lucas-calil-carlos-costa-620x350O deputado Lucas Calil (PSL) diz que políticos devem ser ousados, mas não devem dar um salto maior do que as pernas. “Até por não ser, no geral, atleta”, brinca. “Quero ser deputado federal? Sim, quero. Mas primeiro pretendo mostrar trabalho na Assembleia Legislativa, ajudar os prefeitos que represento para que, no futuro, eles decidam o que devo fazer. Não se faz política sozinho. A política é uma atividade eminentemente coletiva.”

Instado a comentar a questão do deputado Roberto Balestra e do senador Wilder Morais — que chegou “ontem” ao PP e já vai assumir sua presidência regional, rifando aquele que tem oito mandatos de deputado federal —, Lucas Calil diz que não acompanha a questão. “Mas me posiciono ao lado de Balestra, que tem bons serviços prestados a Goiás e ao Brasil. Ele não chegou agora; tem história.”

Sobre a disputa pela Prefeitura de Inhumas, Lucas Calil garante que não pretende disputar eleição em 2016. “Nosso candidato no município é o ex-prefeito Abelardo Vaz. Se ele quiser disputar, ninguém tem condições de derrotá-lo.” O deputado frisa que o médico João Antônio, do PSD, também deve ser candidato. Há, porém, quem aposte que será vice de Abelardo Vaz, ou, se este não quiser disputar, será o candidato a prefeito da base governista. Ele era do PMDB.

A respeito de Jaime Rincón, que deve ser o candidato da base governista a prefeito de Goiânia, Lucas Calil é enfático: “Jaime é um gestor extraordinário, desses que não apreciam burocracia e gostam de concluir as obras rapidamente, mas com alta qualidade. Ele é candidatíssimo a prefeito de Goiânia. Porém, como as campanhas são onerosas e é preciso estabelecer alianças políticas nos bastidores, aparentemente está meio quieto. Na verdade, está trabalhando mais e divulgando menos. É um craque, absolutamente confiável e parceiro”.

Mas qual é o ânimo verdadeiro de Jayme Rincón? “O ânimo, posso garantir, é total. O Jayme não desanima nunca. Mas, claro, está mais focado no seu trabalho como presidente da Agetop.”

O delegado Waldir Arantes, frisa Lucas Calil, é um fenômeno eleitoral. “Pode ser candidato? Pode. Mas precisa entender que uma campanha majoritária é completamente diferente das campanhas proporcionais. É preciso agregar, é necessário ter em mente que a eleição possivelmente terá segundo turno, por isso não se pode desagregar.”

Lucas Calil diz que está trabalhando, com atenção, na formatação de sua base política no interior. “Estou conversando com os pré-candidatos que vou apoiar tanto para prefeito quanto para vereador.”