Por Redação
Daniel Vilela acabou sendo o candidato do Agro, pois conquistou mais de 50% dos votos. Paulo do Vale e Lucas foram eleitos deputado com os votos do município
O Rio de Janeiro de 1918 era uma cidade de contrastes. Havia o brilho das fachadas, das vitrines e dos cafés, mas também o cheiro forte das ruas, dos estábulos, dos bueiros e da maresia
Está incluída no pensamento machadiano a ideia de que a loucura é parte da sanidade mental dos homens. Existe a percepção de que o mundo não é organizado, e sim uma série de eventos que tendem ao disperso
Narcisa é múltipla: arquiteta, urbanista, ambientalista, escritora, historiadora. Mas talvez exista apenas uma: a mulher que encontrou diferentes linguagens para o mesmo sentimento de pertencimento
Como construir um futuro em que a água seja preservada, compartilhada de forma justa e capaz de sustentar a vida, a economia e a cultura de um território? Responder a essa pergunta exige repensar a forma como nos relacionamos com a natureza e como organizamos as instituições responsáveis por sua gestão
Reformar em tempo de calma custa menos do que ser reformado em tempo de pressão, e a advertência de janeiro dizia exatamente isso
Balzac foi um historiador de costumes, tendo se dedicado a retratar a vida da elite francesa, dando destaque à superficialidade que predominava nas relações sociais na primeira metade do século 19
A cientista social e socióloga avalia que, apesar das profundas transformações sociais promovidas pelos governos de Lula e do PT, a legenda enfrenta dificuldades para dialogar com as novas gerações e com uma parcela da população que ascendeu economicamente
No momento, os três nomes mais fortes são, pela ordem, Yara Nunes, Kleber Adorno e Leopoldo da Veiga Jardim. Ademir Luiz apoia a primeira
A maioria dos membros do PL no Estado não quer que o candidato derrotado a governador Wilder Morais fique no comando do partido
Gilberto Kassab é cotado para a Casa Civil e Ronaldo Caiado para o Ministério da Segurança (ou da Agricultura)
Baleia Rossi havia cogitado liberar os partidários no país (porque há quem apoie Lula da Silva), mas acabou decidindo oficializar o apoio
Gean Carvalho, Renata Noleto e José Frederico vão permanecer no governo. Nomes novos devem ocupar cargos de proa na segunda gestão do emedebista
O mais ligado ao governador Daniel Vilela é o emedebista Issy Quinan. Mas ele precisa conquistar os aliados. Talles e Virmondes estão fortemente no jogo
A base política do governador de Goiás, Daniel Vilela, do MDB, decidiu que não se terá disputa para presidente da Assembleia Legislativa. Estabelecido o consenso, será lançado um único candidato.

Há pelo menos sete nomes se colocando para a disputa: Cairo Salim (MDB), Issy Quinan (MDB), Jamil Calife (pP), Lissauer Vieira (PL), Paulo do Vale (PSD), Talles Barreto (União Brasil) e Virmondes Cruvinel (União Brasil).
Dos citados, Lissauer Vieira é praticamente carta fora do baralho. Até porque Paulo do Vale — que conseguiu eleger o filho, Lucas do Vale, para deputado federal — não aceitaria sua indicação. Ademais, não tem lógica Daniel Vilela ter sido eleito governador para premiar um adversário que jogou pesado contra ele e apoiou Wilder Morais, do PL.
Paulo do Vale é um nome sólido e respeitado. É tão ligado a Daniel Vilela quanto ao ex-governador Ronaldo Caiado (PSD). É um gestor categorizado, como ampla experiência, e é bom de voto (basta dizer que foi eleito apenas com os votos de Rio Verde). Porém, como deputado de primeiro mandato, dificilmente será escolhido para presidir a Assembleia.

Firmou-se o consenso de que o próximo presidente da Assembleia será um deputado já com mandato, ou seja, com experiência. Novatos, como Romário Policarpo, não participarão da disputa, pelo menos não com chance de serem eleitos.
Na verdade, há três deputados que estão fortemente no jogo: Issy Quinan, Talles Barreto e Virmondes Cruvinel.
Issy Quinan, dos deputados, é o mais ligado ao governador Daniel Vilela. Porém, não basta ter o apoio do gestor estadual. Ele necessita conquistar os votos dos colegas. Precisa, portanto, articular diretamente com eles, sem mediações de terceiros.
Hoje, Issy Quinan é favoritíssimo para presidir a Assembleia. É visto como gestor competente e sério.
Talles Barreto, líder do governo, é respeitado por Daniel Vilela e Ronaldo Caiado e tem bom trânsito com os deputados. É, portanto, um nome forte.
Virmondes Cruvinel, um dos mais longevos deputados, é forte e tem a confiança dos colegas. Não tem arestas e se relaciona bem com Daniel Vilela, Ronaldo Caiado e Bruno Peixoto (presidente da Assembleia, recém-eleito deputado federal).
Um dos objetivos de Virmondes Cruvinel, se eleito presidente, é aproximar o PL do governo.
Dos mais cotados, um será presidente, o outro será vice-presidente e o terceiro será primeiro-secretário ou então presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). (E.F.B.)
Senado não terá um constituinte pela primeira vez em 38 anos, em uma legislatura decisiva para os direitos dos trabalhadores e a defesa da Constituição


