Bastidores
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Arquivo[/caption]
De um deputado estadual: “A ditadura durou 21 anos, de 1964 a 1985. Pois Lúcia Vânia quer ficar 24 anos no Senado, quer dizer, três anos a mais do que a ditadura”.
“Por que a senadora Lúcia Vânia não aceita a renovação?”, pergunta o parlamentar. “Ela, que apoiou a ditadura militar, não abre espaço para o novo.”
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Demóstenes Torres durante entrevista ao Jornal Opção | Foto: Fernando Leite[/caption]
De um advogado: “É pule de dez que Demóstenes Torres retoma seu mandato de senador; afinal, não cometeu nenhum crime, segundo a Justiça”. De outro advogado: “É muito difícil, senão impossível, a retomada do mandato. Os senadores não costumam voltar atrás”.
Se o Senado não lhe devolver o mandato, Demóstenes Torres vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal.
Não só aos aliados, Iris Araújo tem dito que o PMDB deve eleger apenas um deputado federal. Por isso, com o apoio do prefeito de Goiânia, Iris Rezende, trabalha, em tempo integral, para “desidratar” seu principal concorrente interno, o deputado José Nelto. Seus auxiliares, quando ouvem o nome do parlamentar, dizem: “Ah, o José Néscio”.
Iris Araújo tem dito que, para derrotar José Nelto e conseguir ser a deputada do PMDB, conta com o apoio do pré-candidato do PMDB a governador, Daniel Vilela.
José Nelto acreditava que teria o apoio do prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha, para deputado federal. Porém, instado por Daniel Vilela, o peemedebista banca a candidatura de Iris Araújo.
Marise Fernandes foi “salva” pela ação rápida e eficaz de Marconi Perillo e Alexandre Baldy
A cúpula nacional deu garantia de que o PP em Goiás vai ficar ao lado do candidato do PSDB a governador, José Eliton. Em qualquer circunstância.
O presidente nacional do partido, Ciro Nogueira, mantém excelente relacionamento com o governador Marconi Perillo.
De um deputado estadual do PMDB: “O senador Ronaldo Caiado anda irritado com as pressões do deputado federal Daniel Vilela [pré-candidato do PMDB a governador de Goiás] para que desista de ser candidato em 2018 e apoie a postulação do peemedebista”.
Segundo o deputado, Ronaldo Caiado sempre pergunta por qual motivo o líder nas pesquisas de intenção de voto pode abrir mão para o segundo ou terceiro colocado. Os caiadistas apostam que a disputa em 2018 se dará entre o candidato do PSDB, José Eliton, e o senador.
Tese de um peemedebista: “Ronaldo Caiado não segue, mas exige seguidores”.
No início, pensou-se que os salamaleques terminaria em namoro. Mas a guerra começou a ficar fria e agora se tornou uma guerra hot. Os grupos de Daniel Vilela e de Ronaldo Caiado começam a trocar farpas nos bastidores e o salto para as redes sociais será em breve. Dossiês começam a circular de mão em mão.
Os caiadistas, se Daniel Vilela insistir em ser candidato, vão falar que tem ligação com a Odebrecht e com a empresa de telefonia OI. Já os vilelistas vão contrapor, insinuando ligações do senador Caiado com a OAS, por intermédio do prefeito de Salvador, ACM Neto.
Acertadas as pendências com deputados eleitos com seus votos, o parlamentar deve anunciar candidatura em 2018
“O presidente do PP é um político limpo e tem apoio suprapartidário”
Lincoln Tejota afirma que o partido trabalha para eleger de três a quatro deputados estaduais
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Arquivo[/caption]
O Pros está construindo uma estrutura gigante para as eleições de 2018. Com chapa exclusiva para deputado estadual, o partido aposta que elegerá de três a quatro políticos. “É a nossa aposta”, afirma o deputado estadual Lincoln Tejota, que disputa mandato de deputado federal em 2018. O próximo passo é conquistar o passe político do deputado Jean Carlo, que planeja disputar mandato de deputado federal.
Luis Cesar Bueno afirma que, se não fechar aliança com Daniel Vilela, o PT deve lançar candidato a governador
Fernando Haddad, com o PT em crise, é considerado pesado demais para ser carregado
O governador sugere que os números do pré-candidato do PSDB são bons, para o momento, e que não se cogita troca
José Carlos Palma estaria ameaçando sair, com seu grupo, para se filiar noutra federação
O ex-prefeito de Aparecida de Goiânia sempre afirma que apoia a candidatura do filho a governador

