Por Redação

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Parecer favorável é referente ao último ano do primeiro mandato do governador Ronaldo Caiado. Relator destaca comprometimento do Governo de Goiás com o equilíbrio orçamentário, cumprimento das metas fiscais e transparência

Antônio Carlos de Lima Souza Neto*
Goiânia é mais uma vez palco do maior festival de tecnologia, empreendedorismo e ciência do mundo, a Campus Party. A quinta edição goiana, sendo a terceira presencial, batizada de #CPGoiás3, teve início nesta quarta-feira, dia 7 de junho, e segue até o dia 11 no Passeio das Águas Shopping.
O estado entra novamente no seleto rol dos participantes desta verdadeira festa da inovação, que já teve mais de 70 edições em 30 países. E o Sebrae Goiás, em uma grande parceria com o Sebrae Nacional e com apoio do governo do estado, é participante ativo desse grande ecossistema formado por empresários, estudantes, docentes, pesquisadores e potenciais empreendedores.
A programação do evento é recheada de atrações voltadas a quem quer empreender, criar, inovar e gerar ideias disruptivas com potencial para revolucionar um segmento de negócios ou – por que não? – todo o mercado. E o Sebrae Goiás entra com diversas iniciativas inspiradoras, como a Maratona de Negócios, em que os “campuseiros” acompanharão palestras, workshops e mentorias, tanto presenciais quanto on-line, para desenvolver seus empreendimentos.
Teremos também um hackathon com o tema “Como podemos agregar tecnologia de forma benéfica à segurança, prevenção e/ou identificação da violência em ambientes educacionais?”, uma questão extremamente importante e sensível nos dias de hoje. Além disso, nosso espaço conta com o Palco Fábrica de Empreendedores, o Estande Liga Jovem e a Área Startup 360.Tudo isso para mostrar que o Sebrae está em todos os ambientes onde o empreendedor e o empreendedorismo se fazem presentes.
Participar, apoiar e proporcionar ensinamentos, consultorias e conhecimentos em iniciativas voltadas à inovação são diretrizes da instituição. Pois é com esse tipo de estímulo e suporte que os micro e pequenos negócios podem prosperar.
E este é o mercado do futuro, mas acontecendo agora, afinal, as tecnologias, produtos e processos inovadores são a chave para o desenvolvimento de cidades, países e, em última e mais importante análise, dos cidadãos, que ganham mobilidade social na medida em que conseguem avançar com seus negócios.
Muitas vezes, para o empreendedor, basta uma boa ideia para fazer a diferença. Mas sem apoio, sem uma rede que o ajude a colocá-la no papel e a desenvolvê-la – ultrapassando inclusive os desafios de gestão, como finanças, vendas, processos e marketing, entre outros –, essa ideia pode ser como uma chama sem oxigênio, que tende a se apagar.
Mas, se depender do Sebrae, essa chama jamais há de se apagar. E muitas outras brotarão como boas ideias para aperfeiçoar os micro e pequenos empreendimentos e para alavancar a economia em nosso estado e em todo o país.
Antônio Carlos de Lima Souza Neto é diretor Superintendente do Sebrae Goiás

