | Foto: Divulgação Montagem de Rubinho com camisa: coluna do DM também se “atrasou” | Foto: Divulgação[/caption] A notícia foi veiculada no Jornal Opção — e na imprensa em geral, diga-se — na sexta-feira, 8: o deputado federal licenciado Thiago Peixoto iria deixar o governo estadual (ocupava a Secretaria de Desenvolvimento Econômico) e voltar ao mandato. A notícia, porém, só chegou na coluna “Fio Direto”, do “Diário da Manhã”, na terça-feira, 12, quatro dias depois. Uma notícia “barrichelliana”: é que o ex-piloto brasileiro na Fórmula 1 (não ex-piloto, porque está na Stock Car, categoria nacional por qual foi campeão no ano passado) ficou conhecido na internet com memes humorísticos que sempre o colocavam se referindo a algo bem atrasado – como desejar “Feliz Natal” na véspera da Páscoa, ou chamar as pessoas para o “Fora Collor”. A propósito, a fama de lento colou em Rubens Barrichello, mas não procede. Como piloto, foi o melhor brasileiro na F-1 depois dos que conquistaram títulos – Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna, três gênios das pistas.

Atrelar eleição deste ano à de 2018 é um erro

[caption id="attachment_10603" align="alignright" width="620"]marc iris Ausência dos líderes absolutos, Marconi e Iris, cria um vácuo, mas isso não quer dizer que as eleições de 2016 e 2018 estejam atreladas[/caption] A eleição municipal em Goiâ­nia, neste ano, está sendo tratada como uma prévia da próxima, ao governo, em 2018. Isso porque há um vácuo de lideranças no Estado, visto que os dois líderes-mor de Goiás não estarão na disputa: Iris Rezende (PMDB) desistiu de sua vida política, aparenta estar irredutível e não deve voltar; Marconi Perillo (PSDB) não pode disputar o quinto mandato. Mas é a ausência do último que cria os maiores problemas. Iris e Marconi eram os dois líderes absolutos de Goiás, aqueles cuja autoridade é inquestionável. Ao ser cada vez mais questionado dentro de seu próprio partido, Iris deixou de ser um líder absoluto e, atribui-se a isso uma parte de sua aposentadoria. Seu histórico é inegavelmente vitorioso, mas seu presente, embora ainda tenha muito vigor eleitoral, já não é inquestionável. Marconi, por outro lado, segue para se firmar cada vez mais como o líder absoluto que já é. Se conseguir dar o salto nacional que pretende, Marconi será, inquestionavelmente, o maior líder político do Centro-Oeste. Atualmente, é um dos nomes fortes do PSDB e tem chances reais de assumir a vice numa possível chapa pura tucana à Presidência da República em 2018. Assim, sua ausência numa eleição para um cargo que seria naturalmente seu, caso pudesse disputar, cria um vácuo. E não há, hoje, ninguém que esteja inquestionavelmente à altura política de Marconi para assumir o governo.  Do lado governista, José Eliton (PSDB) é o candidato natural, mas não inquestionável; o mesmo ocorre com Thiago Peixoto (PSD) — os dois são os mais cotados. Do lado oposicionista, Daniel Vilela (PMDB) é o mais capacitado, mas não é inquestionável; o mesmo ocorre com Ronaldo Caiado (DEM). É exatamente por essa falta de inquestionabilidade que a eleição deste ano é tratada como uma prévia da de 2018 e é o principal motivo para que os partidos da base estejam desunidos em Goiânia, apesar dos apelos de Marconi. Como o PSDB tem um pré-candidato à Prefeitura, os outros partidos com nomes fortes para tentar emplacar uma candidatura ao governo, tentam amarrar um eleição à outra. É o caso de PTB — que tem Jovair Arantes para a disputa ao governo — e PSD — que tem Thiago Peixoto ao governo e Vilmar Rocha ao Senado. Fora o PR da praticamente já anunciada pré-candidato ao Senado Magda Mofatto. Vem daí o principal motivo de divisão e que poderá fazer a base governista perder novamente em Goiânia. Do outro lado, Daniel Vilela, ao se guardar para a disputa ao governo, em 2018, perde a oportunidade de se tornar prefeito da capital e projetar sua carreira política, estando mais perto de se tornar um líder inquestionável, absoluto. Esquecem-se todos de que o momento do País, em 2018, será outro. Os nomes serão outros e as alianças e a reestruturação dos partidos também, assim como a mentalidade do eleitor. Dessa forma, 2018 não passa necessariamente por 2016 e atrelar uma eleição à outra é um erro que está sendo cometido pelos dois lados.

