Joaquim Barbosa no PSB e Flavio Rocha no PRB

Joaquim Barbosa e Flávio Rocha: dois nomes para o eleitor optar para colocar no Planalto

Joaquim Barbosa, ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), está prestes a ingressar no PSB. Na quinta-feira, 29, ele foi visto numa padaria em Brasília, com o presidente da sigla, Carlos Siqueira, e o deputado federal Alessandro Molon, recém-filiado ao partido.

O namoro entre o ex-presidente do STF e o PSB vem desde o ano passado, não concretizado porque ele pediu e não teve garantia para ser o candidato à Presidência da República. Sabe-se que as resistências internas à candidatura dele ao Planalto diminuíram nas últimas semanas, na avaliação de que a candidatura de Joaquim Barbosa teria muitas chances de decolar, atraindo eleitores de esquerda, centro e até centro-direita, com potencial de “roubar” votos até de Jair Bolsonaro.

Outro de olho na candidatura ao Planalto, o empresário Flávio Rocha, dono da Riachuelo, se filiou ao PRB e foi lançado como o pré-candidato no dia 27, apresenta-se como alternativa “liberal na economia e conservadora nos costumes”. Defende a privatização de todas as estatais, inclusive a Petrobrás e os bancos. Será que a sociedade brasileira está preparada para guinada tão radical rumo ao liberalismo e ao capitalismo?

3 respostas para “Joaquim Barbosa no PSB e Flavio Rocha no PRB”

  1. Flávio Rocha tem uma doutrina liberal bem formada e atualizadíssima. Defende um Estado mínimo, e quanto mais mínimo, de verdade, melhor e menos opressor e de menor custo para o cidadão.

    E, defende os bons costumes e a virtude individual do cidadão.

    Em síntese, o que entendo da proposta do candidato é sua intransigente defesa da modernização do papel do estado, a libertação de um estado arcaico, pesado, opressor, dominador, falido em estado que substituiu ao Deus, por se diz o ” estado deus” para um estado estado moderno, conservador em seus costumes, com sua essencial leveza e prioridades no cidadão, como o gestor eficiente, executivo de PLANEJAMENTO que importam para uma vida digna em sociedade.

    O Estado arcaico PLANEJA e EXECUTA.

    O Estado moderno PLANEJA e os cidadãos EXECUTAM.

    Afinal, restou bem provado que o estado que tenta substituir as habilidades individuais do

    cidadão, e tenta fazer de tudo, PLANEJAR e EXECUTAR, DOMINAR, faliu.

  2. Flávio Rocha tem razão!

    O Estado deve ser mínimo, e quanto mais mínimo, de verdade, o mais mínimo possível, melhor.

    Flávio Rocha defende um estado livre – (sem domínio excessivo sob o cidadão), eficiente – (que promova o bem estar e a prosperidade ), despojado de opressões – ( impostos mínimos, justos e suficientes para manter uma máquina enxuta e sem privilégios excepcionais), sem domínio excessivo sob o cidadão, liberto de dominação e focado no PLANEJAMENTO MACRO dos temas que importam a vida comum e ao cidadão.

    O Estado do que realmente importa a vida comum em sociedade. Economia e prosperidade para todos. Garantias de acesso a todos, em boa Educação, Saúde excelente, Transporte de primeiro mundo, segurança, Infraestruturas, entre outras POLÍTICAS MACRO. E, não se preocupar com a GESTÃO das coisas, interferência abusiva e prejudicial.

    O Estado deve atuar no PLANEJAMENTO MACRO para garantir o melhor para seus cidadãos, nunca, se tornou GESTOU, ou EXECUTIVO, pois, provou seguramente que é um desastre.

    Deputado Flávio Rocha sabe o que diz. E, tem uma história de luta contra a opressão dos impostos.

    • Avatar Lucas disse:

      Flávio Rocha não me engana… A Riachuelo já recebeu dinheiro do BNDES e já esteve envolvida em escândalos, foi justamente por isso que o NOVO desistiu da ideia de lançá-lo candidato.
      Na via liberal, sou muito mais João Amoedo!

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