Os prefeitos que assumem a presidência da Associação Goiana de Municípios cometem um erro crasso: desaparecem das cidades para as quais foram eleitos para administrar. Tal está ocorrendo com Paulinho Rezende, o prefeito de Hidrolândia, cidade nas proximidades de Goiânia. Há prefeitos que dizem que se trata de uma maldição.

Moradores de Hidrolândia dizem, em tom jocoso, que é mais fácil ver um fantasma do que o prefeito Paulinho andando pelas ruas da cidade. Como o reelegeram, com uma votação expressiva, os eleitores cobram uma presença mais ativa. Afinal, não o elegeram para ser o “prefeito” da AGM.

Políticos da oposição, talvez em tom excessivo, asseguram que, ao abandonar Hidrolândia, o “prefeito da AGM” terceirizou a gestão municipal para aliados — nem sempre qualificados.