Anápolis

Encontramos 479 resultados
Delegacia de Apoio ao Deficiente será inaugurada em breve

Na manhã de quarta-feira, 15, o titular da Delegacia do Idoso, Manoel Vanderic, apresentou ao prefeito João Gomes (PT) o projeto da Delegacia de Apoio ao Deficiente de Anápolis, cuja inauguração está prevista para o próximo mês. A nova delegacia funcionará junto a Delegacia do Idoso, no setor Novo Industrial. “Já iniciamos a reforma da nossa unidade e estamos preparando uma equipe capacitada para servir à população. Será a segunda delegacia no Brasil com essa especialidade. Colocaremos Goiás em destaque”, disse Manoel. O delegado regional Álvaro Cássio, que também estava presente na reunião, acrescentou que foi feito um levantamento que identificou essa demanda em atender, especificamente, os deficientes que estão em situação de risco e, por isso, as delegacias estão à procura de estrutura física e humana para implantar esse benefício na cidade. O prefeito sinalizou a disponibilidade da administração municipal para parcerias. “Temos nossas secretarias de Desenvolvimento Social e Saúde que já acompanham os trabalhos da Delegacia do Idoso. Acom­panhare­mos o projeto para garantir que os serviços sejam continuados”, afirmou.

Outubro Rosa no combate ao câncer de mama

De acordo com levantamentos do Instituo Nacional do Câncer (Inca), a cada ano, aproximadamente 14 mil mulheres morrem no Brasil de câncer de mama. Por isso, todos os anos, em outubro mo­numentos e espaços públicos são iluminados de rosa pa­ra representar a luta contra a doença. Em Anápolis, o viaduto Nelson Mandela foi enfeitado de faixas e banners, que fa­rão menção à campanha internacional Outubro Rosa. Nesta quarta-feira, 22, o Cais Mulher realiza o dia D e distribuirá rosas para conscientizar as anapolinas quanto à importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Durante a semana, serão feitos exames, consultas especializadas e palestras educativas. “Estamos em pleno século 21 e ainda temos mulheres morrendo por falta de exames preventivos. Além disso, nós entendemos que esse não é um assunto que interessa apenas ao universo feminino, pois todos nós temos peito”, afirma a vereadora professora Geli, destacando que a doença também atinge homens.

Plano é acabar com as erosões em 90 dias

Após várias tentativas sem sucesso, a região da Rua Leopoldo de Bulhões, no Centro, receberá, nas próximas semanas, intervenções para solucionar o problema de erosões existente há décadas. Segundo o secretário de Obras, Serviços Urbanos e Habitação, Leonardo Viana, o projeto, orçado em mais de R$ 4 milhões, será executado com recursos municipais e entregue em até 90 dias. “Além da construção de um muro de sustentação e drenagem do lençol freático da região, será realizado um estaqueamento metálico e o reforço do solo com atirantamento, que é um dos métodos mais modernos de contenção”, explicou Viana. A Secretaria de Meio Ambiente deverá acompanhar a obra, que fica próxima a uma das nascentes do córrego Catingueiro. “Foram mais de cinco meses dedicando esforços junto às equipes da prefeitura para que possamos garantir uma obra funcional, que atenda e dê segurança à população da região”, afirmou o prefeito João Gomes (PT).

