Há um consenso de que o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia demora muito para tomar decisões. Com a reforma administrativa, o petista-chefe deve demitir de 30% a 50% dos comissionados, cortar secretarias (40%) e reduzir o custeio da máquina com medidas duras, com o objetivo de se ter uma economia de 50 milhões de reais por ano.

Técnicos, como Jeovalter Correia, seu secretário de Finanças, recomendam que não se preocupe com possível desgaste eleitoral, sobretudo porque não vai disputar mandato eletivo em 2016. Aliados políticos, os mais experimentados, disseram a Paulo Garcia que é melhor ficar impopular em 2015, o ano da crise nacional, do que em 2016, ano das eleições municipais. Eles apostam que, se enxugar a máquina, o petista-chefe terá condições de fazer investimentos e, mesmo, de recuperar, parcial (possível) ou inteiramente (muito difícil), sua imagem política.