Objetiva lança livro de memórias do jornalista-humorista Zé Simão

Na obra, Zé Simão fala de sua homossexualidade, de viagens, dos amigos (como Ricardo Boechat) e do sucesso na Folha de S. Paulo e na Band News FM

Tu, leitor, sabe que José Simão, o Zé Simão da “Folha de S. Paulo”, jornal no qual escreve há 35 anos, tem 78 anos? Não acredita?  Ninguém acredita, tal a jovialidade do jornalista-humorista. Ele parece um garoto de 30 anos com a inteligência rápida e certeira de um Winston Churchill. Rarará!

A graça inteligente de Zé Simão, que se intitula Macaco Simão, pode ser conferida na “Folha” (quem não bate ponto todo dia no jornal pode ser tudo, exceto bom sujeito) e na Band News FM. Por que ele faz tanto sucesso? Porque seu engajamento é pelo humor e, como tal, não perdoa ninguém. Os poderosos sofrem na sua pena ácida e cortante. Para Zé Simão, ninguém é santo, por isso sempre pode ser cutucado.

Em junho, a Editora Objetiva, lança “Definitivamente, Simão!” (280 páginas), as memórias de Zé Simão. Imperdível, não é, leitor?

Zé Simão em dois tempo | Fotos: Reproduções

Sinopse da editora Objetiva

“Neste livro, Zé Simão, que alegra as manhãs dos brasileiros na BandNews FM e na Folha de S.Paulo, teve a ideia de contar suas memórias sentimentais, que se relacionam com a história do Brasil nas últimas décadas. Assim, discute de temas da atualidade até as performances de figuras lendárias como Elvira Pagã, Virgínia Lane e Mara Rúbia. Fala de sua homossexualidade, das novelas de que gostou e não gostou, da pandemia de covid-19, das inúmeras viagens que fez para países como China, Cuba, Egito e Portugal, de seus reality shows preferidos, das Copas que cobriu e, principalmente, dos amigos que fez ao longo da vida, como o companheiro no rádio, Ricardo Boechat. Além disso, Simão rememora cenas de sua infância e adolescência, vividas em uma família de origem libanesa e com membros atuantes na esquerda brasileira, e os bastidores de sua carreira desde os anos 1980. Como diz o próprio José Simão, ‘não é um livro homenagem ao Brasil. Mostra um Brasil desigual, um Brasil alegre, um Brasil que se conformou, um Brasil que luta, um Brasil da folia. Um Brasil que eu sinto!’.”

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