Por Euler de França Belém

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A repórter Renata Costa trabalhou na Assembleia Legislativa, mas não era funcionária fantasma

Funcionários garantem que a jornalista da TV Anhanguera era vista com frequência na sede do Legislativo

2 jornalistas são presos ao tentar extorquir conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Veja o vídeo

Cada profissional queria receber 25 mil reais e mais um contrato de 5 mil reais por mês [Os dois jornalistas com o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado; foto: reprodução] O Portal Imprensa relata que os jornalistas Pedro Ribeiro, dono do jornal “Página 12”, e Laerte Lannes, proprietário do jornal “O Mato Grosso”, foram presos pela polícia de Mato Grosso na quarta-feira, 30, quando tentavam extorquir Antônio Joaquim, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. https://www.youtube.com/watch?v=ZRbZYLr-Ebk Segundo o relato do conselheiro e da polícia, divulgado pelo Portal Imprensa, Pedro Ribeiro e Laerte começaram a publicar “reportagens negativas” contra Antônio Joaquim e, depois, o procuraram para negociar. Se o acordo fosse aprovado, a dupla deixaria de publicar críticas ao conselheiro. Os dois exigiam 25 mil reais para cada e mais um contrato de 5 mil reais por mês para divulgar as ações do TCE. Antônio Joaquim vai assumir a presidência do TCE em 2016. O advogado de Antônio Joaquim, José Antônio Rosa, avisou a polícia da extorsão. “Eu entrei em contato com a polícia depois da primeira reunião com os dois e avisei a situação”. O delegado Marcel Gomes de Oliveira disse: “Constatamos que os dois estavam em flagrante delito do crime de extorsão. Exigiram que a vítima complementasse o valor e pediram mais 30 mil reais”. Os jornalistas ainda não tiveram oportunidade de apresentar suas versões.

Presidente da Câmara, Eduardo Cunha, tem conta bancária na Suíça

A informação é da Procuradoria-Geral da República com base em informações da Promotoria da Suíça

Peemedebistas sugerem que Nailton Oliveira é o nome adequado para presidir o PMDB

Eles dizem que Nailton Oliveira, se eleito, vai jogar para o partido, não para o político “A” ou “B”. Mas há quem avalie que a renovação é Daniel Vilela

Flávia Morais articula homenagem ao Dia Internacional do Idoso na Câmara dos Deputados

A parlamentar do PDT diz que a situação do idoso melhorou mas que é preciso avançar

Mauro Miranda diz que não está disposto a disputar a presidência do PMDB

O ex-senador disse ao Jornal Opção garante que não conversou com Iris Rezende a respeito. Está mais interessado em ler Platão e Marguerite Yourcenar

Operação Zelotes pode derrubar o primeiro presidente de uma emissora de televisão, a RBS

Especula-se que o comando da Rede Globo deve pressionar pela substituição de Duda Melzer. A cúpula da RBS nega a mudança de executivo

Livro de Lucas Figueiredo revela pacto de militares e civis para ocultar arquivos do regime repressivo

“Lugar Nenhum: Militares e Civis na Ocultação dos Documentos da Ditadura” sugere que os documentos militares estão por aí, em arquivos oficiais ou privados

Edinair Maria pode processar TV Anhanguera e a repórter Renata Costa

Advogados dizem que, como não foi condenada, Edinair Maria não pode ser qualificada como “funcionária fantasma”

