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Iniciativa integra uma rede colaborativa liderada pelo Centro de Colaboração Interinstitucional de Inteligência Artificial Aplicada às Políticas Públicas (CIAP) da UFG
Expectativa é de que o documento chegue ao Congresso Nacional ainda nesta semana
Sete estados são considerados decisivos no pleito
Esta modalidade vem para simplificar ainda mais o uso do Pix, que já se consolidou como uma das principais formas de pagamento no Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou que Maria de Fátima Mendonça Jacinto Souza, conhecida como Fátima de Tubarão, comece a cumprir a pena de 17 anos, em regime fechado. Condenada pela corte pelo envolvimento nos atentados de 8 de janeiro, ela também recebeu uma multa de R$ 30 milhões de forma solidária com outros condenados, a título de indenização por danos materiais.
Fátima, 67 anos, foi apontada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e condenada pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrática de Direita, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa armada.
O caso foi julgada em plenário virtual na ação penal nº 2.339. “Determino o início do cumprimento da pena de reclusão, em regime fechado, em relação à ré Maria de Fátima Mendonça Jacinto Souza. À Secretaria Judiciária para que autue, com esta decisão, procedimento da classe Execução Penal (EP) e efetue a baixa da respectiva Ação Penal (AP), devendo as petições recebidas na ação penal serem trasladadas para os respectivos autos da Execução Penal”, afirmou Moraes na decisão.
Moraes citou um vídeo em que Fátima aparece durante as manifestações de 8 de janeiro em que um indivíduo diz que ela estaria ali "quebrando tudo". “Ela grita e comemora, diz que é ‘guerra’ e confirma ter defecado no banheiro do Supremo Tribunal Federal, ‘sujando tudo’. Ao fim do vídeo, diz que ‘vai pegar o Xandão agora’.”
Fátima já foi condenada por tráfico de drogas, em 2012, e responde pelos crimes de estelionato e falsificação de documento público em outro processo.
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Marcos Antônio da Silva, conhecido como Markim Goyá, é um nome familiar para os moradores do bairro Goiá, em Goiânia. Sua trajetória política começou há 24 anos, após um período como líder comunitário, onde desenvolveu diversos projetos sociais na região onde reside há 55 anos.
Markim ingressou na política em 2000, quando se lançou como candidato pela primeira vez. Naquela eleição, recebeu 857 votos, posicionando-se como o terceiro suplente pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT). Após essa experiência inicial, ele enfrentou um período de frustração e decidiu postergar sua próxima candidatura.
O retorno às urnas ocorreu em 2008, quando novamente se apresentou como candidato. Nessa eleição, obteve 2.350 votos e ficou como segundo suplente. Sua dedicação ao trabalho comunitário chamou a atenção do então prefeito Iris Rezende, que o convidou para ser diretor da Agência Municipal de Trânsito, onde Markim desempenhou um papel ativo até 2012.
Em 2012, Markim foi candidato novamente, desta vez pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB), e recebeu 3.361 votos, tornando-se suplente e assumindo interinamente o mandato por um curto período. A trajetória continuou em 2016, quando, em uma campanha de 45 dias, conquistou 3.352 votos, novamente ficando como segundo suplente.
Em 2020, durante a pandemia, ele recebeu 3.021 votos e ficou na primeira suplência pelo antigo Patriota (atualmente PRD). Apesar de não ter sido eleito imediatamente, a sua perseverança foi recompensada em outubro de 2023, quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reconheceu seu mandato, permitindo que ele assumisse a cadeira de vereador.
Nos 10 meses de mandato até agora, Markim Goyá tem implementado diversas iniciativas voltadas para sua base eleitoral. Entre suas ações, destaca-se a criação de uma escola de iniciação esportiva que atende 300 alunos, bem como um projeto de acolhimento para crianças neurodivergentes, que já beneficiou mais de 400 pessoas na área da saúde. Além disso, ele firmou parcerias para oferecer cursos profissionalizantes por meio do CINE e do Instituto Comunidade Batista.
Markim se comprometeu a trabalhar em pautas que abrangem a saúde, a educação e a mobilidade urbana, reconhecendo a necessidade de melhorias nessas áreas em Goiânia. Ele também manifestou preocupação com a drenagem urbana e a criação de um hospital municipal para atender as demandas de saúde da população.
