Antônio Almeida diz que disputa na Fieg permanece aberta

Antônio Almeida, da Editora Kelps | Foto: reprodução

Pré-candidato a presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás, o empresário Antônio Almeida diz que está no páreo. “O processo sucessório vai ser deflagrado a partir de 15 de janeiro, mas não antes.”

Aos 66 anos, Antônio Almeida diz que está maduro e preparado para dirigir a Fieg. “Há quatro pré-candidatos: eu, Wilson de Oliveira, André Rocha e Sandro Mabel. Pode se falar em favoritos e cartas marcadas? Na Fieg, não é assim, não. Nós, empresários, temos consciência de que a instituição não pode se transformar em veículo da política partidária. Ao representar os sindicatos dos empresários, tem de ser isenta, não partidária. A Fieg tem de defender a indústria, não tem de fazer política. Hoje, representamos 75 segmentos industriais, que podem ser ampliados.”

Antônio Almeida sublinha que os quatro candidatos “são bons, qualitativos”. “André Rocha, por exemplo, é muito querido no meio empresarial, é presente e não tem desgaste.”

O presidente da Fieg, Pedro Alves de Oliveira, ainda não tomou uma posição sobre quem vai apoiar, diz Antônio Almeida. “Ele deve assumir uma posição no mês de janeiro. Pedro faz um excelente trabalho na Fieg, com uma transparência fora do comum.”

Como se ganha uma eleição na Fieg? “Não há uma receita, uma fórmula pronta e acabada. O que posso dizer é que, segundo a tradição, não se ganha lá com discurso de oposição. Ganha-se apresentando um projeto consistente de defesa da indústria.”

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