Bastidores
Atuando ao lado de movimentos sociais, a postulante a uma vaga no Legislativo é também poeta
A assistente social Alexandra Machado é uma das apostas do PMN para vereadora em Goiânia.
Atuando desde 1984 ao lado de movimentos sociais, formou-se em Serviço Social em 1993. É autora de vários artigos publicados em jornais e é poeta, autora do livro “Quimera”.
Alexandra Machado fundou a Associação de Moradores do Setor Aeroporto, da qual foi secretária e presidente interina. Ela atuou na defesa dos direitos de crianças e adolescentes.
A postulante a uma vaga na Câmara é funcionária do quadro efetivo da Prefeitura de Goiânia. Entre suas atividades profissionais mais relevantes, Alexandra Machado destaca: coordenadora de Núcleo Educacional no Jardim Curitiba IV, coordenadora do PAIF – Programa de Atenção Integral à Família, diretora técnica no CIAMS Urias Magalhães, coordenadora do Projovem Adolescente, técnica na diretoria de convênios da Semas e no CAPS AD Casa, técnica em Projeto Habitacional da CEF, em Trindade, técnica na Ferrovia Norte-Sul, em Anápolis.
Alexandra Machado participou da pesquisa “Um estudo sobre a pobreza: políticas e perspectivas em Goiânia”, do Projeto URB-AL REDE 10 – Programa de Cooperação entre cidades da Europa e da América Latina.
O candidato do PP a prefeito de Goiânia vai a clube da elite e sente bem entre ricos e emergentes
O peemedebista disse a liderados que não pode fugir da raia e que não há tempo de preparar um candidato competitivo
Thiago Peixoto afirma que o prefeito de Luziânia tem obras e serviços para mostrar. Mas o tucano Melo é apontado como favorito
O ex-prefeito é citado como o único que tem condições de derrotar o líder do PDT, que melhorou gestão
O postulante do DEM conta com o desgaste, tido como gigante, do prefeito do município
O deputado estadual articula candidaturas para prefeito em vários municípios. Tanto pelo PHS quanto por outro partidos
Apontado como favorito, o prefeito enfrenta o médico José Ronaldo, do PROS
A ex-prefeita Rita de Cássia, do PSDB, e o deputado estadual Jean Carlo, presidente do PHS, entraram de sola na campanha de reeleição do prefeito de Itaberaí, Roberto Silva (foto), do PSD.
O médico José Ronaldo, do PROS, é o rival de Roberto Silva. Uma pedra no seu caminho é o apoio do ex-prefeito Wellington Baiano.
José Ronaldo é visto como pessoa de bem, mas, por ser neófito em política, é apontado como teleguiado por Wellington Baiano, o rei dos processos judiciais (oito ações civis públicas) e ficha sujíssima.
O ex-prefeito é apontado como favorito e um de seus projetos é levar uma faculdade de Medicina para o município
Trata-se de uma voz intransigente no combate à corrupção e em defesa da ética na política
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Alcides Ribeiro, Marlúcio Pereira, Silvio Benedito e Gustavo Mendanha: um deles deve convencer o eleitor de que é o substituto ideal de Maguito Vilela[/caption]
O sinal estava verde — acreditava-se. Mas agora o sinal está amarelo. É assim que os luas pretas do PMDB veem a pré-candidatura de Gustavo Mendanha a prefeito de Aparecida de Goiânia.
Num primeiro momento, escorados na popularidade do prefeito Maguito Vilela, os mendanhistas acreditaram que a disputa seria mamão com açúcar. Gustavo Mendanha é jovem, representa o novo e articulou amplo político. Porém, feitas as primeiras pesquisas, sua situação não é confortável. Não está mal é fato, mas, segundo seus próprios aliados, como um vereador, não supera os pré-candidatos do PSDB, o empresário Alcides Rodrigues, e do PSB, o deputado estadual Marlúcio Pereira. Além disso, há o postulante do PP, o coronel Silvio Benedito, que, com um discurso planejado e azeitado sobre segurança pública, pode mudar a configuração eleitoral do município.
Há quem aposte que, quando a campanha começar pra valer e Maguito Vilela começar a pedir voto — explicitando: “Gustavo Mendanha é o meu candidato a prefeito” —, as coisas deverão mudar. Pode ser, mas também pode não ser. O peemedebista, político articulado e sereno, precisa mostrar personalidade, apresentar-se como o candidato que realmente tem condições de substituir o ícone Maguito Vilela. O eleitor não aprecia político, sobretudo candidatos a cargos executivos, que precisa ser “carregado”. Porque fica com a impressão de que não terá condições técnicas de governar e autonomia para definir seus projetos.
