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A edição 43 do Jornal Opção, de 10 a 16 de outubro de 1976, traz na capa a nota de CR$1,00 (um cruzeiro), tão desvalorizada que ficou gigante, carregada com dificuldade pelo então ministro da Fazenda, Mario Henrique Simonsen. O auxiliar do presidente Ernesto Geisel havia anunciado, dias antes, um arrocho econômico para tentar frear a inflação. A charge é uma crítica à política econômica que atingiu também o governo do Estado de Goiás, já sem recursos e que enfrentaria a escassez monetária prevista no orçamento do ano seguinte, 1977.
A capa também destaca uma reportagem especial sobre a anistia e a possibilidade do início das discussões condizentes à perseguição política exercida pela ditadura civil-militar. O jornal questiona a demora de 12 anos, desde o golpe militar de 1964, para o início das negociações. A Lei da Anistia só foi assinada em 28 de agosto de 1979 pelo presidente João Baptista Figueiredo.
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Isolado, Wilder Morais estaria reclamando com Valdemar Costa Neto que não tem o apoio de Gustavo Gayer, Márcio Corrêa, Major Vitor Hugo e Carlinhos do Mangão
Nunca se ouviu da boca do senador Wilder Morais que não será candidato a governador de Goiás em 2026 pelo PL.

Porém, nos bastidores, Wilder Morais estaria reclamando, com veemência, de três políticos de Goiás: o deputado federal Gustavo Gayer, o prefeito de Anápolis, Márcio Corrêa, e o vereador Major Vitor Hugo, os três do Partido Liberal.
O senador tem reclamado, direta e reiteradamente, para o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.
De acordo com duas fontes do PL, Wilder Morais tem dito a Valdemar Costa Neto que, apesar de ser apresentado como pré-candidato a governador, não tem, a rigor, o apoio do PL no Estado, notadamente de seus líderes, como os três citados.

Wilder Morais estaria se sentindo isolado. Nem mesmo foi convidado para participar do movimento Acorda Goiás. Pelo contrário, foi desconvidado. Durante o encontro, um membro do PL chegou a pilheriar: “Acorda, Wilder!”
Vale ressaltar que Valdemar Costa Neto defende a candidatura de Wilder Morais. Os dois mantêm relacionamento estreito. Pode-se até sugerir que é mais candidato do presidente do PL do que dos Bolsonaros.
Márcio Corrêa já declarou que está apoiando o governador Daniel Vilela, pré-candidato à reeleição pelo MDB. O prefeito de Novo Gama, Carlinhos do Mangão, também já decidiu que estará no palanque do emedebista. Assim como vários outros prefeitos e integrantes do PL. Ligado a Jair Bolsonaro, o secretário de Cultura da Prefeitura de Goiânia, Ugton Batista, é um dos mais ardorosos defensores de Daniel Vilela. “Wilder pode diminuir o tamanho do PL em Goiás”, frisa Batista.

Gayer tem mais simpatia pela candidatura de Daniel Vilela do que pela de Wilder Morais. Porém, oficialmente, ainda não declarou que irá apoiar o postulante do MDB. Porém, seu silêncio em relação a Wilder Morais é ensurdecedor.
O senador é “dono” da sigla PL, mas não é o “dono” dos votos bolsonaristas e não tem o apoio da maioria dos prefeitos do partido. O político forte do Partido Liberal é mesmo Gustavo Gayer. Depois dele, os mais sólidos são Márcio Corrêa, Major Vitor e Carlinhos do Mangão.
Com quem Wilder Morais realmente conta, até o momento? O chamado trio parada dura: Nenzão, Baiano e Juninho. Entre os que têm mandato, conta com o apoio dos deputados estaduais Major Araújo e Eduardo Prado.

Isolado, o que fará Wilder Morais? Não se sabe. O que se comenta é que estaria tentando se reaproximar da base governista, procurando uma composição que beneficie os candidatos a deputado estadual e federal do PL. Porque, se não fizer este movimento, assistirá os membros de proa do partido fazendo por contra própria.
“Se tiver o mínimo de ‘simancol’, Wilder Morais certamente concluirá que qualquer desastre eleitoral que atinja o PL em Goiás será atribuído a ele. Uma derrota de Gustavo Gayer terá o presidente regional do partido como principal responsável”, diz um membro da legenda que dialoga com os Bolsonaros. (E.F.B.)
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