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Prevenção, responsabilidade e cuidado no feriado podem evitar complicações futuras
ADDVise Group conta com mais de 20 escritórios nas Américas, Ásia, Europa e África; além de uma receita equivalente a R$7,6 bilhões
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Patrícia Honorato Moreira começou seu interesse pela ciência com 12 anos, na Escola Municipal Monteiro Lobato. Hoje é pesquisadora e estuda Engenharia da Computação em São Paulo
O vereador Frederico Godoy, primo do médico, se manifestou nas redes sociais
Novos desdobramentos da operação Tempus Veritatis, da Pokícia Federal
De acordo com a SES, neste ano foi registrado um aumento de 58% nos casos de dengue, em comparação ao mesmo período de 2023
A expedição coleta dados de biodiversidade, recursos hídricos, turismo, educação ambiental, socioeconomia, geodiversidade
E a expectativa é de que US$ 23 bilhões de dólares sejam movimentados pelas apostas esportivas, US$ 17 bilhões com eventos relacionados ao futebol americano
Colaboração: Raphael Bezerra
O ex-senador e advogado Demóstenes Torres será o advogado do ex-comandante da Marinha, Almir Garnier Santos. O militar foi alvo da operação Tempus Veritatis, que investiga a formação de organização criminosa formada no núcleo do governo do ex-presidente, Jair Bolsonaro, para tentar um golpe de Estado.
Ao Jornal Opção, Demóstenes disse que Garnier procurou o escritório em Brasília na quinta-feira, 8. O advogado disse que já pediu acesso aos autos do processo e que ainda não poderia comentar nada até tomar conhecimento de todas as acusações que envolvem seu novo cliente.
Garnier foi citado na delação do ex-ajudante de ordens tenente-coronel Mauro Cid como o único chefe de uma Força a encampar o plano golpista de manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder.
Conforme o relato de Cid, o almirante teria dito ao ex-presidente, em reunião no Palácio da Alvorada, que a sua tropa estava pronta para atender a um chamamento de Bolsonaro. Naquela ocasião, o comando do Exército não embarcou na trama, de acordo com Cid.
Garnier também foi alvo de indiciamento na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito atos antidemocráticos do 8 de janeiro pelos crimes de associação criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.
Fantasiados, em cadeiras de rodas, patricinha e e-girl foram algumas das personalidades dos animais
A prisão de Valdemar da Costa Neto, o presidente nacional do Partido Liberal, o PL, não é o único fator que pode interferir negativamente nas articulações da legenda para as eleições nos 5.570 municípios brasileiros. Em Goiás, a legenda se prepara para disputar nas principais cidades: Goiânia pode ter candidato com o deputado federal Gustavo Gayer, Anápolis pode ter o ex-líder de Bolsonaro, Major Vitor Hugo e na disputa em Aparecida de Goiânia, o também deputado federal Professor Alcides é o nome do bolsonarismo para a disputa.
Além da prisão do principal articulador, a Polícia Federal pediu e o Supremo Tribunal Federal determinou que os investigados pela tentativa frustrada de golpe de Estado e derrubada do estado democrático de direito no país fiquem impedidos de manter diálogo. A determinação é clara, esse contato não pode ocorrer para que não haja interferência nas investigações.
O presidente do PL começou a ser investigado após o segundo turno das eleições presidenciais de 2022, em meados de novembro. Ele e seu partido contestaram o resultado do pleito. O argumento era que urnas eletrônicas antigas utilizadas no primeiro e segundo turno tinham apresentado falha de funcionamento e teria utilizado código diferentes. O pedido de anulação de parte dos votos daria, claro, a vitória para Bolsonaro.
Incomunicáveis, Bolsonaro e Valdemar podem encontrar dificuldades para articular as candidaturas a prefeito e vereadores. Mas não só isso. Com todo o desgaste político exposto pelas manchetes de jornais e nas redes sociais, boa parte dos partidos devem começar a rever alianças com uma legenda que hoje é considerada mais "radical".
Em São Paulo, por exemplo, o MDB, que hoje comanda a prefeitura da capital, pode ter um indicado do PL na disputa pela reeleição de Ricardo Nunes. Resta saber se o MDB manterá o apoio, tendo em vista a pretensão de formar uma ampla chapa democrática.
Imagens da câmera de segurança registraram o momento do resgate