O que o eleitor de Aparecida quer é um Maguito Vilela 2. Se pudesse, daria um terceiro mandato ao peemedebista. Porque ele, além de uma administração eficiente e estruturada, deu status ao município. A cidade era vista como uma espécie de patinho feio, mas, sob o comando de um ex-governador e ex-senador, ganhou prestígio, inclusive junto ao governo federal. Portanto, deve ser eleito prefeito de Aparecida o político cujo perfil se aproximar do de Maguito Vilela — não importa o partido ao qual esteja filiado.
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Ronaldo Caiado, Maguito Vilela e Daniel Vilela: a disputa de 2018 começa com crise política em Jataí[/caption]
Há um desconforto entre o DEM do senador Ronaldo Caiado e o PMDB do prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela. Curiosamente, a crise parece ter começado em Jataí, embora o pano de fundo seja outro — a disputa do governo do Estado em 2018. O maguitismo aposta em dois nomes: o deputado federal Daniel Vilela e Maguito Vilela. Mas o DEM pretende bancar Ronaldo Caiado para a cabeça de chapa. Este jogo “despontou” em Jataí.
No município do Sudoeste goiano, Maguito Vilela e Ronaldo Caiado disputam a paternidade da candidatura de Victor Piori a prefeito. Embora filiado ao DEM, o empresário é muito mais ligado a Maguito do que ao senador democrata, que, a rigor, não tem influência alguma na cidade. O prefeito de Aparecida embora esteja, nasceu e cresceu politicamente em Jataí, portanto, é uma referência — e por isso Victor Priori trabalha para ter seu apoio, implícito ou explícito.
Daniel Vilela pressiona o pai para que apoie Geneilton Assis, do PMDB, o candidato bancado pelo prefeito Humberto Machado. Mas há quem aposte que, se Victor Priori ficar isolado, quem tende a crescer é Vinicius Luz, do PSDB, e não o postulante peemedebista.
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Renato de Castro e Jalles Fontoura[/caption]
O prefeito Jalles Fontoura (PSDB) quer. O ex-prefeito Gilberto Naves (PMDB) quer. O secretário de Meio Ambiente e Cidades, Vilmar Rocha (PSD), quer. O chefe de gabinete do governador Marconi Perillo, Frederico Jayme (PSDB), quer. Quase todos querem a aliança entre PSDB e PMDB em torno da candidatura de José Matheus, diretor da Uni-Evangélica, a prefeito de Goianésia. Ele é hors concours. Mesmo assim, o acordão não sai. A família do deputado Renato de Castro (PMDB) barra a aliança. Não toda a família, e sim o pai de Renato. Sua mãe é favorável. Embora Matheus não esteja descartado, a tendência é que Jalles e Renato se enfrentem em 2 de outubro.
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O médico Paulo do Vale é investigado pela Polícia Federal e sua campanha perde substância[/caption]
Até o ano passado considerada favorita nas eleições para a Prefeitura de Rio Verde, a candidatura de Paulo do Vale (PMDB) vive dias de paralisia e completo desânimo. Com a aproximação da eleição, a agenda do pré-candidato se encolhe e crescem as especulações de que pode jogar a toalha quando agosto chegar, em função da queda livre que seu nome enfrenta nas pesquisas. Peemedebistas admitem, em off, que há mesmo uma crise na pré-campanha do médico.
As dificuldades de Paulo do Vale começaram depois que sofreu duas condenações na Justiça goiana por atos de improbidade administrativa e lesão ao Erário, referentes ao período em que era secretário de Saúde de Rio Verde. E se acentuaram há duas semanas diante da notícia de que passou a ser alvo de investigação da Polícia Federal por desvios de recursos do SUS na clínica de sua propriedade em Rio Verde.
Os aliados iniciaram a debandada, a campanha encolheu e o próximo a jogar a toalha pode ser o próprio Paulo do Vale. Caso o peemedebista saia da disputa, o mais provável é que seu grupo político caminhe com a possível candidatura de Karlos Cabral, ex-PT e agora filiado à Rede.
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Deputado estadual Carlos Antônio| Foto: Renan Accioly/ Jornal Opção[/caption]
Com apoio direto do governador Marconi Perillo (PSDB), o senador Wilder Morais, presidente do PP, e o vice-governador José Eliton (PSDB), secretário de Segurança Pública, estão operando politicamente em Anápolis.
Morais e Eliton trabalham para que o PP deixe a gestão do prefeito João Gomes, do PT, com o objetivo de apoiar o candidato do PSDB a prefeito do município, o deputado Carlos Antônio. Se necessário, o senador vai trocar o comando do partido da cidade. Por enquanto, busca-se uma saída consensual, sem traumas.
O PR da deputada federal Magda Mofatto também pode aderir à campanha de Carlos Antônio. Marconi Perillo quer articular um frentão para bancar a candidatura do tucano.
O deputado Alexandre Baldy, que andava distante da base governista, estaria se aproximando novamente.