Aliança com Gomide não fortalece Iris em Anápolis

[caption id="attachment_2841" align="alignright" width="620"]Foto: Fernando Leite O candidato peemedebista, Iris Rezende, obteve apenas 4,59% dos votos anapolinos e a proposta de aliança política para o segundo turno não favorece sua candidatura no município[/caption] No é segredo que o PMDB não é bem visto no município anapolino. O governo de Maguito Vilela (PMDB), de 1995 a 1998, deixou resquícios. A cidade não foi prestigiada pelo então governador como um polo industrial em expansão. E o resultado novamente apareceu nas urnas neste ano: o candidato ao governo de Goiás pelo PMDB, Iris Rezende, obteve apenas 9 mil votos (4,59%) em Anápolis. Nessa conta, alguns fatores interferiram. Primeiro, a gratidão do eleitorado anapolino pelo governo municipal do petista Antônio Gomide. O imbróglio com o então vice Tayro­ne Di Martino que renunciou à candidatura na última semana antes das eleições, não tirou Gomide do páreo e o petista levou 56,41% dos votos de Anápolis, quase 111 mil eleitores. Segundo, o tucano Marconi Perillo soube bem destacar as obras que fez no município. A aprovação se mostrou nos 34,13% dos votos, ou seja, cerca de 65 mil eleitores votaram no candidato tucano. Porém, o voto útil foi conversa fiada. Marconi não levou os votos de Gomide e tampouco derrotou Iris no primeiro turno, como pré-anunciado. E para o segundo turno, diferentemente do terceiro colocado em número de votos, Vanderlan Cardoso (PSB), que se posicionou neutro, Gomide e o PT estadual decidiram creditar apoio à candidatura de Iris. O prefeito do município, João Gomes (PT), desmentiu a informação dos bastidores de que apoiaria o tucano-chefe, com quem tem amizade e aliança antigas. De todo modo, João Gomes disse que não participou da reunião que resultou no apoio da sigla a Iris. “As decisões são muito rápidas, pois é um período muito curto entre primeiro e segundo turnos. Meu trabalho é dedicado à prefeitura. Meu expediente começa às sete da manhã e saio às dez horas da noite. Por isso, faremos o que for possível, fora do expediente”, afirmou o prefeito João Gomes. O vice-presidente do PT, Ceser Donisete, comentou que a proposta de apoio é campanha de rua. Enquanto o material gráfico não fica pronto, como bandeiras e adesivos, o presidente informa que o partido tem mobilizado as li­deranças de todo o Estado. Se­gun­do ele, a aposta é valorizar os jovens, as mulheres, os professores e firmar a bandeira de Iris e da candidata à Presidência da Repú­blica, Dilma Rousseff (PT), não apenas em Anápolis, mas em todo o Goiás. O “porém” é que, ainda que seja preferência do eleitorado anapolino, Gomide não consegue transferir votos e, muito menos, o foco do atual prefeito é em prol de Iris. Além disso, a campanha tucana será proativa e propositiva. Segundo o presidente do PSDB de Anápolis, Valto Elias, houve uma conversa com as lideranças e com a base aliada na última semana. Ficou definido que, a partir desta semana, a campanha estará nas ruas. “Res­saltaremos o que foi feito, como os investimentos no polo industrial, as obras do aeroporto de cargas e do Centro de Conven­ções, que fortalecem a cidade. E nós também mostraremos o que poderá vir com a reeleição de Marconi Pe­rillo. Já existem 40 empresas na espera de uma vaga no Daia 2”, conclui.

Cia de dança faz espetáculo

A companhia de dança Quasar Jovem apresenta os espetáculos Fica Comigo e Lupita em uma mesma sessão, nesta segunda-feira, 13, no Instituto Federal de Goiás, em Anápolis. “São espetáculos bem juvenis e gostosos de assistir” ressalta a coordenadora do grupo, a bailarina mexicana Martha Cano. Segundo ela, o objetivo, além de lotar o teatro, é atrair os anapolinos para que “prestigiem e valorizem essa arte que é muito deleitosa.”  Os espetáculos foram coreografados, respectivamente, por João Paulo Gross e Daniel Calvet. Com 40 minutos de duração, Fica Comigo é um espetáculo mais denso que rememora as lembranças de um homem. Já Lupita, com 45 minutos de dança, é uma dança de luz, figurino e música alegre ou, como diz Martha, é “totalmente uma novela mexicana.” Com 7 anos, a Quasar Jovem é um projeto de formação de bailarinos. O elenco, composto por dez bailarinos goianos com idade entre 17 e 21 anos, iniciou o processo criativo e laboratorial em março. Diferentemente, Martha explica que a companhia Quasar é um grupo profissional: “A Quasar ‘velha’, como brincamos, é um grupo de bailarinos profissionais. Eu e meus companheiros já passamos por várias companhias. Na Quasar Jovem, nós formamos os bailarinos”. A entrada para os espetáculos é franca.