Um ponto relevante em sua trajetória foi o apoio público ao prefeito Sandro Mabel, que começou bem antes das eleições. Markim foi o primeiro vereador a se declarar a favor de Mabel, com quem já havia trabalhado em campanhas anteriores. Sua relação próxima com o prefeito inclui discussões sobre a construção de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na região oeste.
Durante sua breve experiência em mandatos temporários, Markim conseguiu aprovar três projetos de sua autoria em primeira votação. Um deles propõe a meia gratuidade em eventos culturais para doadores regulares de sangue. Outro projeto visa a melhoria na infraestrutura de cabeamento elétrico e um terceiro se concentra na segurança nas proximidades de escolas e Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs).
Markim Goyá é conhecido por sua prática de ecumenismo, interagindo com comunidades católicas e evangélicas em seu bairro, o que contribui para sua popularidade entre os eleitores. Ele acredita que sua vocação para a liderança é um fator que sempre o guiou em sua trajetória política.
Com uma carreira marcada por tentativas e superações, Markim se prepara agora para um novo capítulo, comprometendo-se a trazer resultados para a população de Goiânia e a fortalecer sua atuação no legislativo. Ele enfatiza a importância da fé e esperança, prometendo um futuro mais iluminado e organizado para a cidade.
Ao olhar para o futuro, Markim Goyá afirma que sua missão como vereador é representar os interesses da população e atuar em prol da melhoria da qualidade de vida dos goianienses, destacando que sua jornada política é pautada por um profundo compromisso com sua comunidade.
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A base governista elegeu 27 dos 28 prefeitos da região. O MDB de Daniel Vilela elegeu 12 prefeitos, sobretudo os das maiores cidades
A base governista — leia-se governador Ronaldo Caiado, do União Brasil, e o vice-governador Daniel Vilela, do MDB — saiu fortalecida no Sudoeste goiano. Os líderes locais, candidatos ou não, deram sua contribuição para aumentar o poder eleitoral para disputas vindouras, como a de 2024..
Entre os gigantes eleitorais do Sudoeste estão, entre outros, o prefeito de Rio Verde, Paulo do Vale, do União Brasil; o deputado estadual Lucas do Vale, do MDB; o prefeito de Mineiros, Aleomar Rezende, do MDB; o prefeito de Quirinópolis, Anderson de Paula, do PDT; o prefeito eleito de Santa Helena, Iris Parreira, do MDB; e o prefeito eleito de Rio Verde, Wellington Carrijo, do MDB.
Há também aqueles que, mesmo não aparecendo tanto nos balanços eleitorais, foram cruciais para a vitória do governismo. Entre eles figura Manuel Cearense, espécie de representante político do MDB e de Daniel Vilela em todo o Sudoeste.
Modesto, Manuel Cearense costuma a atribuir as vitórias eleitorais — o MDB elegeu 12 prefeitos e, no todo, a base governista conquistou 27 das 28 prefeituras (perdeu apenas em Jataí) — sobretudo aos líderes principais, como Ronaldo Caiado, Daniel Vilela, Paulo do Vale e Lucas do Vale. “Há um sabor especial nas nossas vitórias: nós ganhamos do PL em todas as cidades onde o senador Wilder Morais lançou candidatos, exceto em Jataí.”
Mas poucos políticos andaram tanto pelo Sudoeste goiano — uma das mais prósperas regiões de Goiás — quanto Manuel Cearense. De tanto andar pelos municípios, articulando politicamente, candidatos e líderes locais começaram a chamá-lo de “Manuel do Daniel” e “Manuel do Sudoeste”. Manuel tem Gaúcho no nome, mas é identificado como Cearense (e, de fato, nasceu no Ceará, a terra da escritora Rachel de Queiroz). Daniel Vilela costuma brincar com a fama do correligionário e sugere que até as crianças de 5 anos pedem “bênção” para ele em todas as cidades. Porque é uma das poucas “autoridades” políticas do Sudoeste que tem força sem ter mandato.
Por que Manuel Cearense não disputa mandato de deputado estadual em 2026? “Não é a minha praia”, resume. “Articulei em 2024 e estou articulando para 2026 para fortalecer o MDB”, assinala.
Manuel Cearense frisa que, acima de tudo, está operando, desde já, para fortalecer a base político-eleitoral que vai bancar Daniel Vilela para governador em 2026. “Rio Verde — quer dizer, o Sudoeste — já tem um excelente vice para Daniel. Trata-se do prefeito Paulo do Vale, um dos melhores gestores da história de Rio Verde e do Sudoeste.”
Os prefeitos do MDB eleitos no Sudoeste
1
Mineiros

