Por Ton Paulo
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Dados foram divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional, nesta segunda-feira, 29
Em outubro do ano passado, o secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Cappelli (que, inclusive, está com os dias contados na pasta), oficializou, com o óbvio aval de Flávio Dino e Lula, a nomeação do delegado Carlos Afonso Gonçalves Gomes Coelho para um cargo de coordenação na Polícia Federal (PF). O posto em questão era nada menos que a coordenação do Comando de Aviação Operacional, setor vinculado à diretoria-executiva do órgão.
Coelho ficou apenas três meses no cargo, sendo exonerado na última sexta-feira, 26, após vir à tona a informação de que ele era um dos alvos da própria PF em uma investigação que mira o esquema montado dentro da Agência Brasileira de Inteligência, a Abin, durante a gestão Bolsonaro para espionar, supostamente, jornalistas, advogados, juízes e adversários políticos do então presidente da República.
O esquema, que foi apelidado de 'Abin Paralela', teria monitorado ilegalmente os passos até de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), como Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes.
No entanto, o mais surpreendente de tudo isso é saber que o delegado Carlos Afonso Coelho, que foi assessor especial da Secretaria de Governo da Presidência da República e secretário de Planejamento e Gestão da Abin na gestão Bolsonaro, foi nomeado para um cargo fundamental dentro da PF que, por si só, demandava insuspeição absoluta. Ora, estamos falando de Lula colocando dentro do ninho da inteligência federal aquele que era tido como o braço direito de Alexandre Ramagem, bolsonarista de carteirinha que chefiou a Abin e que hoje é epicentro da investigação da PF.
Não se pode crer que o Palácio do Planalto, tendo ciência de ter “pegado o bastão” de um presidente que insuflou seu eleitorado a acreditar que sua derrota confirmaria uma fraude nas eleições, receberia uma máquina pública magicamente comprometida com o projeto de governo eleito.
Vejamos bem: não estamos falando, aqui, de uma “caça às bruxas” contra servidores que atuaram em órgãos públicos na gestão Bolsonaro. Mas, sim, de uma renovação lógica e estratégica em cargos - até uma criança sabe disso – onde é necessário haver pessoal de confiança do atual gestor.
O governo parece assistir aturdido o fato de que nichos fundamentais de estratégia e inteligência do governo podem estar, ainda, cheios de pessoas temerosas de virarem alvos de investigação por movimentações e atos suspeitos praticados durante a última gestão.
Se não é tolice, é de extrema ingenuidade por parte do atual presidente não ter se dado conta de que parte de seu governo joga contra o próprio governo. E se a coisa estourar ainda mais para o lado dele, é como diz o velho ditado modificado com o tempo, mas que mantém a mesma mensagem: Quem pariu Mateus, que o embale.
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A Prefeitura de Goiânia deve publicar, até o final de fevereiro, um “decretão” com o intuito de regularizar demandas ainda pendentes da Feira Hippie, na capital. O objetivo seria, principalmente, regularizar feirantes que estão há muito tempo na feira, mas atuando de forma irregular, e a alocação de ambulantes em outro espaço para a liberação de vagas para os trabalhadores cadastrados.
Ao Jornal Opção, o titular da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Economia Criativa (Sedec), Geverson Abel, afirmou que uma das principais dificuldades nas gestões anteriores na questão da Feira Hippie era a falta de mecanismos legais para trabalhar na situação dos que estão irregulares no local.
“Existia uma situação de pessoas que estão ali, que às vezes não geram renda para a cidade porque não estão cadastrados [junto à Prefeitura], algumas pessoas que estão em lugares que não são devidos, porque alguém faleceu e ele assumiu a banca. Então, a Sedec agora está fazendo um trabalho de fiscalização para saber quem, de fato, tem direito às bancas”, revelou.

Segundo o secretário, aquele que não tem direito, de certa forma, à banca fiscalizada, terá uma chance de ter sua atuação regularizada pela Sedec. “Muitos estão ali há quase 10 anos, não têm direito de estarem naquele lugar, mas acabam que adquiriram pelo tempo”, completou.
Outro perfil que deve ser tratado no decreto é o do montador. De acordo com Geverson, até então esse trabalhador era "invisível perante os olhos da Lei da Prefeitura" e, a partir dessas mudanças, ele passará a ser cadastrado junto à Prefeitura de Goiânia e poderá ser escolhido pelos feirantes para atuar nas barracas que quiser.
Ainda conforme Geverson, os ambulantes da região deverão, finalmente, ser remanejados sem a necessidade de remoção completa do local da feira.
“Existe um espaço, inclusive, na Feira Hippie que a gente vai conseguir acoplar uma parte grande deles. Mas a gente percebe que muitos daqueles que estão ali são os próprios lojistas que, com a retirada dos ambulantes, também vão sair. É minoria que é ambulante. A maioria já faz parte da Feira Hippie”, arrematou.
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