Euler de França Belém
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Patrícia Poeta, que deixa o Jornal Nacional no próximo mês, não tem como desmentir fofocolândia

i3Ao anunciar sua saída do “Jornal Nacional”, Patrícia Poeta se tornou alvo de fofoca em jornais, blogs e redes sociais. Seu dilema é: como desmentir o que não é verdadeiro? Não é possível, porque, se entrar neste debate infrutífero, só vai alimentar o submundo da internet. Às vezes um charuto é só um charuto, mas os maliciosos podem sugerir que é um símbolo fálico.

Patrícia Poeta pode ter decidido sair do “Jornal Nacional” porque queria mesmo fazer outra coisa (apresentar um programa de variedade, como disse), talvez, de sua perspectiva, menos desgastante. Jornalismo, para quem se dedica integralmente à profissão, suga até a alma. É provável que sua irmã, ao dizer que ela só quer ser feliz, tenha razão.

O que ocorreu com Poeta e William Bonner — disseram que puxou o tapete da colega — indica, como sugere a jornalista e escritora Janet Malcolm, que a profissão de jornalista é mesmo indefensável.

Contaram, até, que Poeta comprou um apartamento por 23 milhões de um empresário que teria mantido contato com Fernando Cavendish e Carlos Cachoeira. Porém, se o dinheiro era/é a da jornalista, cadê o crime? Mas claro que o fato é notícia, aqui e em qualquer lugar. O problema são as ilações.

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