Num áudio, José Eliton apresenta-se como “destemido” e como candidato a governador. Uma turma de “O Popular”, por não ter consultado a lei eleitoral, saiu a campo para criticá-lo, sugerindo que havia cometido crime eleitoral, esquecendo que o tucano é um experimentado advogado eleitoral. A lei permite que o político explique que será candidato. Não permite, isto sim, que peça votos — o que o tucano não fez.

O advogado Dyogo Crossara enviou a lei para Cileide Alves, que não é repórter de “O Popular”, e para Fabiana Pulcineli. Cileide Alves fez a correção prontamente. Pulcineli, apesar de ter se equivocado, teria resistido a se corrigir.