11 fatos que mostram quão profunda é a ligação do PT com o marxismo
17 outubro 2026 às 21h00

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Observei, ao longo de minha longa existência, um sem-número de fatos políticos e aprendi a ler a crença que os movia no comportamento de seus protagonistas.
O Partido dos Trabalhadores (PT) foi criado oficialmente em 1980, mas já existia como movimento político desde a década de 1970, quando às greves operárias do ABC Paulista se misturavam os marxistas infiltrados na Igreja Católica (Comunidades Eclesiais de Base e Teologia da Libertação) e intelectuais do credo, como Sérgio Buarque de Holanda e Antonio Candido.
O partido se inspirava na experiência cubana dos anos 1960, em particular na ação de Fidel Castro e no desafio ao “imperialismo norte-americano”.
Lula da Silva, de quase 81 anos, é a estrela maior do partido, e o foi desde sua fundação. Mas nunca poderia ser o cérebro que move a organização.
O petista-chefe é um sensitivo, com certa facilidade de diálogo, principalmente nas classes menos intelectualizadas. Não tem, contudo, o preparo intelectual para planejar qualquer movimento político mais expressivo, que dirá montar um partido político. Como ele mesmo alardeia, nunca leu um livro, não tem nenhuma luz de erudição, nada sabe de história, de economia, de geopolítica. Foi, durante todos esses anos, a força motriz do partido, nunca seu computador.

O trabalho político de Lula da Silva sempre foi braçal, pois a tarefa intelectual ficou com outros, bastante competentes aliás, em ficarem nas sombras, e em convencê-lo das maravilhas do marxismo (o que não deve ter sido difícil, dado sua ignorância histórica).
Mas quem são os outros?, perguntará o leitor. De uma maneira geral são competentes bastante para não aparecerem, é a resposta, embora deixem as digitais aqui e ali. Um deles, o mais evidente, é José Dirceu, hoje com 80 anos e ainda ativo (perdeu a eleição para deputado federal em São Paulo). Se o leitor pesquisar os exilados à época do regime militar encontrará outros nomes influentes, como Mário Pedrosa, Paul Singer, Luiz Travassos e Vladimir Palmeira.
Fatos que conectam o PT ao marxismo
1
A marca do PT é a estrela vermelha de cinco pontas — a conhecida estrela soviética, a equivalente comunista da suástica nazista. Nunca poderia ser uma coincidência.
2
O tratamento entre os militantes é o de “companheiro” ou “camarada”, equivalente ao leninista “tovarich”. Também não pode ser coincidência.
3
As coligações petistas foram, desde o início, com partidos marxistas: PCB (marxista revisionista), PC do B (marxista stalinista), PSOL (marxista trotskista) etc.
4
A fundação do Foro de São Paulo, organização indiscutivelmente comunista, teve como padrinhos, além de outros, principalmente Lula da Silva e Fidel Castro.
5
As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), embora claramente uma organização do tráfico de drogas, nunca esconderam seu viés político, nitidamente marxista-leninista.
Apesar de terem atacado uma unidade do Exército Brasileiro na Amazônia (região do Rio Traíras, em 1991), para roubar armas, e terem matado soldados nossos, sempre receberam atenções dos governos petistas.
Um exemplo é o do padre Olivério Medina, um prócer das Farc que fugia do governo colombiano e conseguiu no Brasil, graças ao governo petista, um discutível refúgio político, em 2006. Sua mulher, a brasileira Ângela Maria Slongo (sim, mulher do padre, ou ex-padre, vá lá), ganhou do governo petista, na época, um belo emprego na Secretaria da Aquicultura e da Pesca.
6
Ao contrário do que aconteceu com o padre comunista, dois atletas cubanos que pretendiam asilo no Brasil foram presos e entregues à ditadura de Cuba.
Em 2007, durante os jogos panamericanos no Rio de Janeiro, os pugilistas Guillermo Rigondeaux e Erislandy Lara abandonaram sua delegação para tentar asilo no Brasil. O ministro da Justiça era o marxista Tarso Genro, que mandou a Polícia Federal prendê-los, pediu a Hugo Chávez um avião emprestado e mandou entregar os dois atletas a Fidel Castro.
7

O arremedo de ditador da Nicarágua, o marxista Daniel Ortega, sempre obteve as graças do governo petista, apesar dos abusos cometidos, como perseguir a Igreja Católica. Quando estive em missão do Senado em Manágua, em 1990, encontrei, na capital nicaraguense, uma delegação permanente que ali existia, do Partido dos Trabalhadores. Uma espécie de embaixada informal. Para que? Sabe-se lá. Talvez para algum aprendizado.
8

Outro marxista que obteve asilo político no Brasil foi o terrorista e assassino italiano Cesare Battisti, que Tarso Genro (ministro da Justiça, então) e Lula da Silva se recusaram a extraditar para a Itália em 2010, apesar dos repetidos pedidos do governo daquele país e das provas dos crimes por ele cometidos. Battisti cumpre hoje pena de prisão perpétua na Itália, porque em 2018 o presidente Michel Temer revogou o ato de refúgio e ele fugiu para a Bolívia, que por sua vez o extraditou.
9
Apesar dos silêncios da chamada “grande imprensa” permanece como um absurdo o desvio do dinheiro do trabalhador brasileiro a na prática uma doação feita por Lula da Silva e Dilma Rousseff ao governo comunista de Cuba, na quantia de 700 milhões de dólares via BNDES. Pretenso financiamento para modernização do Porto de Mariel em Havana, entre 2009 e 2013, era sabido que não haveria retorno de nosso dinheiro, dado a penúria vivida por Cuba. Um gesto lesivo ao Brasil, na tentativa de fortalecer uma decrépita ditadura marxista-leninista.
10
Tão ruim ou pior, pois envolveu trabalho praticamente escravo, foi o Programa Mais Médicos, parceria do governo Dilma com a ditadura cubana. Vieram ao Brasil, deixando suas famílias reféns em Cuba, em 2013, cerca de 5.500 médicos. Eram sujeitos a vigilância de policiais cubanos e proibidos de se relacionar com brasileiros. O salário era de cerca de 10.000 reais, mas os profissionais só recebiam cerca de 2.000. Os 80% restantes eram confiscados pela ditadura cubana, com a aquiescência do governo petista. Uma maneira cruel de financiar a ditadura “companheira”.
11
Quando morreu o ditador Fidel Castro, em 2016, Lula da Silva gravou um vídeo, em que afirmava: “Morreu o maior dos latino-americanos”.
Numa região que tem intelectuais expressivos, prêmios Nobel em várias categorias, defensores da liberdade e tantas figuras nobres, fazer essa apologia de um ditador que torturou, matou, suprimiu a liberdade, destroçou a economia de sua pátria e tantas outras coisas más praticou, não é só um absurdo. É uma ignorância abissal, embora lhe tenha sido soprada por um desses assessores marxistas com dificuldade cognitiva ou ambição desmedida, como José Dirceu.
Os exemplos são abundantes e falam por si mesmos. E uma ameaça paira sobre nós.
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