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Ingá é um distrito de Luziânia que, de tão gigante, breve pode se tornar cidade (na prática, já é). De lá devem sair dois candidatos a deputado estadual: a Professora Edna e o vereador Zé Maria (José Maria Martins dos Santos), do PTC.
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O Entorno de Brasília pode enviar ao menos três mulheres para a Assembleia Legislativa de Goiás: Aleandra Sousa (de Águas Lindas), do PTB, Lêda Borges (de Valparaíso), do PSDB, e Professora Edna (de Luziânia), eleita pelo Pros.
Numa prova de independência jornalística, o programa “Roda de Entrevistas”, da Televisão Brasil Central (TBC), vai ouvir o senador Ronaldo Caiado, pré-candidato do DEM a governador de Goiás.
O “Roda de Entrevistas” está alcançando imensa repercussão e, até, pautando as editorias de política dos jornais.
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Fabiana Pulcineli, repórter de O Popular | Foto: Facebook[/caption]
O senador Ronaldo Caiado, pré-candidato do DEM a governador de Goiás, está interessado no passe da jornalista Fabiana Pulcineli. Comenta-se, nos bastidores do caiadismo, que a repórter de “O Popular” montou um poderoso dossiê sobre personagens cruciais do Tempo Novo. Pode ser bravata, mas os democratas estão de olho na papelada.
Fabiana Pulcineli seria uma assessora de imprensa para a campanha, mas sobretudo seria a profissional apta a municiar o marketing do democrata com denúncias documentadas.
Pergunta shakespeariana: o Goiás Real, criação do indefectível deputado estadual José Nelto, vai fazer a defesa da candidatura de Ronaldo Caiado a governador em tempo integral?
Segundo José Nelto, o Goiás Real seguirá Ronaldo Caiado...
O prefeito de Goiânia, Iris Rezende, já avisou que os jornalistas comissionados que estiverem trabalhando, direta ou indiretamente, na campanha de Ronaldo Caiado devem pedir o boné o mais rápido possível — antes que sejam demitidos. Sabe-se que, nas redes sociais, algumas estocadas contra Daniel Vilela, o pré-candidato do MDB a governador de Goiás, saem da pena de jornalistas regiamente pagos pela Prefeitura de Goiânia. Iris Rezende e Iris Araújo já pediram os nomes dos “propagandistas do caiadismo” e vão, primeiro, adverti-los. Depois, o alcaide vai demiti-los, sem contemplação.
Depois do primeiro aviso, não haverá um segundo.
Na convenção, o PSD não aprovará nenhum apoio à candidatura de Daniel Vilela? Não se sabe. Vilmar Rocha mantém conversações positivas e republicanas tanto com o pré-candidato do MDB quanto com seu pai, Maguito Vilela, um articulador infatigável.
O ex-governador Maguito Vilela (MDB) é um político pacífico e seu estilo é parecido com o de Gandhi. Mas sabe bater e não tem medo de cara feia. Daqui pra frente, vai ser bateu-levou.
Pergunta de um jornalista da “Veja”: “Goiás só tem gigantes?” “Por que?”, inquire um repórter do Jornal Opção. “É que o candidato mais baixo é Daniel Vilela, com 1,83m.” De fato, José Eliton, do PSDB, e Ronaldo Caiado, do DEM, beiram 1,90m. Mas, no geral, os goianos são bem mais baixos do que os três postulantes ao governo do Estado.
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José Essado (saindo do MDB) precisa tomar “memoriol”. Em recente encontro organizado pelo caiadismo (e pela “Arena 2”, como está sendo chamada a dissidência liderada por Adib Elias), o ex-deputado disse que, como oposição ao tucanato, jamais aceitaria compor, politicamente, com o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Como diria Lula da Silva, é “menos verdades”.
Tempos atrás, José Essado negociou adesão à base do governador Marconi Perillo. Ele manteve conversas — republicanas, diga-se — com o tucano-chefe. Só não integrou a base aliada porque o deputado federal Roberto Balestra (PP) — que disputa com o ex-prefeito as bases políticas de Inhumas — vetou a aliança. Como escreveu o jornalista e escritor Ivan Lessa, “de 15 em 15 anos, o brasileiro se esquece dos últimos 15 anos”. Parece ser o caso.
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O prefeito de Pirenópolis, João do Léo (DEM) — também conhecido como João do Anti-Turismo (um vereador afirma que ele teria dito que os turistas só “sujam” a cidade) —, decidiu não patrocinar as cavalhadas deste ano.
Célebres nacionalmente, com destaque até no “Jornal Nacional”, as Cavalhadas são um símbolo histórico de Pirenópolis. A notícia da decisão de João do Anti-Turismo espalhou-se como pólvora, em e fora de Pirenópolis (no Congresso Nacional, até o deputado Tiririca teria falado em impeachment do alcaide), e desgastou, de vez, a imagem do prefeito.
O ex-prefeito Nivaldo Melo não era grande coisa, mas a população de Pirenópolis já começa a dizer: “A gente era feliz e não sabia”.
O PSD já tem maioria para bancar apoio à candidatura de José Eliton a governador de Goiás. Vencido internamente, Vilmar Rocha vai subir, ainda que a contragosto, no palanque do tucano.