“O cidadão está desarmado e os bandidos cada vez mais armados”

Secretário de Segurança Pública detalha as ações que realizou para retomar a normalidade na área, mesmo com escassez de recursos, após o caos em que encontrou a Pasta

Heuler Cruvinel terá “batalhão” de apoiadores em Rio Verde

[caption id="attachment_70711" align="alignright" width="620"]Com uma ampla base de apoio, o deputado Heuler Cruvinel aumenta suas chances de sair na frente na eleição à Prefeitura de Rio Verde Com uma ampla base de apoio, o deputado Heuler Cruvinel aumenta suas chances de sair na frente na eleição à Prefeitura de Rio Verde[/caption] A pré-candidatura de Heuler Cruvinel (PSD) à Prefeitura de Rio Verde vai sendo mais encorpada a cada dia. Depois de ter tirado do adversário Lissauer Vieira (PSB) o PSL, o PHS e o Pros, mais três partidos estão praticamente certos no apoio a Heuler: PTC, SD e PR. Além do próprio PSD de Heuler, já estão na coligação PTN, PMB, PRB, PP, PTB, PMN, PSDB, PHS, PTdoB, PEN e Pros. Coordena­dor político da campanha de Heuler, o ex-vereador Aluizio Rodrigues diz que nada menos que cinco coligações proporcionais foram formadas, com 17 siglas, sendo que cada coligação terá 32 candidatos a vereador, perfazendo 160 nomes, dos quais 50 são mulheres. É uma estratégia pesada para garantir um batalhão de gente pedindo voto para o candidato majoritário e, ao mesmo tempo, consolidando uma base forte na Câmara para dar sustentabilidade à futura gestão. Afinal, tão importante quanto ganhar a eleição é ter condições de fazer uma boa administração. As convenções proporcionais começam a ser realizadas a partir desta quarta-feira, 20. E a convenção majoritária do PSD foi definida para o dia 4 de agosto, às 17 horas, no Ginásio Jerônimo Martins. Heuler tem se apresentado como uma possibilidade real de dar um novo ritmo à gestão de Rio Verde, que nos últimos anos tem se destacado no noticiário por várias irregularidades. No ano passado, por exemplo, a promotora de Justiça Renata Dantas de Morais e Macedo propôs ação civil pública contra o município e a empresa Art Plus Comunicação e Marketing Ltda., no valor de quase R$ 3 milhões. Segundo o Ministério Público, os contratos foram por meio do Fundo Municipal de Educação, com o próprio município e outro por meio do Fundo Municipal de Saúde, para prestação de serviços de publicidade e divulgação dos programas, ações e campanhas institucionais, sendo que há vários problemas justamente nas áreas de educação e de saúde. Isso significa que a prioridade da atual administração é mais divulgar do que fazer o que a população quer e precisa.

Hildo do Candango é favoritíssimo em Águas Lindas

[caption id="attachment_70709" align="alignright" width="620"]Na contramão dos outros prefeitos, Hildo do Candango deve se reeleger Na contramão dos outros prefeitos, Hildo do Candango deve se reeleger[/caption] Enquanto muitos prefeitos têm sofrido com os desgastes de suas gestões e, exatamente por causa disso, estão tendo dificuldades para se reeleger ou para fazer o sucessor, em Águas Lindas a situação é diferente. O prefeito Hildo do Candango (PTB), que já era favorito para a eleição deste ano, se tornou favoritíssimo depois que inaugurou quase todas as obras que estavam pendentes na cidade. Águas Lindas tem a incrível marca de R$ 1 bilhão investido em obras. É uma quantia que poucas prefeituras no Brasil conseguiram alcançar. Parte dessas obras estavam paradas devido à falta de repasse do PAC. Diante da situação, porém, Hildo economizou e chegou a tocar obras com dinheiro próprio da prefeitura. A inauguração das obras firmou a boa imagem que o prefeito já tinha na cidade e fez com que ele se distanciasse ainda mais dos outros candidatos — Ênio Tatico (PMDB) e Geraldo Messias (PTC), que estão praticamente empatados atrás de Hildo.

