Últimas notícias

Encontramos 84158 resultados
Eleições 2024
Desde 2020, 206 vereadores perderam mandatos por fraude em cota de gênero 

Nos últimos três anos 206 vereadores perderam mandato devido a cassação das chapas de partidos por conta do descumprimento da cota de gênero, os dados são do Tribunal Supeior Eleitoral (TSE). 

Pouco mais de um mês da abertura da janela para a troca de partidos para a formação de chapas que disputarão as eleições municipais deste ano, intensificam-se as articulações entre dirigentes partidários e potenciais candidatos. 

Este é o momento ideal para buscar o atendimento das exigências da legislação eleitoral, sobretudo da reserva de 30% das vagas nas chapas de vereadores para candidatos de cada sexo, mais conhecida como cota de gênero. O alerta é do advogado eleitoralista Wandir Allan de Oliveira, conselheiro da OAB-GO e presidente da Comissão Especial de Compliance Eleitoral da OAB nacional. 

As decisões afetaram 23 câmaras municipais – a de Goiânia, entre elas – que tiveram de trocar até quase um quarto de seus integrantes por tentativa de burlar a exigência legal. Foram ao menos 38 decisões que  resultaram na cassação de eleitos por partidos que, comprovadamente, descumpriram a chamada cota de gênero. 

“Existe uma imposição legal. A Lei das Eleições determina que os partidos políticos devem lançar 30% das candidaturas em cada chapa, no mínimo, para cada sexo”, pontua o advogado.

Assim, quando o partido vai formar a chapa, para lançar o total de candidaturas, 30%, ao menos, têm de ser reservadas necessariamente a candidatasdo gênero que tem menos nomes. “É preciso respeitar essa proporção. Alguns partidos, devido a baixos investimentos para estimular a participação de mulheres no processo eleitoral, acabam, para formar as chapas, procurando qualquer pessoa só com essa intenção, mas a construção jurisprudencial entende que isso configura fraude à lei pelo uso de subterfúgio, dando a entender que atendem só formalmente à exigência da legislação”, resume Wandir Allan. 

Rigidez

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vem endurecendo cada vez mais a postura em relação a esses casos, ressalta Allan. “Tanto que antes era preciso demonstrar cabalmente os fatos, era preciso quase que uma confissão. Já hoje, o fato de existir candidatas com votação zerada ou inexpressiva, uniformidade na prestação de contas e sem atos de campanha já configura fraude”, diz.

Para Wandir Allan, a primeira coisa a que os dirigentes partidários devem ficar atentos é que não dá mais para fingir que atendem a exigência. “Acabou o faz de conta”, enfatiza. Ele ainda comenta que neste período anterior às eleições é preciso investir em formação, esclarecimento e viabilização de candidaturas. Isso mitiga enormemente os riscos de questionamento. “Um dos problemas é com partidos políticos estruturados às vésperas das eleições, montando chapas em cima da hora”, completa. O objetivo da Justiça Eleitoral é fazer com que haja reserva de cadeiras e não de candidaturas. “Essa é uma tendência para um futuro próximo, a exemplo do modelo adotado na Argentina”, acredita Wandir Allan. 

Jurisprudência 

O Tribunal Superior Eleitoral começou a construir essa jurisprudência em 2016, com o início do julgamento de um caso na cidade de Picos, no Piauí, cujo julgamento acabou ensejando a possibilidade, hoje, de questionar essas situações por meio de dois tipos de ações: ação de investigação judicial eleitoral (AIJE) e ação de impugnação de mandato eletivo (AIME). A regularidade no atendimento dessas exigências é verificada na análise das demonstrações de regularidade dos atos partidários (DRAPs), que reúnem toda a documentação para verificação.  

No julgamento de Picos (PI), que teve como relator o ex-ministro Henrique Neves, foi considerada fraude à lei, que pode ser questionada em sede dessas ações judiciais. “E temos percebido, desde então, uma escalada de cassações de chapas que não cumprem as exigências da Lei das Eleições”, atesta Wandir Allan, acrescentando que, em Goiás, o primeiro caso foi em Gouvelândia, na região Sudoeste, em que foram lançadas candidatas parentes de candidatos homens que efetivamente concorreram. “Desde então, tivemos inúmeros casos, dos quais o mais emblemático foi da Câmara de Goiânia, onde quatro chapas foram cassadas”, exemplifica.

