Durante a sessão desta terça-feira, 31, houve uma briga envolvendo os vereadores Anselmo Pereira (MDB) e Paulo Magalhães (União Brasil). A discussão começou por conta de questões envolvendo o regimento interno da Câmara Municipal de Goiânia. Só que a situação escalou e pode parar no Conselho de Ética da Casa.

Segundo informações que circulam pelos corredores da Câmara, Magalhães teria dito uma ofensa de cunho homofóbico para Pereira durante a briga. Algo que muitos vereadores classificaram como “inadequado” e que teria “passado dos limites”. Por isso, a questão pode ser denunciada no Conselho de Ética.

Pessoas próximas ao vereador consideram difícil que o decano da Casa entre com uma ação. “Ele não iria se rebaixar ao nível do Paulo (Magalhães) é muito culto e educado para isso”, disseram.

O Jornal Opção entrou em contato com a assessoria do vereador Paulo Magalhães, mas ainda não houve resposta. O canal está aberto.

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Só que a briga de ontem é considerada apenas mais um evento no meio do conflito entre os vereadores que apoiam o presidente Romário Policarpo (Patriota) e o bloco Vanguarda. Membro do segundo grupo, Magalhães recebe diversas críticas de outros parlamentares, principalmente pela cobrança de presença durante as sessões.

Além de Magalhães, outros membros do bloco Vanguarda também recebem críticas dentro da Câmara por conta do comportamento. Em um dos casos, o vereador Pastor Wilson (PMB) fez uma denúncia no Conselho de Ética contra o líder do bloco, Igor Franco (Solidariedade). O motivo seria uma invasão ao seu gabinete há oito meses atrás.

Conforme apuração, a denúncia é de que Franco entrou no gabinete de Wilson sem autorização. Em seguida, ele teria dito ofensas contra o parlamentar, chamando-o de “malandro”. Perguntado a respeito pelo Jornal Opção, o líder do grupo disse que não está ciente sobre a ação, mas que responderá quando receber o documento.