Marco Túlio, o “candidato paraquedista” de Águas Lindas

Em Águas Lindas, tem pré-candidato que, mesmo sem mandato, está sofrendo com um desgaste eleitoral fortíssimo. Trata-se de Marco Túlio (DEM). Ele até tem tentado se articular, mas poucos o conhecem na cidade. Acontece que Marco Túlio não mora em Águas Lindas. É senso comum entre os moradores de que, todos os dias, ele sai de Brasília rumo à cidade para tentar convencer a comunidade de que é o nome certo para administrar o município. Mas não tem convencido. A população o classifica como um “candidato paraquedista”. “Todos os prefeitos que passaram pela cidade são moradores pioneiros, com histórico de serviços prestados à comunidade. Ele não”, diz um morador.

Quem são os favoritos do PT para prefeito pelo Estado

[caption id="attachment_47458" align="alignright" width="620"]Prefeito João Gomes: milhas à frente dos possíveis adversários na disputa pela prefeitura Prefeito João Gomes: milhas à frente dos possíveis adversários na disputa pela prefeitura[/caption] O PT, embora esteja desgastado com toda a situação nacional, de afastamento da presidente Dilma Rousseff, segue forte em muitos municípios. Em Aragarças, a vereador Bruna Jacqueline é o nome do PT para prefeita. Na cidade, ela disputa contra José Elias (PSDB). Em Corumbá, o nome petista é Jairo Rodrigues, presidente do partido na cidade. Mas o nome com maior capilaridade eleitoral do partido é João Gomes, atual prefeito de Anápolis, que tem bons índices de aprovação e parte para uma campanha consistente e que conta o apoio de oito partidos, até agora, número que deve aumentar para 11, pelo menos. Estão com o PT anapolino, até o momento: o PSB do vereador Frei Valdair, PDT, PSD, PCdoB, PMN, PPL, PtdoB e PRP. Podem apoiar: PR, PP e o PMDB do vereador e pré-candidato Eli Rosa. As conversas continuam. Fora isso, há Adriana Accorsi, em Goiânia. O partido confia que a delegada tem condições para chegar ao segundo turno da eleição da capital.