Consultório na rua disponibiliza atendimento em saúde itinerante

[caption id="attachment_17795" align="alignleft" width="320"]Profissionais de saúde e assistência social percorrem a cidade e disponibilizam cuidados em saúde às pessoas em situação de risco Profissionais de saúde e assistência social percorrem a cidade e disponibilizam cuidados em saúde às pessoas em situação de risco[/caption] Com base em um acompanhamento feito através do programa nacional “Crack, é possível vencer”, coordenado pelo Ministério da Justiça, a diretora de Saúde Mental de Anápolis, dra. Marinalva Ribeiro Neto Almeida, afirma que uma grande parcela da população nacional é, historicamente, desassistida e que, no município, a situação não é diferente. Para mudar esse quadro, a prefeitura anapolina, em parceria com a secretaria municipal de Saúde, realiza um programa da Coordenação Nacional de Saúde Mental do Ministério da Saúde, o “Consultório na rua”. Há mais de um ano, o veículo transporta uma equipe itinerante que disponibiliza cuidados em saúde aos moradores de rua e às pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social. Médico, psicólogo, assistente social, técnico em higiene bucal, terapeuta ocupacional, enfermeiro e técnico de enfermagem atendem essas pessoas em situação de risco e propõe ampliar o tratamento para o alcoolismo e uso de drogas. Os profissionais mapeiam os principais pontos de uso de drogas em locais públicos.  A equipe realiza os atendimentos e encaminha os usuários para os demais serviços de saúde oferecidos. Marinalva explica que a ação é feita em duas vias: “Essas pessoas não costumavam chegar até as unidades de cuidado, seja por não buscarem o serviço ou porque, quando o buscavam, o serviço não estava preparado para atendê-las. Por isso, temos levado essa população para as demais unidades de saúde e temos preparados os profissionais para recebê-la”. A ação também reintegra essas pessoas em situações extremas à sociedade e os apoia com moradia e trabalho. Segundo Marinalva, o resultado já é muito positivo.

Inscrições abertas para o Bolsa Cultura

A Secretaria Municipal de Cultura divulgou na quinta-feira, 9, que estão abertas as inscrições para o programa Bolsa Cultura, que disponibiliza sete vagas para o Corpo de Baile (4 vagas), Orquestra Jovem (1 vaga para piano e 1 para trombone ou flauta) e Companhia Anapo­lina de Teatro (1 vaga). O processo seletivo é para pessoas acima de 16 anos. As inscrições continuam abertas até o dia 22 de outubro. No dia 25, os artistas participarão de uma audição, realizada por uma banca especializada. O resultado sairá até o dia 30, também desse mês. Criada pela Prefeitura do município, a Bolsa Cultura disponibiliza uma bolsa de R$ 400 por 12 meses a cada artista selecionado. O benefício contempla, ao todo, 50 pessoas que utilizam o recurso em ensaios, montagens e apresentações. Em contrapartida, os beneficiados disponibilizam dez horas semanais a projetos de formação artística, desenvolvidos pela Secretaria de Cultura.

Detran aprova o transporte escolar do município

O Departamento de Transporte Escolar da Secretaria de Educação de Anápolis gerencia uma frota com mais de 50 veículos, que transporta, mensalmente, mais de três mil estudantes de quatorze escolas municipais, dez estaduais e da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). Na quarta-feira, 8, o serviço recebeu aprovação em todos os itens inspecionados pelo Depar­ta­mento Estadual de Trânsito (Detran). Realizada desde 2011, em parceria com o Ministério Público de Goiás, a inspeção garante segurança e qualidade do serviço em todo o Estado. A coordenadora do Departamento de Transporte Escolar, Cecília Ázara, ressalta a importância de uma manutenção preventiva e corretiva da frota e a formação dos condutores: “Esses cuidados garantem a qualidade dos serviços e a segurança dos nossos estudantes, e isto é comprovado pelo resultados das vistorias, na qual temos conseguido de 90% a 100%”.

