Alexandre Magalhães sugere que Sebastião Peixoto conspira para derrubá-lo da Agetul

O presidente da agência estaria sendo vítima de armação

Sebastião Peixoto e Alexandre Magalhães | Fotos: reprodução/ arquivo

A família Magalhães tem sido uma referência ética na política de Goiás. Começou com Juarez Magalhães, que enfrentou a ditadura com extrema coragem, e chegou a Juarez Magalhães Júnior, que foi prefeito de Cristianópolis, e agora segue com Alexandre Magalhães. Espera-se que os valores não tenham mudado de uma geração para outra.

No recente escândalo do Parque Mutirama, que fica na área central de Goiânia, o presidente do PSDC, Alexandre Magalhães, titular da Agetul, sustenta que não está envolvido em nenhuma falcatrua. Ele estaria sendo vítima de uma armação do empresário Sebastião Peixoto — ex-presidente da Agetul — com o objetivo de prejudicá-lo tanto em termos administrativos quanto políticos e morais.

Sebastião Peixoto, pai do deputado estadual Bruno Peixoto e do vereador Wellington Peixoto, mantém ligações com Iris Rezende e Iris Araújo. É mesmo provável que exista uma conspiração para derrubar Alexandre Magalhães da Agetul? É provável. Mas vale esperar a conclusão das investigações.

Um vereador, ligado a Wellington Peixoto, contrapõe: “Alexandre Magalhães precisa se explicar melhor. Porque a denúncia não partiu diretamente de Sebastião Peixoto. Há um fato sendo investigado pelo Ministério Público. No lugar de atacar, ele tem a obrigação de se defender com provas, documentos.”

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