A redução da maioridade penal e as obrigações do Estado

Manter os jovens infratores sob a tutela do Estado por mais tempo sem a oferta de educação e profissionalização efetivas não possibilitará a sua saída do crime Clara Magalhães As discussões sobre a redução da maioridade penal para jovens condenados por prática de crimes hediondos e sobre a ampliação do período de internação, que estão na pauta do Senado, ignoraram o tipo de recuperação que o Estado provê hoje e qual pretende oferecer a esses adolescentes. Esse seria o ponto-chave para se aprimorar a medida. O artigo 112 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) contém as medidas socioeducativas aplicáveis a adolescentes autores de atos infracionais. São predominantemente educativas e não punitivas. Vários outros conceitos, sempre complementares, são penalidades com fim pedagógico determinadas pela Justiça a indivíduos que têm de 12 a 18 anos de idade (ou seja, inimputáveis). Visam inibir a reincidência e promover a ressocialização. O aprimoramento que se deseja passa por uma metodologia pedagógica de capacitação e estímulo às competências e habilidades do adolescente, a fim de levá-lo a uma nova atitude via educação formal e profissionalizante. Isso demanda a revisão da classificação dos atos infracionais praticados por jovens. Hoje, há um sistema nivelador que ignora critérios como faixa etária e compleição física, entre outros, o que desequilibra relações e dificulta a definição do período de internação e a mensuração dos resultados das ações socioeducativas definidas pelo ECA. A restrição à liberdade é, por si só, punitiva. Porém, ao impô-la, a sociedade deve, a fim de recuperar o jovem, garantir um atendimento pedagógico que lhe permita, na sua reintegração à sociedade, trabalhar e gerar renda. Outros direitos previstos pelo ECA nem de longe são postos em prática. Se o fossem, talvez todo esse clamor da sociedade por vingança perdesse seu vigor. Falta hoje, entre outros, um treinamento especial aos professores que atendem a esses jovens. Em geral, são conteudistas, com formação exclusivamente acadêmica e sem preparo para interferir na formação de tal público. Durante toda a polêmica gerada pelo tema, não se abordou a busca por um planejamento pedagógico propício à recuperação desses jovens. Mantê-los sob a tutela do Estado por mais tempo sem a oferta de educação e profissionalização efetivas não possibilitará a sua saída do crime. Deve-se buscar uma solução e não, sob a dissimulação, clamar por vingança. Clara Magalhães é educadora do Centro Paula Souza e atua em projetos da Fundação FAT.

Jornalista de afiliada da TV Globo morre aos 32 anos

Priscilla Sampaio era apresentadora da TV Morena, em Mato Grosso do Sul

Vilmar Rocha é um político com envergadura internacional

O secretário de Cidades e Meio Ambiente participa de encontros na Espanha. Livro sobre o populismo foi publicado no exterior

Aloizio Mercadante deve “cair” da Casa Civil para o Ministério da Educação

Renato Janine Ribeiro, um ministro nefelibata, deve ser dispensado pela presidente Dilma Rousseff. Talvez por telegrama ou sedex Euler de França Belém Comenta-se na Esplanada dos Ministérios e, sobretudo, no Palácio do Planalto que, como ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro [foto abaixo, da Agência Brasil] é um bom filósofo. Noutras palavras, não existe ministro da Educação. Janine Ribeiro é uma “presença-ausente”. Por isso a presidente Dilma Rousseff deve trocá-lo pelo ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante. A troca é positiva por dois motivos. Primeiro, tira um ministro tido como ineficiente e até nefelibata, Janine Ribeiro. Segundo, “tira” um ministro, Mercadante, que não está funcionando na articulação política e desagrada do PT ao PMDB. Jaques Wagner é cotado para a Casa Civil. O ministro da Defesa é visto pelo PT e pelo PMDB como acessível e não arrogante. É o nome do presidente Lula da Silva, que pretende assumir, ainda que de maneira indireta, o controle do governo de Dilma Rousseff, para evitar seu impeachment, que seria o fim do PT, e não apenas da quarta gestão petista. O ministro da Saúde, Arthur Chioro, foi demitido por telefone. É um recado para todos de que presidente criou coragem e não está brincando. Dilma Rousseff está cortando na própria carne — doa em quem doer — para salvar seu governo e evitar o impeachment. Marcelo Castro (PMDB-RJ) é o nome mais cotado para a Saúde. O PMDB, para não aliar-se ao PSDB na aprovação do impeachment, vai ganhar o Ministério da Saúde e mais espaço no governo (são sete ministérios com poder e recursos financeiros). Noutras palavras, o PMDB vai ser “o” governo de fato, emparedando Dilma Rousseff, transformando-a no Sarney do PT. O senador Jorge Viana, do PT do Acre, disse ao jornal “O Globo” que, “para salvar o governo, vamos piorar o governo”. Ao que um peemedebista esperto, como Michel Temer, poderia rebater: “Antes ter parte de um governo do que não ter nenhum governo”. Fernando Collor dormiu poderoso e acordou fora da Presidência da República, em 1992, por que, ao relutar em entregar os anéis, perdeu os dedos. Dilma Rousseff quer manter os dedos, pelo menos. A tese é a seguinte: se a economia melhorar, até 2018, o PT “não morre”. O PMDB também deve assumir o controle do Ministério de Ciência e Tecnologia ou do Ministério da Cultura.

Jon Jones, livre da prisão, pode salvar o UFC da crise financeira e da chatice

Sem George Saint-Pierre e Anderson Silva, e com Cain Velasquez em má fase, a empresa dos irmãos Fertitta, dirigida por Dana White, precisa do carisma e da versatilidade do grande lutador

PT do B pode bancar Christian Pereira para prefeito de Goianira

Mas os líderes da oposição preferem que o jovem seja vice de Carlão Alberto Oliveira