Ipasgo paga prestadores de serviço em dia e tem meio bilhão em caixa

No passado, os déficits eram frequentes e os prestadores de serviço recebiam sempre com atraso

Ipasgo: administração profissional, o que resulta em eficiência | Foto: Divulgação do Ipasgo

O Ipasgo era sinônimo de crise e de atraso nos repasses aos prestadores de serviço na área de saúde. Era. Não é mais.

No governo de Ronaldo Caiado, as coisas mudaram. Hoje, com as contas ajustadas, o Ipasgo paga pontualmente os prestadores de serviço. E conta com meio bilhão de reais em caixa. Antes, os déficits eram constantes: R$ 17.903.949,54 (em 2017) e R$ 1.500.518,02 (em 2018).

Hélio Lopes: presidente do Ipasgo | Foto: Divulgação do Ipasgo

A gestão de Hélio Lopes une duas coisas: competência técnica — uma gestão profissionalizada — e humanização das ações. Antes, vários médicos não queriam prestar serviço para pacientes credenciados junto ao Ipasgo. Agora, ocorre o contrário.

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