Sai fusão do Patriota com o PRP. Fica o nome Patriota e Adilson Barroso será o presidente

Juntos, os dois partidos cumprem a cláusula de barreira e terão direito ao Fundo Partidário

Adilson Barroso, presidente do Patriota, e Jair Bolsonaro, presidente eleito do Brasil

O Partido Republicano Progressista (PRP) — presidido em Goiás por Jorcelino Braga — e o Patriota — em Goiás presidido por Raniery Nunes — confirmaram na segunda-feira, 17, que vão se fundir.

O presidente nacional do Patriota, Adilson Barroso Oliveira, divulgou nota informando que a fusão já foi averbada e agora só depende da homologação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Agora, o novo partido passa a cumprir a cláusula de barreira (os dois partidos obtiveram mais de 2,3 milhões de votos) e, portanto, terá acesso ao fundo partidário.

O Patriota bancou Cabo Daciolo, deputado federal pelo Rio de Janeiro, para presidente. Ele obteve 1,2%. Mas o partido conseguiu eleger cinco deputados federais. O PRP elegeu um senador, Jorge Kajuru, por Goiás, e quatro deputados federais. A bancada terá, portanto, nove deputados federais. A fusão abre brecha para novas filiações. Uma deputada eleita, Bia Kicis, de Brasília, pode se transferir para o PSL de Jair Bolsonaro, o presidente eleito.

Com a fusão, o nome Patriota — número 51 — é mantido e o PRP desaparece. Adilson Barroso Oliveira permanece na presidência nacional. Ovasco Resende, que era o presidente nacional do PRP, será o primeiro vice-presidente.

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