Bastidores
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Foto: Arquivo[/caption]
Em termos estritamente político, o presidente da Assembleia Legislativa, José Vitti (PSDB), está entusiasmado com José Eliton (PSDB). Ele aposta que o governador será reeleito. Por quê? Porque, frisa, é um excelente candidato. Estrutura conta, é claro. Mas o presidente da AL diz que conta muito mais o próprio candidato.
José Eliton, assinala José Vitti, empolgou as bases e, ao mesmo tempo, a sociedade. Isto é decisivo, postula.
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Governador José Eliton (PSDB) | Foto: Larissa Quixabeira / Jornal Opção[/caption]
Nas entrevistas, discursos e conversas com segmentos organizados da sociedade, o governador de Goiás, José Eliton (PSDB), “impressiona pelo total conhecimento da máquina pública e absoluto equilíbrio”, dizem marconistas.
Secretários estão impressionados com o raciocínio rápido e a memória de José Eliton. É visto como tão articulado quanto o ex-governador Marconi Perillo (PSDB). “Nos debates, durante a campanha, tende a dar um banho nos adversários”, afirma um marqueteiro.
Chama atenção o legalismo não burocrático de José Eliton. Ele cumpre as leis, mas cobra pressa e eficiência na resolução dos problemas.
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Fotos: Divulgação[/caption]
O pré-candidato do MDB a governador de Goiás, Daniel Vilela — presidente regional do partido —, aliou-se a Iris Araújo e, juntos, devem promover uma caça às bruxas nas bases emedebistas que apoiam José Nelto para deputado federal.
A ordem é desidratar o neocaiadista e contribuir para derrotá-lo. Aliados de José Nelto dizem que o deputado estadual nada teme e é mesmo “dono” de parte do MDB no interior. “Enquanto Iris Araújo ficava assando pão de queijo em Goiânia e conversando sobre comida com socialites, José Nelto apoiou a candidatura de mais de 30 aliados para prefeito em 2016, então é natural que tenha apoio em todo o Estado”, afirma um joséneltista.
Se prevalecer, tese pode provocar um efeito em cascata, com a expulsão em massa dos sindicatos em todo país, o que prejudica a Confederação Nacional do Comércio
Ele é apontado como braço-direito, em termos políticos, do ministro das Cidades
“Ciro não passa no PT nem com reza brava”, afirma a senadora que sempre reproduz o pensamento de Lula da Silva
O presidente da Assembleia Legislativa deve ser um general eleitoral na campanha do tucano
Nárcia Kelly e o influente Paulinho Rezende estão com o ex-senador e o PROS deve anunciar apoio
O jovem procurador combina atendimento rápido e de qualidade irretorquível
Deputado federal estaria espalhando intrigas. Mas os tucanos estão vacinando contra os teóricos da conspiração
O governador vai passar parte de seu tempo nos municípios, dialogando com líderes com a sociedade civil e a sociedade política
À primeira vista, a ebulição na composição das chapas proporcionais para a Assembleia Legislativa de Goiás e para a Câmara dos Deputados pode até parecer conflito incontornável e divisão na base aliada. Na verdade, nada mais é do que a expressão da determinação de todos em permanecer na coalizão governista. A união é um dos fatores, um dos mais importantes, de a base estar no poder há quase 20 anos.
O governador de Goiás, José Eliton, avançou no relacionamento com o funcionalismo público ao antecipar os salários de abril. O gestor o fez por algumas razões. Era a primeira folha paga pelo tucano. A sexta-feira, 27, era véspera de um feriado prolongado, 1º de maio é o Dia do Trabalhador. Além de tudo, coroou uma semana com decisões tidas como acertadas pela sociedade em várias áreas (como saúde, com o Terceiro Turno em algumas unidades do Estado).
Eficiência e rapidez são palavras-chaves do vocabulário do gestor tucano
Desde que o prefeito de Catalão começou a militar na política estadual, o MDB nunca mais ganhou uma eleição para governador