Um papagaio de pirata

Dock Júnior [caption id="attachment_70702" align="alignnone" width="620"]Fazendo caras e bocas, o tocantinense Carlos Gaguim aparece para todo o Brasil na votação do impeachment  | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil Fazendo caras e bocas, o tocantinense Carlos Gaguim aparece para todo o Brasil na votação do impeachment | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil[/caption] O deputado federal Carlos Henrique Ga-guim (PTN) é conhecido por amar os holofotes, câmeras e microfones. É, reconhecidamente, o maior papagaio de pirata que o Tocantins já teve notícia. Quando foi governador do Estado, a exposição midiática nos poucos meses de governo foi maior do que a de qualquer outro que houvera ocupado o Palácio Araguaia por quatro anos. Na votação pela admissibilidade do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), eis que lá estava o parlamentar tocantinense acompanhando cada voto, fazendo caras e bocas a cada manifestação contrária, bem como interpelando aqueles parlamentares que ousassem ficar na frente das câmeras que acompanhava o sufrágio, o que poderia impedir sua exposição. O povo tocantinense sentia uma espécie de vergonha alheia ante a tamanha bizarrice.Rotularam-lhe de bobo da corte, para ser mais exato. A atitude do deputado foi motivo de chacota e piadas, não obstante ter se transformado em “meme” da internet. Após a jogada política de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – renunciar ao cargo de presidente da Câmara dos Deputados visando ganhar tempo e manter seu mandato –, a vacância daquele cargo tornou-se a cereja do bolo para o mundo político. O exercício da liderança chave e essencial para governabilidade do presidente interino Michel Temer (PMDB), mesmo que em um mandato tampão até 31 de janeiro de 2017, foi o canto da sereia para muitos parlamentares. E qual foi o deputado tocantinense que ouviu o canto mitológico da rainha das águas e se inebriou em seus devaneios? Acertou na mosca o leitor que respondeu: Carlos Gaguim! O parlamentar tocantinense foi o segundo a registrar a candidatura à presidência da Câmara e iniciou imediatamente uma campanha midiática que poucas agências de publicidade têm a capacidade de produzir. Quer seja na internet, através das redes sociais, quer seja através das “gaguinzetes” nos corredores do Congresso distribuindo panfletos em prol da candidatura, o barulho eleitoral aconteceu. É evidente que o deputado tocantinense não tinha qualquer chance de êxito na empreitada, mesmo porque ele faz parte do chamado “baixo clero” na Câmara dos Deputados. E de parlamentares do baixo clero no comando da Câmara os colegas querem distância neste momento de crise e de desgaste profundo da imagem da Casa. A maior prova disso é o desrespeito de todos eles pelas solenidades e ordens proferidas por Waldir Maranhão (PP). Gaguim apresentou um discurso populista e casuístico: uma de suas propostas era acabar com as sessões legislativas nas madrugadas. Cômico? Alguns dos pares também classificaram essa plataforma de campanha como tal. Ao discursar minutos antes da votação, ignorou o tripé de poderes independentes e harmônicos entre si, proposto por Montesquieu – Executivo, Legislativo e Judiciário – e vociferou que o primeiro poder pertence a Deus e o segundo às mulheres do Brasil, entre as quais, as congressistas com poder de voto naquele momento. Disse por fim representar mais de 250 deputados “novatos” e também pediu os votos deles. Definitivamente, Gaguim é um “showman” às avessas. Aconteceu o óbvio. Gaguim obteve 13 votos dentre os mais de 500. Em razão de o voto ser secreto é impossível precisar que votos foram estes, contudo, é possível deduzir que foram os do seu PTN, que tem exatamente 13 deputados na Câmara Federal. Foi, portanto, uma espécie de “voo de galinha”, um dito popular que por analogia compara alguma tentativa desastrosa aos voos daqueles bípedes, sempre curtos e fracassados. Foi vexatório, é bem verdade, para a grande maioria dos políticos, jornalistas, articulistas e eleitores. Entretanto, para Gaguim, uma vitória, um reconhecimento partidário, uma demarcação de território, uma exposição midiática de alcance nacional, mais um holofote para seu “invejável” currículo — certamente ele considera que isso lhe é vantajoso e o tempo dirá se é ou não. Veio o segundo turno da votação para a presidência da casa legislativa. Gaguim e o PTN – quase que oportunisticamente – ficaram ao lado do que se sagraria vencedor, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que paradoxalmente obteve votos até do PT. O deputado carioca ganhou a eleição com 285 votos, inclusos, evidentemente, os 13 do PTN. No mês de outubro o eleitor vai às urnas para as eleições municipais. Como sempre, candidatos que enxergam apenas o próprio umbigo e suas benesses pessoais estarão em grande número na disputa. Resta saber se os “Narcisos”, que como já dizia Caetano, odeiam o que não é espelho, terão sucesso.

Para se firmar como líder, Daniel Vilela deve disputar Prefeitura

Daniel Vilela é, de fato, o melhor nome que o PMDB tem atualmente para a disputa à Prefeitura de Goiânia. O vice-prefeito da capital, Agenor Ma­ria­no, e os deputados estaduais José Nelto e Bruno Peixo­to são nomes qualificados e que poderiam contribuir com a cidade. Porém, Daniel teria mais chances de convencer o eleitor, visto que é jovem e passa a imagem do “novo político”, aquele que se prepara para os desafios da gestão. Além disso, como presidente regional do partido, e de olho no governo em 2018, seria essa a oportunidade para que Daniel se apresentasse à população como um político de qualidade e, mais: testasse a si mesmo no Executivo. Se fizer uma gestão na capital, Daniel sai pronto para a disputa majoritária estadual nas próximas eleições e se firma como o líder do PMDB em Goiás.

