Fenômeno eleitoral de 2014 pode disputar prefeituras de Goiânia ou de Aparecida de Goiânia

Waldir Soares: fenômeno de 2014 | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

Waldir Soares: fenômeno de 2014 | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

O marxismo avalia que só as massas mudam a história. Mas a história comprova que indivíduos isolados produzem mudanças e, às vezes, conduzem as massas. Como Lênin que, buscado na Finlândia, comandou a Revolução Russa de 1917, quando alguns de seus aliados recomendavam que, mais uma vez, fugisse do País. Nas eleições de 2014, em Goiás, pode-se falar num fenômeno eleitoral: o delegado Waldir Soares, do PSDB, que foi eleito deputado com uma votação extraordinária, o que contribuiu para que a bancada governista conseguisse eleger 13 parlamentares federais.

Waldir Soares não tinha dinheiro. Mas tinha vontade e usou a internet para articular uma multidão de cabos eleitorais virtuais que se tornaram eleitores. Abertas as urnas, o fenômeno: gastando um valor irrisório, obteve quase 300 mil votos.

Em 2016, o fenômeno estará de volta, possivelmente como candidato a prefeito de Aparecida de Goiânia. Mas um detalhe tem chamado a atenção de todas as cúpulas partidárias: Waldir Soares também é forte em Goiânia. O único problema é que, na capital, o PSDB vai bancar a candidatura de Jayme Rincón para prefeito. A tendência é uma dobradinha nas duas cidades vizinhas, Jayme no palanque de Waldir e vice-versa.

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