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Temer e ministros discutem cenário para retomada do crescimento

Ainda nesta terça-feira, FMI melhorou a projeção para o PIB do Brasil; projeção de retração que em abril era de 3,8% passou para 3,3%

Mobilidade urbana: o que podemos aprender com as formigas?

Ricardo Ramos Alves Na quarta-feira, 5, foi lançado pela Prefeitura de Goiânia, o chamado “plano de mobilidade”, visando a melhoria no padrão de circulação de pessoas e bens do município. Uma semana antes, o jornal australiano “Journal of the Royal Society Interface”, publicou estudo mostrando “planos de mobilidade”, mas a partir de uma colônia de formigas. A iniciativa brasileira parece repetir a mesma trilha do Plano Diretor de Goiânia, aprovado em 2007: boa presença e envolvimento da área acadêmica e de técnicos, porém com quase nenhuma participação dos que “usarão” o sistema. Do outro lado do mundo, os responsáveis pelo estudo resolveram inverter a “ordem das coisas” e aplicar as regras que a natureza costuma produzir, observando o comportamento das formigas para depois aplicar no cotidiano. Seja qual for o nome ou tamanho do plano, parece haver algo em comum entre eles: a desconexão entre quem planeja a cidade e seus habitantes. E os resultados demonstram a falta de sintonia entre as pessoas e sincronia entre as ações. O modelo que se traduz nos estudos na Austrália, revela que a malha viária das formigas segue a lógica da “ligação mínima”, ou seja, as mais curtas possíveis, conectando-se sempre a um ninho mais próximo e não criando outras estradas novas para chegar até as árvores. Os humanos têm preferido utilizar modelos que encarecem o custo de manutenção das redes, pois aumentam os deslocamentos e não levam em conta as diversas distâncias e características locais, chamados em sua maioria de bairros ou setores. As formigas parecem entender melhor as diferenças locais, já que adotam ações diferenciadas para cada ninho. Tratam a questão da densidade e expansão do sistema com planejamento, nunca permitindo um crescimento desordenado e que possa colocar todo o sistema em risco. Um maior envolvimento das pessoas torna uma cidade “mais sustentável”; afinal, os espaços existentes necessitam ser compartilhados de forma inteligente. E boas práticas com atitudes individuais multiplicadas resultam em bens coletivos gerando um comportamento virtuoso, como é o dos insetos citados no jornal australiano. Trafegar pelas vias de “mãos vazias” e abrir espaços nas vias pa­­ra “aquelas que passam com co­mida”, sem ultrapassagem, são atitudes comuns — entre as formigas, segundo a reportagem. Me­nos solidários, os humanos não se acostumam a ficar em fila, sequer atrás de caminhões, conclui. Para colocar um plano de mobilidade em funcionamento, talvez Goiânia precisará se espelhar na resiliência das formigas que, ao invés de esperar o inverno chegar, já se preparam para isso no verão. Se iremos adotar um plano para pessoas, quem sabe não utilizemos o comportamento das formigas para refletir sobre os problemas do desenvolvimento e do planejamento urbano? Se a construção de uma cidade sustentável passa pelas pessoas, podemos nos esforçar para repensar nossos centros urbanos e — por que não? — em descentralizarmos e limitarmos o tamanho do “formigueiro”. Ricardo Ramos Alves é arquiteto e urbanista, mestre em Desenvolvimento e Planejamento Territorial. Professor adjunto no curso de Arquitetura e Urbanismo e Design de Interiores da Faculdade Estácio de Sá em Goiânia

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Vecci decide nesta terça (19) se desistirá da pré-candidatura à prefeitura