Internação deve ser último recurso no tratamento de dependentes químicos

[caption id="attachment_17031" align="alignleft" width="264"]O Hospital Espírita de Psiquiatria de Anápolis recebe os casos mais graves, aqueles que demandam serviço especializado, que não pode ser feito pelo Caps|Fot: Reprodução O Hospital Espírita de Psiquiatria de Anápolis recebe os casos mais graves, aqueles que demandam serviço especializado, que não pode ser feito pelo Caps|Fot: Reprodução[/caption] O município de Anápolis disponibiliza diversos serviços para o tratamento de dependentes químicos. A diretora de saúde mental do município, dra. Marinalva Ribeiro Neto Almeida, destaca três frentes de ação: a família, a unidade móvel e o centro de atenção psicossocial. “Começamos com o trabalho básico e chegamos até o especializado”, diz. O trabalho feito junto às famílias propõe desmistificar a internação dos dependentes como o primeiro e o único recurso de tratamento. Além disso, a diretora propõe um alerta quanto às drogas lícitas: “Anápolis não difere dos outros municípios do país. Comenta-se muito sobre as drogas ilícitas, mas, com em todo o mundo, a droga que mais mata é o álcool”. Os jovens têm um contato com o álcool cada vez mais cedo. Porém, apenas uma parcela das pessoas, que entram em contato com a droga, desenvolve algum problema de saúde mental. O diálogo, portanto, é valorizado pela diretora. Distanciar o dependente de sua vida familiar, profissional e social agrava o quadro. “Como o todo que refere à saúde mental, nós pensamos em uma abordagem que mantém a pessoa mais próxima de sua vida funcional”, reitera. Após procurar uma unidade de saúde próxima à sua casa –– como propõe Marinalva –– o paciente pode ser encaminhado para o Centro de Atenção Psicossocial (Caps) Viver, onde passa por um acolhimento multiprofissional e por um processo terapêutico singular. A particularidade de cada caso, ressaltada pelo termo “singular”, esclarece que existem diferentes razões que levam o paciente a um quadro de dependência e, por isso, as diferentes formas que pode ser tratado. Quando a pessoa demonstra algum tipo de risco a si mesmo e às pessoas ao redor, apresentam intoxicação ou necessitam de cuidados clínicos, a triagem é diferente. Os casos leves que demandam internação são encaminhados para hospitais gerais; se o paciente precisar ser desintoxicado, cuja internação levaria cerca de um mês, ele será encaminhado, especificamente, para o Hospital Espírita de Psiquiatria de Anápolis, onde também são feitas internações mais delongadas. Existem três tipos de internação com amparo legal. A primeira é a voluntária. Existe uma indicação médica e a pessoa concorda. A segunda é a involuntária. A pessoa tem todos os critérios para internação, mas não acredita que seja necessária; portanto, a equipe médica e um membro da família concordam quanto à necessidade de internação e informam, dentro de 72 horas, o Ministério Público que a pessoa será internada. O terceiro tipo é a compulsória, determinada judicialmente. “A internação é o último recurso. Só a fazemos quando já esgotamos as outras possibilidades e, ainda assim, tentamos fazer uma internação voluntária. Em último caso, pedimos a compulsória”, frisa Marinalva. O movimento no Caps Viver é menor que o esperado, devido à ideia de internação como último recurso. “Nós temos motivado as pessoas a buscar informações e esclarecimentos, o que tem aumentado a procura pelo serviço”, destaca. Segundo a diretora, o problema com as drogas é mais amplo, por isso, “nós pensamos em uma rede articulada. Pois, a droga é um problema de saúde, educação, cultura, de comunicação, entre outros”.

Vistoria com objetivo de agilizar obra

Após pausa, o trabalho na obra da Praça Poliesportiva no Bairro Antônio Fernandes foi intensificado. Segundo o engenheiro da secretaria de Meio Ambiente do município, Ro­dol­fo Teles, a pausa foi para complementar o projeto que propõe recuperar uma área degradada do bairro. O pre­feito João Gomes (PT) visitou as o­bras para garantir a agilidade da construção, que deve ser entregue até fevereiro de 2015. No lugar do antigo campo de futebol, será construído um centro esportivo com mais de 18 mil m². Além da área de convivência, quadras cobertas, poliesportiva e de areia, o centro terá campo de futebol society, pistas de caminhada, skate, e de ciclismo, um teatro de arena, aparelhos de ginástica para terceira idade e playground.