Repercussão
“Não posso ficar comunicando que vou fazer evento, a Praça Cívica é pública”, diz Zander sobre Carnaval de Goiânia

Secretaria de Cultura de Goiás soube do evento no "quintal do governador" pelas redes sociais

Goiânia Carnaval
Folia
Programação de Carnaval em Goiânia tem shows na Praça Cívica e desfiles descentralizados

A lista de eventos culturais inclui ainda sete desfiles de escolas de samba

Superou
Veja quem é a professora que conquistou o ex de Sandy

O ex-marido de Sandy já superou o término com a cantora. A fila andou para Lucas Lima. Depois de cinco meses, quando anunciou o fim do casamento, o cantor engatou um romance com a massagista e instrutora de yoga Vi Bueno Maruca. 

A paixão é tão forte que os dois deixaram algumas pontas soltas e ela tem sido vista junto com Lucas com certa frequência em compromissos de trabalho. Na última quinta-feira,8, ela esteve na plateia do musical Once, em São Paulo em que o músico é um dos protagonistas 

Nas redes sociais eles parecem não estarem querendo esconder a história, mas também não ficam se exponto. Em uma postagem nas redes sociais dos novos apaixonados é possível ver que eles passaram a noite juntos em um apartamento na capital paulista.

possível ver um homem sem camiseta, apenas de calça, dando um beijo carinhoso no pescoço da instrutora de ioga. O homem em questão é Lucas Lima. E as provas são as tatuagens que aparecem no braço do rapaz, que são exatamente as mesmas do ex-marido de Sandy. Veja:

Ano do Dragão
Ano Novo Chinês começa neste sábado e dura 15 dias; entenda a diferença com nosso calendário

2024 é o ano do Dragão, que simboliza força, poder e sorte na cultura chinesa

Sem festa
Goiatuba cancela Carnaval após registro do aumento de casos de Covid-19

Apesar do aumento do número de casos, o gestor disse que não há, no município, nenhum paciente internado ou acamado

Concurso
“Enem dos concursos” tem 2,65 milhões de inscritos

Com 2,65 milhões de inscritos, o Concurso Público Nacional Unificado encerrou o período de inscrições com um recorde. O modelo inovador de seleção de servidores públicos federais, criado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), oferta 6.640 vagas para 21 órgãos públicos federais. 

Do total de pessoas que se inscreveram no concurso, 1,28 milhão ainda não pagaram o boleto de inscrição. O prazo final para pagamento da é o mesmo para todos: 16 de fevereiro. 

Para os cargos de nível superior, a taxa de inscrição é de R$90, enquanto para o bloco de cargos de nível médio o valor é de R$60. O pagamento da taxa deve ser feito apenas por meio da guia que foi emitida no momento da inscrição, que pode ser paga no banco, ou via PIX. 

A ministra da Gestão, Esther Dweck, comemorou o número expressivo de candidatos inscritos. “Estamos felizes pelo sucesso dessa inovação no serviço público que é o Concurso Nacional Unificado. Boa sorte e bons estudos a todas as pessoas inscritas. Vamos agora construir um serviço público com a cara do Brasil!”. 

Concurso Nacional  

O “Enem dos concursos” vai selecionar, de uma só vez, 6.640 servidores para 21 órgãos públicos federais (órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional). As inscrições para o concurso foram abertas em 19 de janeiro e se encerraram nesta sexta-feira, 9 de fevereiro. 

A prova será no dia 5 de maio e será aplicada em 220 cidades, localizadas em todos os estados, com questões objetivas específicas e dissertativas, por área de atuação. 

O objetivo é promover igualdade de oportunidades de acesso aos cargos públicos efetivos; padronizar procedimentos na aplicação das provas; aprimorar os métodos de seleção de servidores públicos, de modo a priorizar as qualificações necessárias para o desempenho das atividades inerentes ao setor público; e zelar pelo princípio da impessoalidade na seleção dos candidatos em todas as fases e etapas do certame

Pesquisa
Cesta básica em Goiânia tem variação de até 157% entre supermercados, diz Procon

Tomate saladete tem a maior variação entre os itens da cesta básica

População protesta contra alteração de trajeto | Foto: divulgação
Mobilização
Prefeitos e empresários do Nordeste de Goiás temem isolamento com alteração de trecho da GO-118, após federalização  

Com mudança no projeto, que abriria nova rodovia, população cita isolamento de vários municípios goianos e tocantinenses; entenda

Cenário eleitoral
Antônio Gomide lidera corrida eleitoral com 45,6% e Márcio Corrêa pontua 20,8%, diz Paraná Pesquisas

7,2% não votariam em nenhum e 4,6% não sabem ou não responderam

Direito
Livro sobre delação premiada e direito premial é lançado em Goiânia

O Advogado Criminalista, Alex Neder, lançou, nesta quinta-feira, 8, o livro Direito Premial e Colaboração Premiada. O evento foi realizado na sede da Escola Superior da Advocacia de Goiás (ESA-GO).

