Bastidores
[caption id="attachment_42022" align="alignright" width="620"]
Secretária Ana Carla Abrão | Foto: Ascom / Sefaz[/caption]
Ana Carla Abrão gostaria de ser ministra da Fazenda ou do Planejamento ou presidente do Banco Central num possível governo tucano, a partir de 2019. Mas também é cotada para disputar o governo de Goiás.
[caption id="attachment_42260" align="alignright" width="620"]
Ozair José, vice-prefeito de Aparecida de Goiânia[/caption]
Um aliado do petista Ozair José sugere que, em Aparecida de Goiânia, o PT criou a “genrocracia”. O vereador Helvecino Moura não aceita a candidatura de Ozair a prefeito e planeja lançar seu genro, Adriano Montavoni. Na verdade, quer colocá-lo como vice de Euler Morais ou Gustavo Mendança, do PMDB.
[caption id="attachment_42258" align="alignright" width="620"]
Euler Morais e Gustavo Mendanha[/caption]
Em Aparecida de Goiânia, o prefeito Maguito Vilela, do PMDB, planeja lançar seu secretário de Governo, Euler Morais, à sua sucessão. Mas seu filho, o deputado federal Daniel Vilela, tem outro plano e quer lançar o vereador Gustavo Mendanha. Significa uma crise? Não, pois, no final, o parlamentar seguirá as regras do pai.
[caption id="attachment_40496" align="alignright" width="620"]
Adriana Accorsi| Foto: Fernando Leite/ Jornal Opção[/caption]
A deputada estadual Adriana Accorsi vai carregar o pesado karma do PT nacional em Goiânia. Embora seja uma política ética, se disputar a Prefeitura de Goiânia, terá seu nome associado à camarilha do PT.
[caption id="attachment_39142" align="alignright" width="620"]
Dilma Rousseff| Lula Marques/Agência PT[/caption]
A corrupção gerou uma crise moral que vai abalar o PT eleitoralmente. A baixa popularidade da presidente Dilma Rousseff — talvez incontornável — é um reflexo disso.
Porém, para a maioria das pessoas, a crise econômica, que está “roubando” empregos, é mais significativa do que a crise moral. Por isso, não se pode dizer que o PT está morto. O partido está baleado e, “internado” na UTI, corre risco de morte política.
Entretanto, se a economia melhorar entre 2017 e 2018, um político como Lula da Silva — se não for tragado pela Operação Lava Jato — será um candidato competitivo a presidente da República.
[caption id="attachment_42250" align="alignright" width="620"]
Jornalista Cristiana Lôbo e deputado José Nelto| Fotos: Zé Paulo Cardeal/ TV Globo e Alego[/caption]
José Nelto está comprometendo a imagem moderna que o PMDB está tentando incorporar. Além de defender a castração química para maníacos sexuais, o parlamentar atacou duramente a jornalista Cristiana Lôbo, da Globo News, no Twitter.
Segundo José Nelto, citando outra pessoa, Cristiana Lôbo — jornalista íntegra — “recebe um mensalinho para promover Marconi” (Perillo). Processo à vista?
Percebendo a mancada de seus assessores — que alegam que o Twitter é coordenado por sua mulher —, José Nelto recuou e pediu desculpas a Cristiana Lôbo. “Peço desculpa por essa colocação e agressão a Cristiana Lôbo, episódio lamentável e triste a essa querida jornalista goiana.”
[caption id="attachment_42247" align="alignright" width="620"]
Irisi Rezende e deputado estadual José Nelto| Fotos: Fernando Leite e Alego[/caption]
A cúpula do PMDB anuncia na segunda-feira, 10, a expulsão de 20 prefeitos do PMDB que apoiaram a candidatura de Marconi Perillo a governador em 2014. José Nelto e Iris Rezende são os responsáveis pela elaboração do “Listão da Vingança”. Muitos aliados não estão gostando.
[caption id="attachment_42242" align="alignright" width="620"]
Deputado federal Daniel Vilela e Júnior Friboi, ambos do PMDB | Fotos: Fernando Leite[/caption]
Júnior Friboi disse a dois peemedebistas que ainda não desistiu inteiramente do PMDB. Se o deputado federal Daniel Vilela for eleito presidente do partido, em outubro, é provável que tente retomar a convivência com os peemedebistas. O empresário ainda sonha com uma candidatura a governador de Goiás.
Mas é quase certo que Junior Friboi apoie a candidatura de Daniel Vilela a governador. Ele não apoia o senador Ronaldo Caiado, do DEM, dada a proximidade deste com Iris Rezende.
[caption id="attachment_40774" align="alignright" width="620"]
Foto: Fernando Leite/ Jornal Opção[/caption]
O governador Marconi Perillo tem sido mencionado em Brasília como possível ministro de um governo de “salvação nacional”. Ele quer? Dificilmente deixará o governo de Goiás antes de abril de 2018.
[caption id="attachment_30753" align="alignright" width="620"]
Radialista Jorge Kajuru / Divulgação[/caption]
O radialista Jorge Kajuru cortou o cabelo no salão New Star, na Praça Tamandaré, e disse que, por falta de estrutura financeira, desistiu mesmo de disputar a Prefeitura de Goiânia. Ele será candidato a vereador, com o apoio da cúpula da empresa Planalto Máquinas Agrícolas.
[caption id="attachment_27311" align="alignright" width="620"]
Foto: Fernando Leite[/caption]
No início desta semana (o encontro foi na tarde de segunda-feira, 3), o deputado estadual goiano Virmondes Cruvinel (PSD) esteve em São Paulo para uma audiência com o colega Fernando Capez (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa paulista.
Cruvinel frisa que a reunião foi muito produtiva com a discussão de vários projetos de lei aprovados pela comunidade de São Paulo. Promotor licenciado, Capez é campeão na apresentação de propostas legislativas e também de votos: foi o deputado estadual mais votado de São Paulo nas últimas eleições.
De Valter Hugo Mãe: “A melhor coisa que os portugueses fizeram foi o Brasil”. O escritor português pretende escrever um livro cuja história se passe no Brasil, segundo a revista “Época”. José Saramago definiu-o como “tsunami linguístico”.
[caption id="attachment_42229" align="alignright" width="620"]
José Mário Schreiner | Foto: Larissa Melo[/caption]
Com a sonhada “janela”, o suplente de deputado federal José Mário Schreiner pode trocar o congestionado PSD de Vilmar Rocha pelo emergente Pros de Eurípedes Júnior. Ligado à ministra da Agricultura, Kátia Abreu, recebeu convite para se filiar ao PMDB. Mas não deve aceitar, porque, em Goiás, pretende permanecer na base política do governador Marconi Perillo (PSDB).
[caption id="attachment_37614" align="alignright" width="620"]
Foto: Renan Accioly / Jornal Opção[/caption]
O governo da presidente Dilma Rousseff, gerido em parte pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, cada dia mais nefelibata, fez um barulho tremendo com o objetivo de mudar as regras do ICMS — o que, em tese, colocaria fim à chamada guerra fiscal (que existe em países continentais, de desenvolvimento desigual). Os Estados em desenvolvimento, que precisam de regras diferentes para garantir seu desenvolvimento, ficaram desconsolados. Mas agora, segundo o deputado federal tucano Alexandre Baldy, o governo federal, bagunçado e sem dinheiro para criar fundos compensatórios, não tem mais condições de mexer no ICMS. “Dilma está mais preocupada em salvar a própria pele”, afirma o tucano.


