Morre o coronel Efigênio, ex-comandante-geral da PM de Goiás

Ele era um estrategista e, como comandante, contribuiu para reduzir a violência

O coronel Divino Efigênio de Almeida morreu no sábado, 26, aos 69 anos. Ele travava uma batalha contra o câncer. O  velório e o sepultamento ocorrerão no Cemitério Parque Memorial.

O coronel Efigênio era um policial competente e, como comandante-geral da Polícia Militar de Goiás, fez um trabalho que se tornou referência. Ele era um estrategista, um homem inteligente, decente e bem-humorado. Gostava de política e era dono de uma conversa agradável. Adorava ler jornais e saber de tudo o que estava acontecendo.

Certa vez, o prefeito de uma cidade do interior, Turvelândia, estava saqueando os cofres públicos, e o governo estadual fez intervenção. Mandou para lá, como interventor, o coronel Efigênio. Em pouco tempo, agindo como democrata e como gestor eficiente, organizou a máquina pública, pagou os funcionários públicos e fez obras. Saiu consagrado. Queriam até lançá-lo candidato a prefeito.

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