No estado de Goiás, em 2022, havia 260 mil pessoas com 15 anos ou mais de idade analfabetas, o equivalente a uma taxa de analfabetismo de 4,5%. Em relação a 2019, a taxa manteve-se estável. Assim como no Brasil, o analfabetismo em Goiás está diretamente associado à idade e à cor da pele. Quanto mais velho o grupo populacional, maior a proporção de analfabetos.
Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua: Educação 2022, divulgada nesta quarta-feira,7, pelo IBGE. Essa é a primeira divulgação do módulo após a pandemia.
Devido à redução na taxa de aproveitamento da amostra, causada pela mudança na forma de coleta implementada emergencialmente durante o período de distanciamento social, a divulgação do suplemento foi suspensa em 2020 e 2021, retornando agora com os resultados para 2022.
De acordo com os dados, em 2022 eram 152 mil analfabetos com 60 anos ou mais, no estado, o que equivale a uma taxa de analfabetismo de 16,6% para esse grupo etário. Já em 2019, a taxa foi de 17,2%, com 147 mil analfabetos.
Ao incluir, gradualmente, os grupos etários mais novos, observa-se a queda do analfabetismo para 8,6% entre as pessoas com 40 anos ou mais, 5,6% entre aquelas com 25 anos ou mais e 4,5% entre a população de 15 anos ou mais. Esses resultados indicam que as gerações mais novas estão tendo um maior acesso à educação e sendo alfabetizadas ainda enquanto crianças.
"O analfabetismo segue em trajetória de queda, mas mantém uma característica estrutural: quanto mais velho o grupo populacional, maior a proporção de analfabetos. Isso indica que as gerações mais novas estão tendo maior acesso à educação e sendo alfabetizadas ainda crianças, enquanto permanece um contingente de analfabetos, formado principalmente, por pessoas idosas que não acessaram à alfabetização na infância/juventude e permanecem analfabetas na vida adulta”, observa a coordenadora Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE, Adriana Beringuy.
Acesso à educação
A Pnad Contínua também reúne números que traçam um panorama relacionado com as assimetrias no acesso à educação. No Brasil, a proporção de pessoas de 25 anos ou mais que concluíram o ensino médio manteve trajetória de crescimento e alcançou 53,2% no ano passado. O percentual da população com ensino superior completo saltou de 17,5% em 2019 para 19,2% em 2022. No entanto, nota-se novamente realidades distintas no recorte por cor ou raça: enquanto 60,7% dos brancos com pelo menos 25 anos haviam finalizado o ensino médio, entre os pretos e pardos essa taxa foi de 47%."Há uma diferença de 13,7 pontos percentuais entre os dois grupos analisados. De 2016 para 2022, essa diferença caiu um pouco – era de 16,6 pontos percentuais em 2016 – porém se manteve em patamar elevado, indicando que as oportunidades educacionais eram distintas para esses grupos", diz o IBGE. O levantamento mostra ainda que pretos e pardos com 25 anos ou mais estudam, em média, 1,7 anos a menos do que pessoas brancas. Números relacionados ao ensino superior reiteram as assimetrias. Na faixa etária entre 18 e 24 anos, 29,2% da população branca encontravam-se estudando em universidades no ano passado. Entre as pessoas pretas e pardas, essa taxa foi de 15,3%.

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Segundo pesquisa realizada pelo Procon Anápolis com os valores da cesta básica do mês de junho, uma pessoa que recebe um salário mínimo (R$1.320) pode comprometer R$ 550,02 de sua renda com os produtos definidos na cesta básica nacional, valor que representará 41,67% do salário. Houve redução de R$ 51,14 em relação a maio, quando o gasto era de R$ 601,16.
“Com o intuito de verificar a variação do preço dos alimentos no município em razão do aumento de tributos dos combustíveis, o Procon Anápolis fez uma nova pesquisa da cesta básica constatando os valores que estão sendo apresentados aos consumidores, para que diante das informações veiculadas pelo órgão, eles possam ter a possibilidade de analisar a diferença antes das compras", disse o diretor do Procon Anápolis, Wilson Velasco.
“Além de destacar a preocupação do órgão com possíveis aumentos ocasionados pela mudança nos valores dos combustíveis, em razão do aumento dos tributos ocorridos na última semana, não foi possível ainda verificar nessa pesquisa se houve a oscilação desses valores. Essa questão dos combustíveis será verificada pelo órgão nas próximas pesquisas realizadas nos meses de julho e agosto", explica.
Entre os itens pesquisados, os produtos de limpeza e higiene pessoal se destacaram mais uma vez com as maiores oscilações registradas, mesmo apresentando uma queda em seus valores, se comparado ao mês de maio. O líder do ranking foi o sabão em pó (800g), com 215% de variação e valores entre R$ 3,49 e R$ 10,99. Em comparação ao mês anterior, esse produto registrou uma baixa de 17% em seu custo. Em segundo lugar aparece o creme dental (90g), com preços variando de R$ 1,49 até R$ 4,39 (195%). Esse item aparece com uma redução de 30% em seu valor médio na comparação entre esse mês e o passado.
Em seguida está o papel higiênico (4 unidades) com uma variação de 129%, com preços entre R$ 3,49 e R$ 7,99. O preço médio desse produto também registrou uma baixa de 20%. Outro item que teve uma redução significativa dos valores foi o tomate, que apresentou um preço médio de R$ 8,66, 28% a menos do que em maio, quando o valor era de RS 11,04. O pão francês registrou preço médio de R$ 13,48, 20% a menos que o valor de maio (R$ 16,17).
O levantamento dos 23 itens que compõem a cesta básica foi realizado entre nos dias 1º e 2 de junho em seis estabelecimentos comerciais de diferentes regiões de Anápolis. Para ter acesso ao relatório na íntegra, acesse

