Pesquisas constatam que “bateção” de Iris Rezende não está funcionando

As pesquisas de intenção de votos exibem Iris Rezende, candidato do PMDB a governador de Goiás, estagnado. Isto significa que a bateção de sua campanha, tanto na televisão quanto nos comícios e reuniões, não está funcionando.

Mesmo assim, Luiz Felipe Gabriel e Dimas Thomas, longe de fazerem uma campanha propositiva para seu cliente, Iris Rezende, estão propondo mais “bateção”. Pesquisadores e marqueteiros avaliam que candidatos que “batem” de modo excessivo não são levados em consideração pelos eleitores. “Iris está se apresentando de uma maneira que acaba consolidando a imagem de que é, ao mesmo tempo, o médico e o monstro. Ele está assustador, rancoroso, violento — parece o Lobo Mau da fábula. Os eleitores não estão aprovando. O que surpreende é que seus marqueteiros, profissionais de gabarito, não consigam fazê-lo enxergar a realidade. A exposição do bom velhinho imprecador não está pegando bem. Pelo contrário, está pegando muito mal”, diagnostica um pesquisador. Iris está sendo apresentado e, portanto, visto como o político que xinga, mas não propõe uma alternativa crível.

Além disso, toda vez que se mostra como moderno, Iris apresenta uma argumentação arcaica, antimoderna. Não adianta se dizer moderno se a forma não o é. O corpo fala, já disseram. Os marqueteiros deveriam tentar levar um Iris mais ameno e menos ácido e árido para a televisão. Afinal, ele não é mocinho de novela mexicana nem bandido de filme de faroeste. É um político de valor, sério e competente.

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