Notícias
Queda do avião aconteceu próximo ao aeroporto, durante a tarde dessa terça-feira
Volta dos impostos federais aumentam preço da gasolina e etanol, consumidor final deve sentir mudança a partir desta quarta-feira, 1
O Brasil merece que o Lewandowski II se assemelhe ao I, escreve Demóstenes Torres
Governador prestigiou a posse da nova diretoria da Associação Tocantinense de Municípios, nesta terça-feira, 28, em Palmas
Justiça concedeu bloqueio de R$ 11 milhões dos suspeitos visando à reparação do dano causado às vítimas e ao meio ambiente
Leandro Gomes da Silva estava escondido na cidade de Campo Alegre de Goiás. Na delegacia, permaneceu em silêncio
Antônio Caldas é apontado como um dos especialistas que mais entendem de preservação de patrimônio histórico no país
Cota para o exercício parlamentar pode ser alterada pela Assembleia Legislativa
Reforma administrativa de manter plano bilionário de investimentos no município
Vídeo mostra quando o agressor empurra e dá um soco na vítima
Aqui em Goiás, as duas siglas já são aliadas, mas ainda não são obrigadas a ter o mesmo posicionamento
O deputado federal Glaustin da Fokus, que compõem o grupo de trabalho de 12 parlamentares, afirmou que concorda com o pensamento do economista e professor da UEG Júlio Paschoal. O parlamentar disse que está desde 2019 envolvido no debate “para garantir que Goiás não seja penalizado”.
“Estar entre os 12 deputados do grupo de trabalho que discute o tema na Câmara não significa que apoio a PEC 45. Participo exatamente para jogar luz à discussão e defender não apenas Goiás, mas todos os outros estados que podem ser severamente prejudicados caso essa proposta seja aprovada”, afirmou.
Nesta terça-feira, 28, a convite de Glaustin, a Secretária de Economia de Goiás, Cristiane Schimdt, participou da primeira reunião do grupo de trabalho. “Levaremos o debate para o Estado e ouviremos todos os setores envolvidos”, garantiu.
Segundo ele, a contribuição de todos, incluindo os “especialistas como o professor Júlio Paschoal, é muito importante para a discussão é sempre muito bem-vinda”. Para o parlamentar é preciso, neste momento, “diálogo e cooperação para enfrentar esse desafio necessário que é promover uma reforma tributária no nosso País”.
“Tenho repetido que defendo uma modernização do nosso sistema tributário que é muito defasado, mas que não permitiremos que avance uma proposta prejudicial a Goiás”, finalizou.
Reforma tributária justa

O Jornal Opção indagou o economista Júlio Paschoal de qual seria a reforma tributária que traria justiça social. “Antes de fazermos uma reforma tributária, tínhamos que conhecer as reais necessidades do financiamento do setor público. Para isso o país, deveria fazer uma reforma administrativa, séria que cortasse os excessos dos três poderes da república”, ensina. “Sem essa reforma, a tributária será o mesmo que enxugar gelo”, emendou.
Questionado se é a favor do imposto único, ele destacou que a cobrança deveria ampliar “a base de tributação e que, portanto, tivesse uma alíquota menor, sem modificar o sistema de tributação, passando da origem para o destino”.
Paschoal reforçou a importância dos incentivos fiscais, que são essenciais para “conter parte das desigualdades sociais e regionais. Retirando a possibilidade dos Estados, os concederem o prejuízo será grande”, alerta.
Para o momento econômico do país, o professor enfatiza que seria necessário modernizar o ICMS, ou seja, retirar os excessos de obrigações, como substituição tributária, multas e juros. “Há uma proposta da ADIAL BRASIL, nesse sentido apresentada pelo deputado Marcelo Ramos do PL, do Amazonas”, aponta.
Outra questão problemática destacada pelo especialista é a falta de uma política nacional de desenvolvimento para o Brasil. “Sem o retorno de uma política nacional de desenvolvimento, como o país experimentou de 1930 a 1980, não a que se falar em retirar dos estados menos dinâmicos, presentes nas regiões: Centro-Oeste, Norte e Nordeste, a possibilidade de alcance do desenvolvimento regional, pela integração, entre municípios polos e circunvizinhos, através da concessão de incentivos ou benefícios fiscais”, frisa.
Segundo a pasta, cada profissional é um caso específico para a pasta, dado a dinamicidade do processo de modulação
Vítimas foram socorridas e levadas para o Hugol
Proposta de autoria da vereadora Sabrina Garcez (Republicanos) prevê a instalação de barreiras físicas e placas a 100 metros a partir da nascente.