Com novos equipamentos, Corpo de Bombeiros reforça trabalho em todo o Estado

Caminhão com escada Magirus: mais eficiência ganha novos equipamentos | Foto: Divulgação Caminhão com escada Magirus: mais eficiência ganha novos equipamentos | Foto: Divulgação O Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins (CBMTO), nos seis primeiros meses de 2016, realizou uma série de ações que contribuíram para o fortalecimento da segurança e a melhoria dos serviços oferecidos aos municípios atendidos pela corporação. Entre eles, a inauguração do Centro Esportivo Militar do Corpo de Bombeiros, a entrega de novas viaturas, a convocação dos remanescentes do concurso de soldado, além de cursos que especializaram ainda mais o trabalho dos bombeiros. Na Escola do Corpo de Bom­beiros Militar, os alunos recebem treinamento nas modalidades de xadrez, futsal, handebol, canoagem, tênis de mesa, atletismo, judô e natação. Para prática esportiva, os estudantes da rede municipal passaram por testes de aptidão e foram direcionados para modalidades afins. Atualmente, a escola atende 1.200 crianças e jovens do 1° ao 9° ano do ensino fundamental. O Comando Geral deu início ainda a uma série de cursos de formação, específicos para o trabalho de bombeiro. Entre eles, o de Atendimento Pré-Hospitalar (APH). O objetivo foi especializar os militares em APH para atender a demanda dos chamados dessa natureza que, hoje, representam cerca de 65% das ocorrências atendidas pela corporação em todo Estado. Vinte e sete bombeiros e um policial militar participaram do curso, que teve carga horária de 156 horas entre aulas teóricas e práticas, e estágios nas viaturas. Em abril foram iniciadas as aulas do Curso de Mergulho Autônomo (Cmaut), modalidade Mergulhador de Segurança Pública, que teve duração de 60 dias e habilitou os militares nos mais diversos ambientes e situações durante o mergulho. Além disso, o chefe do executivo, Marcelo Miranda (PMDB), fez o anúncio da convocação dos 67 candidatos remanescentes do Curso de Formação de Soldados dos Bombeiros, realizado em 2013. As aulas tiveram início em junho, tendo como objetivo au­mentar o quantitativo de militares do serviço operacional. Quanto aos benefícios entregues, um dos mais modernos equipamentos na área de salvamento, a Autoescada Mecânica, com alcance de até 32 metros de altura, foi entregue ao 2° Batalhão de Bombeiros Militar de Araguaína. A corporação também recebeu um caminhão Autobomba, que está sendo usada no combate aos incêndios. Para a aquisição das viaturas, foi destinado recurso de R$ 4,5 milhões pelo governo do Estado. Os equipamentos estão sendo usados para reforçar a segurança da população da cidade e da região. Já a Semana do Bombeiro 2016 trouxe uma série de novidades e uma gama de nove eventos que foram realizados em tempo recorde. Sendo eles: a Corrida da Tocha; a segunda edição do Protege Tocantins, que premiou as melhores imagens feitas por bombeiros durantes ocorrências; a sexta edição do Bombeiro de Aço, que este ano foi abrilhantada pela participação feminina. O projeto Bombeiros em Ação levou cidadania e realizou mais de 11 mil atendimentos aos moradores do Setor Lago Sul, em Palmas. O encerramento da semana aconteceu com a condecoração de 340 pessoas entre bombeiros, militares e membros da sociedade civil pelo governador Marcelo Miranda. As medalhas e condecorações são pelos serviços prestados e pelo apoio dado à corporação. A solenidade foi marcada pela entrega de três viaturas, além da inauguração do Centro de Manutenção de viaturas e equipamentos.

Os players do PSDB para prefeito no interior do Estado

O PSDB tem um terço dos prefeitos de Goiás; são 81. E a intenção do partido é a de aumentar esse número na eleição deste ano. Os tucanos têm favoritos em seis das cidades estratégicas. São elas: Trindade, onde o prefeito Jânio Darrot está bem avaliado e lidera a disputa; Catalão, com o atual prefeito Jardel Sebba; Anápolis, com o deputado Carlos Antonio; Jataí, com o vereador Vinícius Luz; Ceres, com Rafael Melo; e Poran­gatu, com Pedro João Fernandes, que é presidente do PSDB municipal. Porém, embora pretenda aumentar o número de prefeitos, o partido só terá candidato onde tiver competitividade. Se o candidato não for competitivo, o partido deverá apoiar outro.