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O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), oferece cerca de 7 mil vagas em cursos de capacitação nas Escolas do Futuro de Goiás (EFG). São mais de 45 opções, nas modalidades online e presencial.
O prazo de inscrição para a maioria dos cursos encerra no dia 7 de junho. Apenas as vagas da unidade de Mineiros estão disponíveis até o dia 14. Os interessados podem se inscrever pelo site efg.org.br.
A EFG Luiz Rassi, em Aparecida de Goiânia, tem 2,3 mil vagas em 13 cursos de capacitação. Entre as opções presenciais disponíveis estão: Desenvolvimento de Jogos Digitais em Dispositivos Móveis, Fotografia para Mídias Sociais e Pilotagem de Drone. Na modalidade online, há oportunidade nos cursos de Gestão Financeira, Liderança e Gestão Estratégica de Pessoas, Logística Empresarial, entre outros.
Já a EFG José Luiz Bittencourt, em Goiânia, tem mais de 2 mil oportunidades em cerca de 30 opções de cursos presenciais e online. Pacote Office, Excel Básico, Inglês Instrumental e Redes de Computadores possuem o maior número de vagas e são presenciais. Ainda há oportunidade para outros cursos, como Design de Páginas Web, Desenvolvedor Python, Montagem e Manutenção de Impressoras 3D e Empreendedorismo.
Para a população de Santo Antônio do Descoberto e região do Entorno do Distrito Federal (DF), a EFG Sarah Luísa Lemos Kubitschek de Oliveira tem cerca de 1,6 mil vagas em 12 cursos de capacitação, entre eles: Gestão de Tráfego Digital, Modelagem 3D com blender, Modelagem 3D para prototipação, Negócio e Comércio Eletrônico, Pacote Office, Produção de Games e Interação Virtual, Redação e Português Instrumental e Técnicas de Vendas.
Em Mineiros, a EFG Raul Brandão de Castro está com mais de mil vagas em 15 cursos. Liderança e Gestão de Equipes, Redação e Português Instrumental, Segurança da Informação e Técnicas de Vendas são as opções online. Na modalidade presencial, há vagas para Engenharia de Software, Lógica de Programação, Empreendedorismo, Marketing Digital, entre outros.
O prazo para inscrição em todos os cursos desta unidade termina no dia 14 de junho.Para se inscrever, é preciso ter idade mínima de 16 anos e ensino fundamental completo.
As EFGs têm como proposta de trabalho atender as demandas inerentes à formação de profissionais com perfil voltado ao domínio de tecnologias inovadoras. São ofertados cursos em três eixos tecnológicos: Informação e Comunicação, Gestão e Negócios, e Produção Cultural e Design. As Escolas do Futuro são geridas pela Universidade Federal de Goiás (UFG), por meio de convênio com a Secti.

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