Em Mineiros, o MDB reelegeu o prefeito Aleomar Rezende, que obteve 79,89% dos votos válidos. A força local, claro, é do próprio Aleomar Rezende. O vice-prefeito também é do MDB.
2
Maurilândia

Em Maurilândia havia um grupo que mandava na cidade, praticamente como “dono”, havia 16 anos. Com o aval de Daniel Vilela, Manuel Cearense buscou um candidato decisivo para derrotar a oligarquia, o advogado Wanderval Silva Martins, do MDB, que foi eleito com 53,21% dos votos válidos. O presidente da Câmara também deve ser do MDB.
3
Aparecida do Rio Doce
Em Aparecida do Rio Doce, Manuel Cearense levou Edy Carlos Gonçalves — que todos na cidade conhecem como Bodão — para o MDB. Era filiado ao PSDB. O vice era do PSDB e agora é do pP.
4
Cachoeira Alta
Em Cachoeira Alta, o MDB não tinha nem vereador. Agora, elegeu o prefeito Marcelo Paula, com 65,32% dos votos válidos. “Com um detalhe extra: derrotamos o candidato do PL”, exulta Manuel Cearense. Desde algum tempo, com o apoio de Daniel Vilela, que Manuel Cearense atua na cidade.
5
Itajá

Em Itajá, por meio de Manuel Cearense, o MDB filiou Lucas Machado, que era do PSDB, e ganhou a eleição, com 53,44% dos votos válidos. “Derrotamos o candidato do PL, quer dizer, de Wilder Morais.”
6
Lagoa Santa
Adivair Gonçalves de Macedo era filiado ao PSDB e, ao se filiar ao MDB, foi eleito para o terceiro mandato, com 51,38% dos votos válidos. “O gostinho especial é que derrotou o candidato do PL.”
8
Santo Antônio da Barra
Em Santo Antônio da Barra, José Cândido, do MDB-raiz, foi reeleito para seu quarto mandato. “É um grande vilelista e meu amigo”, diz Manuel Cearense. “Ele obteve 71,65% dos votos válidos e derrotou a candidata do PL.”
9
Doverlândia

Em Doverlândia, Amilcar Júnior, do MDB, obteve uma vitória maiúscula, com 65,81% dos votos válidos. “É amigo de Daniel Vilela, de Lucas do Vale e meu”, destaca Manuel Cearense.
10
Porteirão
Em Porteirão, Henrique (João Henrique Silva), do MDB, foi reeleito.
11
Santa Helena

Em Santa Helena, frisa Manuel Cearense, Iris Parreira, do MDB, derrotou o candidato bancado pela oligarquia Rodrigues. “Trata-se de uma grande vitória”, diz Manuel Cearense.
12
Rio Verde

Na cidade mais próspera do Sudoeste, que conta também com o maior número de eleitores da região, o jovem médico Wellington Carrijo, do MDB, foi eleito com uma votação expressiva — 62,67% —, derrotando políticos experimentados. “Wellington é um médico respeitado na cidade, é claro, e contou com o apoio decisivo do prefeito Paulo do Vale”, postula Manuel Cearense. O MDB fez a maior bancada de vereadores — quatro.
12
Chapadão do Céu
Em Chapadão do Céu, o prefeito Vinicius Terin foi reeleito, goleando o adversário. Filiado ao MDB, ele conquistou 95,75% dos votos válidos.
“Não tripudio de adversários, mas os resultados da eleição me autorizam a dizer que, no Sudoeste, o MDB fez barba, cabelo e bigode. A região dará uma base sólida para Daniel Vilela disputar o governo em 2026”, enfatiza Manuel Cearense. “Cumpri minha missão. Agora é caminhar para a próxima disputa, com a possibilidade de que um político MDB, Daniel Vilela, retorne ao governo do Estado — e, possivelmente, com Paulo do Vale, do União Brasil, na vice. É uma chapa imbatível. Além do que teremos uma candidata a senadora, Gracinha Caiado, do União Brasil, muito forte.” (E.F.B.)
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