Seis vezes vereador, Djalma Araújo dá nota 3 para os primeiros dois meses da gestão de Iris Rezende

O ex-vereador dá nota 1,5 para Iris Araújo, que chama de prefeita-adjunta. Ele sugere que ela está fazendo campanha eleitoral extemporânea

Djalma Araújo: “Iris Araújo comporta-se como se fosse a Maria Antonieta do Cerrado” | Foto: Fernando Leite/ Jornal Opção

O ex-vereador Djalma Araújo, da Rede, é um fenômeno políticos: ficou 24 anos na Câmara Municipal de Goiânia. Só não permanece lá porque optou por disputar mandato de prefeito em 2016. “Acompanhei as gestões de Darci Accorsi, Nion Albernaz, Pedro Wilson, Iris Rezende e Paulo Garcia. Iris está fazendo uma administração de má qualidade e, portanto, dou-lhe apenas nota 3, reprovando-o, para os dois meses. Dou nota 1,5 para a prefeita-adjunta, Iris Araújo. Parada no tempo, ela continua falando em horta comunitária.”

Djalma diz que “a administração de Iris não existe. O marasmo é total. O prefeito está profundamente desconectado da cidade real. Há o problema das dívidas, que são heranças que Iris deixou para Paulo Garcia, do PT, e este transferiu para o peemedebista”.
Um dos problemas de Iris, diz Djalma, é que “não está cumprindo suas promessas. Ele pretende chamar apenas 10% dos concursados, o que não supre as deficiências das áreas de educação e saúde”.

“Embora cobre dos outros, Iris atrasou o salário dos servidores em janeiro. Ele não reduziu os cargos comissionados. Paulo Garcia gastava 6 milhões de reais com comissionados e Iris está gastando o mesmo”, afirma Djalma Araújo. “Sua gestão é lenta, anda a passo de tartaruga. Sobretudo, Iris não é criativo e preocupa-se apenas com o feijão com arroz.”

Quanto a Iris Araújo, Djalma Araújo sugere que “está fazendo campanha eleitoral antecipada. O Ministério Público tem de ficar de olho. A prefeitura não pode, em hipótese alguma, subordinar-se a um projeto eleitoral, seja de quem for”. A respeito do transporte coletivo, o ex-vereador sustenta que, como “aconteceu em outras ocasiões, Iris não vai resolver seus problemas estruturais. Como não é ousado, não pensa, por exemplo, na construção do metrô”.

Iris Rezende, na opinião de Djalma Araújo, “tem de parar de atacar” Paulo Garcia pelos jornais, “exceto se admitir que os dois quebraram a Prefeitura de Goiânia. Um é católico e o outro é evangélico, mas nenhum é santo”.

No lugar de reduzir custos para a população de Goiânia, Iris Rezende, segundo Djalma Araújo, “vai aumentar o IPTU. A expansão urbana proposta pelo prefeito do PMDB é um instrumento do setor imobiliário, não dos cidadãos goianienses. A cidade precisa se levantar antes que seja tarde, muito tarde”.

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