Indústria farmacêutica goiana é reconhecida nacionalmente

[caption id="attachment_17023" align="alignleft" width="243"]William O’Dwyer: “Daqui alguns anos, o polo farmacêutico goiano estará entre os primeiros do país”|Foto: Fernando Leite/Jornal Opcão William O’Dwyer: “Daqui alguns anos, o polo farmacêutico goiano estará entre os primeiros do país”|Foto: Fernando Leite/Jornal Opcão[/caption] Pela primeira vez na história, o polo industrial farmacêutico goiano atingirá mais de 33% da produção nacional de todos os tipos de medicamento. O dado é do Sindicato das Indústrias Farma­cêu­ticas do Estado de Goiás (Sindifargo). Até o fim do ano, a produção em Anápolis, Goiânia ou Aparecida de Goiânia chegará a mais de 1,3 bilhão de caixas. O mercado nacional, assim, deverá fechar o saldo de R$ 4 bilhões de unidades fabricadas para o varejo. São produzidos medicamentos similares, medicamentos isentos de prescrição e que necessitam de receita, como os antibióticos. Segundo o secretário de In­dús­tria e Comércio, William O’Dwyer, o resultado reflete os investimentos do governo estadual, os incentivos e a atração provocada pelo sucesso de empresas pioneiras, como o laboratório Teuto e a Neoquímica. “Estas ações possibilitam o aumento do portifólio de produção, a transferência de linhas de produção de São Paulo para Goiás e manutenção em programas de qualificação de mão de obra”, acrescenta. O’Dwyer destaca o programa de incentivo fiscal Produzir que, desde 2001, beneficiou 87 empresas ligadas ao setor farmoquímico, no Estado. As empresas beneficiadas investiram R$ 1,6 bilhão na economia goiana. Além do destaque nacional, as ações no setor geraram mais de 12 mil postos de trabalho. No quadro nacional, tanto a produção industrial, quanto a geração de emprego estão em queda. A perspectiva goiana é de expansão. “Uma indústria atrai a outra e, assim, forma-se um grande parque industrial. Daqui alguns anos, o polo farmacêutico goiano estará entre os primeiros polos do país”, ressalta.

Agentes de saúde pedem melhorias no trabalho

Representantes do Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Único de Saúde de Goiás (SindSaúde) se reuniram com o prefeito João Gomes (PT) para debater propostas de melhoria salarial para os agentes comunitários e de endemias. O prefeito garantiu que, nos próximos dias, seja encaminhado à Câmara Municipal, o projeto de lei que prevê o piso salarial nacional, no valor de R$ 1.014. “Esses diálogos fazem com que o município avance no Plano de Cargos e Car­reira”, afirmou o secretário de Saúde, Luiz Carlos Teixeira, presente na reunião. O piso nacional e a gratificação complementar são ressaltadas pelo secretário como formas de valorizar os colaboradores e garantir uma prestação de serviços qualificada aos anapolinos. “Agora estamos trabalhando a questão das portarias ministeriais para melhorar ainda mais a qualidade não só do plano, mas também das necessidades dos servidores”, complementou. Segundo João Gomes, a administração prioriza a busca em conjunto com a Câmara Munici­pal por melhorias para categoria. “Estamos sempre abertos ao diálogo para conhecer as necessidades de cada um e, assim, continuar nosso trabalho de valorização”, conclui.

Reunião de transparência fiscal é realizada

O município anapolino aplicou 29,53% de seu fundo na área da educação e 18, 37% na saúde. O dado foi apresentado na terça-feira, 30, na Câ­mara Municipal de Anápolis, em reunião quadrimestral, entre representantes da prefeitura e da Casa. O encontro é realizado em cumprimento à Lei de Responsabilidade Fiscal (LFR) e tem a proposta de informar a população quanto aos investimentos da administração municipal e de garantir mais transparência nos serviços prestados à cidade. “Desde 2009, promovemos audiências públicas para que todos participem e entendam nossas metas fiscais, que priorizam sempre o desenvolvimento do município”, afirmou o secretário municipal da Fa­zen­da, José Roberto Mazon. O prefeito João Gomes destacou que, com o diálogo sobre as prioridades de Anápolis, os investimentos são melhor avaliados e, assim, a prefeitura pode continuar promovendo ações que, de fato, beneficiem a cidade.

