Os atuais conflitos armados que ocorrem no Oriente Médio estão todos interligados. Seja a situação entre Israel e o Hamas na Palestina ou o conflito entre a coalização dos Estados Unidos e Reino Unido para combater os Houthis no Iêmen. Todos possuem elementos em comum que os interligam.

Por exemplo, tanto o Hamas, Hezbollah e Houthis fazem parte do que é considerado como “eixo de resistência” na região e recebem financiamento do Irã. Com apoio dos aiatolás, seja em armas ou treinamentos, os grupos terroristas agem como “terceirizados” do país em conflitos. Seja na Faixa de Gaza, Iêmen ou na fronteira de Israel com o Líbano.

Além de buscar mostrar força contra os Estados Unidos e outros países ocidentais, os ataques comandados pelo Irã também tentam fazer frente contra vizinhos locais. Como no caso da Arábia Saudita, oponente histórica do regime de Aiatolá Khomeini.

Só que o Irã pode acabar entrando de vez nos conflitos após um ataque ao Paquistão. Em resposta, o país cumpriu a promessa de que responderia à altura e bombardeou posições iranianas. Uma situação que pode criar uma nova guerra na região.