[caption id="attachment_70128" align="aligncenter" width="620"]O governador Marconi Perillo (PSDB) e o vice-governador José Eliton (PSDB) durante evento com Giuseppe Vecci (PSDB) | Foto: Goiano Sidney Tucanato: governador Marconi Perillo e vice-governador José Eliton durante evento de apoio a Giuseppe Vecci | Foto: Goiano Sidney[/caption] Desde a última semana, rumores da possibilidade do deputado federal Giuseppe Vecci (PSDB) desistir da pré-candidatura à Prefeitura de Goiânia tomaram conta do meio político do Estado. Apesar de tucanos desmentirem publicamente a informação, nos bastidores o sentimento tem ganhado cada vez mais força. Interlocutores do governo revelaram ao Jornal Opção que está marcada para a manhã desta terça-feira (19/7) uma reunião no escritório político do deputado federal, onde será definido os rumos da pré-candidatura de Vecci. No "QG veccista", ninguém ainda acredita na desistência. Contudo, reconhecem que é inegável a suspeita de uma possível saída do tucano da disputa. A definição oficial deve ser anunciada somente quando o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), voltar de férias. Giuseppe Vecci foi submetido a um procedimento cirúrgico na última semana, mas passa bem. Nota Segundo a assessoria do deputado, não foi marcada nenhuma reunião no escritório político do pré-candidato a prefeito de Goiânia pelo PSDB, deputado federal Giuseppe Vecci, "para tratar deste ou de qualquer outro assunto". "Reiteramos também que não está programada em sua agenda nada a respeito", completa.

Marcelo Melo e Cristóvão Tormin disputam voto a voto em Luziânia

[caption id="attachment_70707" align="alignright" width="620"]Marcelo perdeu, provisoriamente, a liderança, mas o jogo está embolado. Tanto ele quanto Cristóvão têm chances Marcelo perdeu, provisoriamente, a liderança, mas o jogo está embolado. Tanto ele quanto Cristóvão têm chances[/caption] Disputa acirrada em Luziânia. Marcelo Melo (PSDB) e o prefeito Cristóvão Tormin (PSD) estão, literalmente, disputando voto a voto. Pesquisa do Instituto Exata OP, de Brasília, registrada no TRE-GO, mostra que Cristóvão assumiu a liderança das intenções de voto. Na pesquisa estimulada, o atual prefeito tem 29,2% das intenções de voto, contra 27,3% de Marcelo; estão tecnicamente empatados, visto que a margem de erro é de 2%. Cristóvão ganhou força depois que inaugurou algumas obras na cidade, como a UPA 24 horas e alguns bairros que foram asfaltados. Até então, Marcelo estava na liderança. E são dois os pontos que podem desequilibrar a disputa: o primeiro é a rejeição do prefeito. Cristóvão tem uma rejeição de 39,9%, enquanto a de Marcelo é 18,9%. O número de indecisos, no cenário de disputa direta entre os dois é de 43,5%. Levando em consideração que os prefeitos têm sofrido com desgastes, Marcelo tem maiores chances de conquistar o voto dos indecisos, embora não seja o nome novo que as pessoas geralmente querem. Na espontânea, Cristóvão também lidera: tem 8,2%, contra 6,5% de Marcelo. Porém, nesse cenário, os indecisos somam 73,2%. Ou seja, os dois candidatos vão disputar voto a voto na eleição de outubro e vencerá quem errar menos.

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Cristóvão surpreende e lidera pesquisa para prefeitura de Luziânia

[caption id="attachment_70884" align="aligncenter" width="620"]Prefeito de Luziânia, Cristóvão Tormin | Foto: Y. Maeda/ Alego Prefeito de Luziânia, Cristóvão Tormin | Foto: Y. Maeda/ Alego[/caption] O prefeito Cristóvão Tormin (PSD) caminha para ser reeleito em Luziânia. A menos de três meses da eleição, o jovem conseguiu reverter o quadro contra seu principal adversário, o tucano Marcelo Melo, e lidera as intenções de voto na mais recente pesquisa divulgada pelo Instituto Exata OP, de Brasília (DF). Se em dezembro do ano passado Melo impunha quase 20 pontos percentuais de frente, o trabalho do prefeito para superar a crise econômica e política que assolou todos os entes da Federação mostra os primeiros resultados. Com 29,2%, Cristóvão é o preferido no levantamento, divulgado pelo Jornal de Brasília. O pré-candidato do PSDB tem 27,3%. Indecisos somam 20,9% e os que votariam nulo, 22,6%. Na espontânea (quando não são apresentados os nomes dos candidatos), o atual prefeito também aparece em primeiro lugar, com 8,2% de menções, ante 6,5% de Melo. Indecisos somam 73,2%. A pesquisa entrevistou 850 eleitores nos dias 1º e 2 de julho em todas as regiões da cidade. A margem de erro é de 2% e a pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Goiás, sob o número 09938/2016.

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