A Escola do Futuro Sarah Luísa Lemos Kubitschek de Oliveira, de Santo Antônio do Descoberto, é o primeiro prédio público do Governo de Goiás a passar pela transformação ambiental prevista no Programa Oasis. A informação foi dada pelo secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Frederico Rodrigues, em entrevista ao Jornal Opção.

Segundo o secretário, a iniciativa busca reduzir a temperatura interna dos edifícios, aumentar a umidade do ar — especialmente durante o período de seca —, criar pequenas áreas de biodiversidade e melhorar a eficiência energética, diminuindo os gastos com eletricidade. “Começamos pelas Escolas do Futuro, que estão se tornando escolas verdes”, afirmou.

Diferentemente de iniciativas voltadas a metas de longo prazo, Rodrigues explicou que o Programa Oasis aposta em intervenções locais capazes de produzir resultados no curto e médio prazo. Entre as medidas previstas estão a implantação de telhados verdes e o plantio de árvores já adultas, em vez de mudas, para acelerar os efeitos ambientais.

Além da unidade de Santo Antônio do Descoberto, a Escola do Futuro José Luiz Bittencourt será a próxima a receber as intervenções. Também estão incluídas no programa a Escola do Futuro Paulo Renato de Souza, em Valparaíso de Goiás, e o HUB Goiás. “Queremos plantar algumas árvores aqui no HUB Goiás para avançar nesse processo”, disse o secretário.

Rodrigues afirmou ainda que a intenção é iniciar a transformação pelos equipamentos administrados pela Secti e, posteriormente, expandir o programa para outros prédios públicos estaduais.

Leia também: Escola do Futuro de Goiás abre inscrições para seleção de projetos sobre empreendedorismo feminino