Faltou Dizer
Com a queda do presidente Ednaldo Rodrigues e a contratação do treinador italiano Carlo Ancelotti, há esperança para melhores dias na entidade, mas é necessário mudanças de postura
No fim das contas, toda essa polêmica — seja pelas situações bizarras envolvendo bonecos hiper-realistas, seja pelas reações exageradas e oportunistas de figuras públicas — parece mais um roteiro de pegadinha do Silvio Santos
A campanha de morte perpetuada por Israel em Gaza continua matando muitas pessoas inocentes
O evento reuniu 29 chefes de Estado, muitos dos quais lideram regimes autoritários, com histórico conhecido de violações de direitos humanos, repressão à imprensa e perseguição política
Mujica deixa um legado que transcende fronteiras ideológicas, sendo respeitado inclusive por seus adversários políticos
Desde então, estados em ascensão econômica e populacional nunca tiveram a mesma chance na disputa da representação e nas emendas legislativas
Virgínia arrancou risadas no Senado Federal mesmo após o presidente da CPI garantir que a situação não viraria um “circo”
Garimpeiros tem explorado outros biomas, como o cerrado goiano. Prisões em Goiás aumentaram mais de 700%
11 milhões de mães solteiras no Brasil enfrentam sobrecarga e invisibilidade
Na onda ignorante da direita e das suas agendas contra todos e só por eles, os parlamentares deixam de lado as suas bases eleitorais e os problemas da cidade. Eles fingem não saber que a pauta do bolsonarismo, da anistia, da guerra em Gaza não está na pauta do goianiense
As câmeras de segurança flagraram o procurador-geral da Casa: Kowalsky Ribeiro praticou um ato de intimidação. Ele desceu de seu veículo, depois, sacou uma arma de fogo e a deixou na cintura durante a discussão.
Considerar as facções como organizações do tipo não se adequa ao sistema legal do Brasil
A fala de Jerônimo Rodrigues nos remete, inevitavelmente, a um dos capítulos mais sombrios da história humana. Durante o Holocausto, Adolf Hitler e o regime nazista literalmente jogaram seus inimigos, especialmente judeus — em valas comuns, após assassiná-los em campos de extermínio
O governo que ignorou alertas de corrupção agora estuda usar dinheiro público atabalhoadamente para indenizar fraudados do INSS
Não há como negar: os carros elétricos e híbridos vieram para ficar e estão cada vez mais presentes nos mercados consumidores ao redor do mundo. Na Europa, por exemplo, cerca de 60% das vendas de veículos no primeiro trimestre deste ano foram dessas categorias, segundo a Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA). No Brasil, no entanto, a adesão ainda é tímida – foram vendidos menos de 40 mil veículos eletrificados no mesmo período, de acordo com a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).
Na contramão do cenário global, os brasileiros ainda enfrentam grandes dificuldades para adquirir veículos elétricos e híbridos. Esses modelos têm um custo significativamente mais alto em comparação aos automóveis movidos a combustão, o que os torna inacessíveis para a maior parte da população. Essa diferença de preço é resultado de diversos fatores, como a carga tributária elevada e a forte dependência de importações, já que a produção nacional ainda é limitada.
É importante destacar que não há uma gama de modelos em território brasileiro, com maior parte dos veículos elétricos disponíveis no mercado brasileiro são de médio e alto padrão, voltados para públicos com maior poder aquisitivo. Não há modelos de entrada ou carros populares elétricos/híbridos, assim como na Europa.
Além disso, o Brasil ainda carece de infraestrutura adequada para sustentar a adoção em larga escala desses veículos. Não basta adquirir um carro elétrico se você vive em uma cidade que não possui pontos de recarga disponíveis. O problema se estende também às rodovias federais e estaduais, que ainda não contam com estações de recarga ao longo de suas extensões tornando inviáveis viagens de longa distância com esse tipo de automóvel.
Se o Brasil quiser de fato acompanhar a transição energética que o mundo está vivenciando, será preciso agir com mais firmeza. Isso inclui investir em produção nacional, criar políticas públicas consistentes e ampliar a infraestrutura elétrica. Caso contrário, seguiremos na contramão da história, enquanto outros países aceleram rumo ao futuro, continuaremos presos ao passado dos combustíveis fósseis.

