Polícia

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Em investigação
Criança de 2 anos é encontrada morta com sinais de abuso sexual dentro de tanque de peixes em Uruana

Luan Henrique Alves de Lima chegou a ser socorrido e encaminhado ao hospital. O caso é investigado pela Polícia Civil

Empresário Iporá
Empresário tenta matar ex-sogra e é morto em troca de tiros em Iporá

Homem, que já havia sido condenado pela morte da esposa, foi solto pelo mesmo juiz que concedeu habeas corpus ao prefeito Naçoitan Leite

Revoção de prisão
Em liberdade, prefeito de Iporá é recepcionado por aliados com música evangélica; veja vídeo

Naçoitan Leite estava preso há três meses acusado de invadir a casa da ex-mulher e atirar 15 vezes contra ela e o namorado

Goiás
Com apoio da Polícia Penal de Goiás, um dos maiores narcotraficantes do Brasil é preso na Bolívia

Lourival Máximo da Fonseca, conhecido como Tião, foi detido na Bolívia após um confronto armado com membros da polícia local

Caicai Toledo
Foragido há três meses, “ninguém sabe onde está Cacai Toledo”, diz assistência da acusação

Apontado como culpado pela morte do empresário Fábio Escobar, ex-presidente do Democratas tem paradeiro desconhecido

Perigo
Duas pessoas escapam de Mossoró em primeira fuga registrada no Brasil nas prisões federais

Ambos os detentos estavam cumprindo pena no Complexo Penitenciário de Rio Branco, no Acre, até setembro de 2023, quando foram transferidos para a Penitenciária Federal de Mossoró

Jair Bolsonaro conversa com populares | Foto: Euler França/Jornal Opção
Levantamento
Após ex-presidente ser alvo da PF, canais bolsonaristas deletam mais de 1,5 mil vídeos da internet 

Jornal O Globo destacou que a prática é comum durante ações policiais e judiciais; o exemplo citado foi do deputado federal Gustavo Gayer, que ocultou mais de 200 vídeos, no ano passado

vila mutirão
Criança de 3 anos é internada em estado grave após cair de prédio em Goiânia

Vítima caiu do terceiro andar. Família havia se mudado para prédio há uma semana

em goiás
Suspeito de ser membro de facção morre em confronto com a PM, em Vicentinópolis

Homem era conhecido traficante da região, responsável por ostentar armas de fogo, além de praticar furtos e roubos

invasão cibernética?
Polícia Civil de Goiás nega que sistema da instituição tenha sofrido ataque hacker

Meios de comunicação noticiaram que a corporação estariam sob ataque hacker

entorno do df
Latrocida morre em confronto após matar homem queimado e fazer adolescente de refém em Luziânia, diz polícia

Criminoso fugiu durante abordagem, pulando muros de casas até chegar na residência da adolescente

Eleições 2024
Desde 2020, 206 vereadores perderam mandatos por fraude em cota de gênero 

Nos últimos três anos 206 vereadores perderam mandato devido a cassação das chapas de partidos por conta do descumprimento da cota de gênero, os dados são do Tribunal Supeior Eleitoral (TSE). 

Pouco mais de um mês da abertura da janela para a troca de partidos para a formação de chapas que disputarão as eleições municipais deste ano, intensificam-se as articulações entre dirigentes partidários e potenciais candidatos. 

Este é o momento ideal para buscar o atendimento das exigências da legislação eleitoral, sobretudo da reserva de 30% das vagas nas chapas de vereadores para candidatos de cada sexo, mais conhecida como cota de gênero. O alerta é do advogado eleitoralista Wandir Allan de Oliveira, conselheiro da OAB-GO e presidente da Comissão Especial de Compliance Eleitoral da OAB nacional. 

As decisões afetaram 23 câmaras municipais – a de Goiânia, entre elas – que tiveram de trocar até quase um quarto de seus integrantes por tentativa de burlar a exigência legal. Foram ao menos 38 decisões que  resultaram na cassação de eleitos por partidos que, comprovadamente, descumpriram a chamada cota de gênero. 

“Existe uma imposição legal. A Lei das Eleições determina que os partidos políticos devem lançar 30% das candidaturas em cada chapa, no mínimo, para cada sexo”, pontua o advogado.

Assim, quando o partido vai formar a chapa, para lançar o total de candidaturas, 30%, ao menos, têm de ser reservadas necessariamente a candidatasdo gênero que tem menos nomes. “É preciso respeitar essa proporção. Alguns partidos, devido a baixos investimentos para estimular a participação de mulheres no processo eleitoral, acabam, para formar as chapas, procurando qualquer pessoa só com essa intenção, mas a construção jurisprudencial entende que isso configura fraude à lei pelo uso de subterfúgio, dando a entender que atendem só formalmente à exigência da legislação”, resume Wandir Allan. 

Rigidez

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vem endurecendo cada vez mais a postura em relação a esses casos, ressalta Allan. “Tanto que antes era preciso demonstrar cabalmente os fatos, era preciso quase que uma confissão. Já hoje, o fato de existir candidatas com votação zerada ou inexpressiva, uniformidade na prestação de contas e sem atos de campanha já configura fraude”, diz.

Para Wandir Allan, a primeira coisa a que os dirigentes partidários devem ficar atentos é que não dá mais para fingir que atendem a exigência. “Acabou o faz de conta”, enfatiza. Ele ainda comenta que neste período anterior às eleições é preciso investir em formação, esclarecimento e viabilização de candidaturas. Isso mitiga enormemente os riscos de questionamento. “Um dos problemas é com partidos políticos estruturados às vésperas das eleições, montando chapas em cima da hora”, completa. O objetivo da Justiça Eleitoral é fazer com que haja reserva de cadeiras e não de candidaturas. “Essa é uma tendência para um futuro próximo, a exemplo do modelo adotado na Argentina”, acredita Wandir Allan. 

Jurisprudência 

O Tribunal Superior Eleitoral começou a construir essa jurisprudência em 2016, com o início do julgamento de um caso na cidade de Picos, no Piauí, cujo julgamento acabou ensejando a possibilidade, hoje, de questionar essas situações por meio de dois tipos de ações: ação de investigação judicial eleitoral (AIJE) e ação de impugnação de mandato eletivo (AIME). A regularidade no atendimento dessas exigências é verificada na análise das demonstrações de regularidade dos atos partidários (DRAPs), que reúnem toda a documentação para verificação.  

No julgamento de Picos (PI), que teve como relator o ex-ministro Henrique Neves, foi considerada fraude à lei, que pode ser questionada em sede dessas ações judiciais. “E temos percebido, desde então, uma escalada de cassações de chapas que não cumprem as exigências da Lei das Eleições”, atesta Wandir Allan, acrescentando que, em Goiás, o primeiro caso foi em Gouvelândia, na região Sudoeste, em que foram lançadas candidatas parentes de candidatos homens que efetivamente concorreram. “Desde então, tivemos inúmeros casos, dos quais o mais emblemático foi da Câmara de Goiânia, onde quatro chapas foram cassadas”, exemplifica.

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