PSB foi o único partido a se movimentar fortemente na pré-campanha

[caption id="attachment_59055" align="alignright" width="620"]A senadora Lúcia Vânia, o pré-candidato Vanderlan Cardoso e o vice-presidente nacional do PSB Beto Albuquerque em evento do partido na capital | Foto: Leo Iran A senadora Lúcia Vânia, o pré-candidato Vanderlan Cardoso e o vice-presidente nacional do PSB Beto Albuquerque em evento do partido na capital | Foto: Leo Iran[/caption] O PSB é, talvez, o maior exemplo de como se adaptar às novas legislações. Após as mudanças no código eleitoral, que modificaram a campanha a partir deste ano, o partido foi o único que começou, desde cedo, a se movimentar. Com um tempo de propaganda eleitoral mais curto, o PSB soube aproveitar as liberações em relação à pré-campanha e, desde o ano passado, tem promovido reuniões e se apresentado à população — o presidente nacional da Fun­dação João Man­gabeira, Renato Casagrande, esteve em Goiânia pelo menos quatro vezes desde o início do ano. Isso mostra que um partido organizado tem condições de se antecipar aos debates. É claro, isso só foi possível porque o partido definiu logo o seu candidato e começou a trabalhar. Além disso, o PSB conta com uma estrutura para dar sustentação à candidatura de Vanderlan Cardoso — três deputados estaduais, dois vereadores e um bom número de candidatos na região metropolitana de Goiânia, tanto ao Executivo quanto ao Legislativo. Em grande parte, esse up do PSB se deve à filiação da senador Lúcia Vânia, que assumiu a sigla no fim de 2015.

Vecci é o melhor nome para governar Goiânia desde Nion

“Temos candidato e é o melhor desde Nion Albernaz”. A fala de Afrêni Gonçalves, presidente regional do PSDB, sobre Giuseppe Vecci, o pré-candidato do partido à Prefeitura de Goiânia. Segundo ele, Vecci é o nome mais forte, em muito tempo, que a base do governo estadual tem para disputar a gestão da capital. “O que Goiânia mais precisa é de planejamento e gestão, e isso é o que Vecci mais fez na vida. Por isso, toda a base deveria estar apoiando sua candidatura”, diz.

Operação Brasil Central Seguro apresenta resultado positivo

[caption id="attachment_70693" align="alignnone" width="620"]Comandante Glauber e delegado Roger: foco maior na segurança Comandante Glauber e delegado Roger: foco maior na segurança[/caption] A Secretaria da Segurança Pública (SSP) e a Polícia Militar (PM) divulgaram o balanço da Operação Brasil Central Seguro, que envolveu mais de 1.200 oficias, entre policiais civis, militares e peritos oficiais. De acordo com o balanço divulgado em coletiva de imprensa pelo delegado-geral em exercício, Roger Kenewitz, e pelo comandante-geral da PM, coronel Glauber de Oliveira Santos, foram cumpridos 28 mandados de prisão, 106 mandados de busca e apreensão, 51 pessoas presas em flagrante e 15 Termos Circunstanciado de Ocorrência (TCO). As polícias apreenderam ainda 10 armas de fogo, 109 munições, 12,3 kg de maconha, 1,160 kg de cocaína, 550 gramas de crack, um carro, 4 motos e R$ 3.600 em espécie. Na coletiva, o delegado Roger Kenewitz afirmou que o êxito da operação deu-se, principalmente, pela atuação integrada das forças policiais. “Tanto a Polícia Civil quanto a PM vão continuar trabalhando conjuntamente para as próximas operações, integrando as forças no sentido de ampliar as ações de combate a criminalidade.” O comandante-geral da PM, coronel Glauber de Oliveira Santos, informa que este trabalho conjunto continuará em todos os eixos de atuação. “Estamos trabalhando conjuntamente de forma estratégica e com inteligência, para atuarmos com pontualidade e precisão nas ações, como aconteceu nesta primeira operação.” Ele destacou ainda o efeito da operação Brasil Central Seguro para população. “Esta operação teve um efeito muito positivo no sentido prático, por prender criminosos, tirar várias armas e drogas de circulação, combatendo a criminalidade, e também transmitindo uma sensação de segurança para o cidadão”, concluiu. A operação Brasil Central Seguro é resultado do planejamento estratégico das polícias do Tocantins, juntamente com os Estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Tocantins, Minas Gerais e do Distrito Federal. De acordo com o delegado Roger Kenewitz, a operação é fruto da construção de um pacto integrado de segurança interestadual. “A partir de uma recente reunião no Palácio Ara­guaia, em Palmas, os governadores dos seis Estados e do Distrito Federal se uniram na proposição de pacto de enfrentamento a criminalidade, em prol da segurança pública na região”, esclareceu.