Presidente do PL admite fusão com o PSD. Mas só se Reforma Política acabar com coligação proporcional

Cleovan Siqueira: o goiano que articula com o ministro Gilberto Kassab

Cleovan Siqueira: o goiano que articula com o ministro Gilberto Kassab

O presidente nacional do PL, Cleovan Siqueira — carne e unha com Gilberto Kassab, presidente do PSD —, conta que, em 31 de janeiro, seus aliados cessam a coleta de assinaturas para garantir o registro do partido no Tribunal Superior Eleitoral.

Para obter o registro, bastam 500 mil assinaturas. “Para evitar quaisquer problemas, vamos colher entre 600 mil e 1 milhão de assinaturas.”

“Em fevereiro, nós vamos pedir o registro definitivo do PL no TSE”, afirma Cleovan. “Com a documentação em ordem, o registro tende a sair em 60 dias. Nós poderemos lançar candidatos a prefeito e vereador em 2016.”

Cleovan Siqueira diz que a fusão do PL com o PSD vai depender da Reforma Política. “Se acabar a coligação proporcional, aí a tendência é o PL e o PSD se tornarem apenas um partido. Se continuar como antes, os dois partidos poderão permanecer separados, mas atuando como blocos coesos.”

Com a Reforma Política, o País poderá ficar com apenas 12 partidos. “Vai ter muitas fusões partidárias, dependendo de como a reforma será efetivada”, avalia Cleovan Siqueira.

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