Anápolis é uma cidade cujo processo eleitoral já está muito adiantado, mesmo faltando mais de um ano para o pleito. O prefeito João Gomes é o candidato do PT e já tem até coordenador de campanha, o ex-prefeito e companheiro de partido Antônio Gomide. Ainda é cedo para dizer quem poderá ser o vice, mas isso não significa que as especulações não começaram.

O PT — que aparenta não ter adversários para enfrentar, pois agrega praticamente todos os partidos da cidade —, tem duas possibilidades: lançar chapa pura ou fechar aliança. Dessas duas, a mais provável é a segunda, pois agrega mais credibilidade à chapa. E um nome que parece se encaminhar para “fechar” com João Gomes é o vereador licenciado e superintendente do Produzir, Fernando Cunha Neto (PSDB).

O vereador participou da articulação para formar a mesa diretora da Câmara Municipal no início do ano e tem sido próximo de João Gomes. Soma para isso a grande proximidade pessoal que existe entre o prefeito e o governador Marconi Perillo. Mas há um porém. Se isso realmente acontecer, uma coisa é certa: está minada uma candidatura tucana em Anápolis. O deputado federal Alexandre Baldy diz que tem interesse na candidatura. Fernando Cunha era, inclusive, ligado a ele.

Isso pode acontecer? É cedo para dizer.