Procurei uma máscara do Galo mineiro e não encontrei nenhuma. As do Cruzeiro, mesmo em promoção, estão encalhadas

Em recente visita a Belo Horizonte, passei em bancas de revista (cada vez menos de revistas e jornais) e lojas, à procura de uma máscara com o símbolo do Atlético Mineiro. Não encontrei uma. Uma sra., torcedora do Galo, me disse: “Meu filho, você não vai encontrar. Quando chegam na banca esgotam-se em questão de minutos. Mas tenho umas do Cruzeiro, que estão em promoção”.

Pergunto o motivo da promoção, e a sra. respondeu: “Nem cruzeirense quer. Mas é possível que turista queira”. Eu não quis. Porque, em Minas, torço para o Atlético. A sra. acrescentou: “De fato, Galo não gosta de Raposa”. Rimos, os dois.

Meu amigo Augusto Diniz, que seria presenteado, ficou sem a máscara.

Em Minas, em qualquer cidade, os torcedores tratam o Atlético como campeão brasileiro de 2021. O Estado calçou chuteiras e está entrando em campo com o time do Galo. Os torcedores nem importam se os preços dos ingressos estão altos.

Detalhe: na internet, em alguns sites, é possível encontrar máscaras atleticanas.