Faltou Dizer
Índice de desaprovação do presidente superou a aprovação pela primeira vez, enquanto o treinador foi demitido de mais um clube no Brasil
Conforme depoimento de Mauro Cid, os dois conversavam “constantemente” com Bolsonaro “instigando-o para dar um golpe de Estado”
A ignorância que neste ponto de vista é o desconhecimento
Hamilton era um imigrante caribenho que se tornou secretário do Tesouro, ele não só fundou o sistema bancário, como também ajudou a consolidar os Estados Unidos como uma potência.
O capital dá aos bilionários o poder da manipulação, não importa de quem
Enquanto a extrema-direita brasileira consolidou sua presença nas plataformas digitais, criando uma comunicação direta e emocional (por mais mentirosa que seja) com seus apoiadores, a esquerda parece estar correndo contra o tempo
Desde os anos 1980, os brasileiros buscam prosperidade econômica e ideais culturais americanos com a migração aos EUA, mas o tratamento hostil pode iniciar uma mudança de perspectiva
Presidente do Brasil sequer foi convidado para a posse
É fundamental que autoridades públicas, sociedade civil e indivíduos reforcem ações integradas para minimizar os impactos de uma epidemia que, todos os anos, sobrecarrega o sistema de saúde e afeta milhares de famílias
Que a idade chega para todos, isso é um fato. Todavia, saber lidar com o etarismo imposto socialmente e encarar a velhice como algo positivo e fisiológico parece improvável, numa narrativa que explora resistentemente essa inevitabilidade. No filme “A Substância”, essa resposta, além de explícita é, sobretudo, assustadora
Figuras públicas têm a responsabilidade de agir com ética, evitando que a polarização política prejudique conquistas que beneficiam a população
Táticas de policiamento e prevenção tradicionais já não dão conta da prevenção das infrações
Em mais um episódio de danos evitáveis causados pelas chuvas, fica a pergunta: onde está o Plano Diretor de Drenagem Urbana de Goiânia (PDDU-GYN), tão celebrado pela última gestão?
As contas públicas das cidades não costumam fazer parte da lista de preocupações da rotina dos munícipes. Duas vezes por ano os jornais se debruçam em matérias extensas sobre ir orçamento das cidades, mas não é um assunto nada convidativo ao leitor.
Nessa troca de gestão todos podemos ver e sentir como os antigos terrores foram desonestos com o dinheiro do público. Em Aparecida de Goiânia, a equipe de transição do prefeito Leandro Vilela afirma que não teve acesso a real situação da Prefeitura. A gestão já contabilizou uma dívida de R$ 415 milhões e na conta da Prefeitura foram encontrados apenas R$ 9 milhões.
Em Goiânia a dívida da Prefeitura continua crescendo. A Lei Orçamentária de 2025 especificou déficit R$ 300 milhões, mas de acordo com o relatório da comissão de transição da atual gestão a dívida da Prefeitura ultrapassa os R$ 3,4 bilhões e essa dívida continua aumentando.
Para Goiânia o final de 2024 foi traumático. O caos na saúde escancarou a desordem dentro da Prefeitura e até o momento poucas respostas foram dadas. Por que faltou dinheiro para a compra de medicamentos? Por que os veículos da Prefeitura não tinha combustível para rodar? Porque servidores da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) recebia salários que alcançavam R$ 61 mil?
Todo esse dinheiro que faltou foi parar onde? Quais eram as relações políticas que aconteceram e que resultaram no caos durante os últimos quatro anos.
Todas essas respostas parecem não parecem estar à vista. As resposta precisa vir dos órgãos de controle e das investigações da polícia. A questão entorno disso é que não dá para algo, que tirou vida de cinco pessoas à espera de uma vaga de UTI, que deixou a população em meio ao lixo por dias seguidos, ficar impune.
O povo goianiense não merece viver na impunidade a sombra de uma história que tirou vidas e coloca a sociedade em risco.
Rogério Cruz fechou o único abrigo público para crianças da Capital, o Niso Prego, e começou a encaminhar verba pública para o abrigo Eunice Weaver, da igreja evangélica Videira

