Nilson Gomes diz que pandemia reforça necessidade de Goiânia ser a capital da Tecnologia

Coronavírus revelou “as deficiências da cidade” e ressaltou as soluções, como “maratonar série em streaming” e aluno da rede pública ganhar tablet para jogar, ver filme e ter aulas on-line

Nilson Gomes: pré-candidato a prefeito de Goiânia pelo DEM | Foto: Divulgação

A pandemia de coronavírus está abalando o mundo. Para o jornalista e advogado Nilson Gomes, “seria ainda mais letal se não fossem os avanços tecnológicos”. Como pré-candidato democrata a prefeito, diz que os efeitos da crise seriam menores aqui se Goiânia já fosse a Capital Brasileira da Tecnologia Social:

“A crise ofereceu a chance de a cidade valorizar ainda mais os investimentos em tecnologia”.

Os governos estadual e federal estão doando dinheiro, cestas básicas, gás e oportunidades de empreender após a passagem da doença. Nilson Gomes receita que a prefeitura deveria entrar com sua cota em tecnologia. Por exemplo, oferecendo minitablet para cada estudante “em idade de mexer na engenhoca, que é quase em toda”. Assim, prevê o pré-candidato, “o aluno teria diversão e as aulas continuariam on-line” durante essa parada.

Por seus cálculos, o município tem condições de adquirir os aparelhos: “Para comprar 10 mil minitablets para alunos do Ensino Fundamental e colocar internet boa nas ruas da periferia, a prefeitura investiria em quatro anos menos do que gasta para fazer um viaduto”.

Com praticamente todos os estabelecimentos fechados, “o que funciona é a tecnologia”: “É o streaming pra maratonar séries, o aplicativo pra pedir comida e se informar, o tablet pra ler livros. Graças a um sistema, o SEI, as repartições públicas não pararam, pois é operacionalizado de onde o servidor está”, conta Nilson.

Em sua receita, a Capital da Tecnologia Social saberia o preço e a quantidade de pacotes de máscaras e álcool em gel. “Caso algum comerciante resolvesse explorar a tragédia para lucrar”, estima o jornalista, “o poder público identificaria automaticamente e enviaria Procon e Polícia na defesa do consumidor”.

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