Caso similar ao que po­de ocorrer este ano se deu na eleição de 2000, com as candidaturas do então dissidente conselheiro federal Edmar Lá­zaro Borges e do então presidente Felicís­simo Se­na, ambos da chapa OAB Forte. Enquanto isso, a oposição marchou unida com Renaldo Limiro, mas ainda assim foi derrotada. A dissidência de Edmar Lá­zaro Borges, à época, ocorreu por não concordar com mais uma gestão de Felicíssimo após mandato-tampão.

A história está se repetindo, todavia com personagens diferentes. Agora quem está sofrendo com dissidências é o presidente Enil Henrique, o que mais uma vez não diminui a probabilidade de derrota da oposição. Em enquete realizada na rede social Face­book foi revelada a seguinte situação: se a eleição fosse neste mês, Enil teria 160 votos; Lúcio Flá­vio, 139 novos; Paulo Te­les, 11; Flávio Borges, 6; e Djalma Rezende, 4 votos.