Na obra, que foi lançada no Brasil e na Europa, pela Editora Juruá Europa, o advogado narra a evolução jurídica desse instrumento jurídico, as resistências de alguns à sua manutenção, expansão e a polêmica ética sobre o tema. O livro está sendo vendido pela internet no site da editora, no televenda e na Amazon.

O livro traz ao leitor e aos operadores do Direito a importância e profundidade da matéria na atualidade, como se formou o direito premial em Portugal, como chegou ao Brasil e como é aplicado hoje em dia. “Apresento a evolução jurídica da delação premiada, as resistências de alguns à sua manutenção, expansão e a polêmica ética sobre o assunto”, afirma Neder.

Ocorrência
Equipe da GCM de Aparecida de Goiânia realiza parto de emergência, no Colina Azul

Parto ocorreu com 39 semanas de gestação. O bebê nasceu com 3,4 kg

Operação da PF
Deputados e senadores do PL podem perder os mandatos? Especialistas analisam cenário

Investigação aponta que um "núcleo jurídico" de uma organização criminosa teria utilizado uma casa alugada pelo PL como um suposto "QG do Golpe"

Dengue em Goiás | Foto: reprodução
Ministério da Saúde deixa Anápolis de lado na distribuição da vacina contra a dengue

Após o anúncio do Ministério da Saúde que colocava o município de Anápolis entre as 134 cidades que receberiam doses da vacina contra a dengue, a expectativa foi frustrada. Nesta sexta-feira, 09, a realidade surpreendeu a administração municipal. Anápolis e toda a regional Pirineus foram deixadas de fora da primeira remessa enviada para faixa etária de 10 e 11 anos, gerando frustração e questionamentos.

A notícia inicial trouxe alívio para muitos, considerando especialmente a importância da vacinação na prevenção de doenças transmitidas pelo mosquito aedes aegypti, vetor da dengue. A cidade de Anápolis, assim como diversas outras regiões do país, enfrenta o aumento da doença, tornando a imunização uma medida crucial para proteger a saúde da população.

No entanto, a promessa não se concretizou como esperado. Após o anúncio oficial, a ausência de Anápolis na primeira remessa de doses da vacina causou indignação e levantou questionamentos, já que todas as cidades com mais de 100 mil habitantes deveriam receber o imunizante. Vale lembrar que o município se encontra com um alto índice de casos, onde há mais de 3.400 casos notificados e sete óbitos em investigação, criando, inclusive, unidades de referência da doença.

A distribuição das doses da vacina contra a dengue ainda revelou uma disparidade preocupante na cobertura das regionais em Goiás. Enquanto a primeira remessa atendeu apenas a região Central e Centro-Sul do Estado, beneficiando 51 municípios com um total de 72.812 doses, o segundo lote segue deixando Anápolis de fora, priorizando áreas do Entorno, Sul e Sudeste 2.

O Ministério da Saúde ainda justificou que essa distribuição segue critérios como a incidência da doença, densidade populacional e perfil epidemiológico de cada localidade. A Secretaria de Saúde de Goiás, por sua vez, teve um papel meramente executor, seguindo o cronograma estabelecido pelo órgão federal.

Essa decisão, no entanto, levanta questionamentos sobre a equidade no acesso à vacinação e destaca a necessidade de uma abordagem mais transparente e equitativa na distribuição de recursos de saúde pública.

Confira as cidades goianas que vão receber o primeiro lote da vacina: Goianira, Guapó, Inhumas, Itaguari, Itauçu, Jesúpolis, Nazário, Nerópolis, Nova Veneza, Ouro Verde de Goiás, Petrolina de Goiás, Santa Bárbara de Goiás, Santa Rosa de Goiás, Santo Antônio de Goiás, São Francisco de Goiás, Taquaral de Goiás, Trindade, Aparecida de Goiânia, Aragoiânia, Bela Vista de Goiás, Bonfinópolis, Caldazinha, Cezarina, Cristianópolis, Cromínia, Edealina, Edéia, Hidrolândia, Indiara, Jandaia, Leopoldo de Bulhões, Mairipotaba, Orizona, Piracanjuba, Pontalina, Professor Jamil, São Miguel do Passa Quatro, Senador Canedo, Silvânia, Varjão, Vianópolis e Vicentinópolis.

PL deputados Valdemar
Audiência de custódia
Supremo mantém prisão de Valdemar Costa Neto e aliados de Bolsonaro

Presidente do PL foi preso por posse ilegal de arma de fogo