Parque Tecnológico começa a ser construído

[caption id="attachment_16355" align="alignleft" width="300"]32 e 33 - coluna anapolis_toques.qxd Secretário interino Jeferson Castro: “São inimagináveis os benefícios que o Parque Tecnológio trará para o município de Anápolis” / Facebook do candidato[/caption] O Programa Goiano de Parques Tecnológicos, da Secre­taria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Sectec), propõe concentrar, em uma área geográfica específica, empresas de base tecnológica, laboratórios de pesquisa públicos e privados, serviços de apoio às empresas e universidades. O projeto no município foi lançado há mais de um ano, em julho de 2013. “A importância do Parque, junto à Plataforma Logística Multimodal, à Ferrovia Norte-Sul, ao Aeroporto de Cargas, às rodovias duplicadas, para o corredor Goiânia-Anápolis-Bra­sília vai além do imaginável”, a­firma o secretário interino Jeferson Castro. Segundo ele, a fase é de desapropriação da área onde será executado o projeto proposto pela ML4, empresa responsável pela implantação do Parque Tecno­ló­gico. A área de 117 alqueires equivale a mais de 5,6 milhões de m². A ação é contínua. “É um projeto modular, que se realiza por partes. É prevista a instalação de uma área de pesquisa e inovação de todos que trabalham na área, como, por exemplo, a Uni­ver­sidade Estadual de Goiás (UEG), a Empresa Bra­si­leira de Pesquisa Agropecuária (Em­brapa) e, dentre outros, a Uni-Evangélica. Depois, os empre­en­dedores têm o desafio de trazer novas empresas para o parque”, explica. O investimento em inovação é amplo, vai das leis nacionais de i­no­vação às leis municipais, passando pelo âmbito es­tadual. A pre­fei­tura de Aná­po­lis, no caso, se juntou à Se­ctec e ao governo do Estado para propiciar a implantação do Parque Tecnológico. No Bra­sil, existem mais de 80 parques. No mundo, o número chega a mais de 2 mil. O mais conhecido é o Va­le do Silício, na California (EUA). A proposta visa promover o desenvolvimento econômico e a inovação através da criação e retenção de empregos de alto valor agregado, comercialização de novas tecnologias, incubação de novas tecnologias orientadas para negócios, promoção da competência das instituições acadêmicas e de pesquisa e da promoção das relações entre a indústria, o governo e a academia. No mês de outubro, a Sectec re­aliza eventos na Sema­na Nacional de Ciência e Tecno­logia, que tem o objetivo de mobilizar a população em torno dos diversos temas e das atividades que popularizam o conhecimento.

Com mais de 3 mil casos registrados, cidade pode ser atingida por uma epidemia de dengue

[caption id="attachment_16352" align="alignleft" width="620"]32 e 33 - coluna anapolis_toques.qxd Mosquito Aedes aegypti pode transmitir dengue e a febre chikungunya, que tem alertado muitos Estados das regiões na região Norte do Brasil[/caption] A Secretaria Municipal de Saúde anunciou o risco de epidemia de dengue em Anápolis ainda neste ano. Com 3.546 casos da doença confirmados e mais 6.993 notificações registradas, o município pode enfrentar um grave quadro se o cidadão anapolino não se envolver, efetivamente, no combate ao mosquito. “Se a população não entender que a limpeza urbana é para o seu bem, não temos meios de combater a dengue e evitar que a chikungunya se prolifere no Estado”, disse o infectologista Marcelo Daher. O crescimento da cidade e o costume de muitos cidadãos em jogar lixo e entulho em locais inapropriados são ressaltados pelo infectologista como agravantes do quadro. A febre chikungunya, destacada pelo médico, tem preocupado os governos do Amapá e da Bahia, pela incidência da doença que também é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, além do mosquito Aedes albopictos. O período de chuva que se aproxima prejudica o combate à dengue e aumenta o número de casos. Três mortes, causadas pela dengue, foram confirmadas. Segundo Daher, as notificações de casos suspeitos da doença são de toda a cidade: “Nos bairros, onde os índices são menores, as notificações ultrapassam 50 casos”. Os bairros Jundiaí, Jaiara, de Lourdes, JK, Setor Sul, Jardim Esperança e o centro anapolino são os que registraram maior incidência da doença.